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Bahia registra aumento de 42% nos atendimentos às vítimas de violência doméstica

  • Atitude, Comportamento, Destaque 2, Sub-Editoria Atitude
  • 2025-08-14
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Especialista alerta para sinais e orientações às mulheres

Agosto Lilás é o mês de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres. De acordo com o Ministério da Saúde, a campanha tem como objetivo ampliar a visibilidade do tema, informar sobre os direitos das vítimas e divulgar os serviços especializados de acolhimento, orientação e denúncia.

Para a psicóloga Verônica Lima, da Hapvida, a observação dos sinais é fundamental para indicar se uma mulher está submetida a situações de violência, mesmo sem uma denúncia formal. “É importante observar o comportamento para a condução, como mudanças bruscas no comportamento: isolamento, tristeza, irritabilidade. Outro ponto a ser observado são as justificativas frequentes para machucados ou faltas”, destaca.

Na Bahia, o Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher – registrou um aumento de 42% nos atendimentos em 2024. Foram 63.330 ligações no ano passado e 44.594 em 2023 e as denúncias tiveram um acréscimo de 11,6% no período, conforme o Ministério da Saúde. Ainda segundo o órgão, 5.985 foram apresentadas pela própria vítima, enquanto 3.096 foram por terceiros. A casa da vítima ainda é o cenário onde mais situações de violência são registradas: 3.847 denúncias tinham esse contexto. A residência compartilhada por vítima e suspeito também é local de grande parte das denúncias na Bahia, com 2.921 casos.

A violência contra mulheres entre 40 e 44 anos (1.471 vítimas) representa o maior número de denúncias. São as mulheres pretas ou pardas as vítimas mais frequentes (6.707) e são os esposos(as) e companheiros(as) — ou ex-companheiros(as) — aqueles que mais cometem atos violentos (2.440), segundo a organização de saúde.

De acordo com a especialista, barreiras socioeconômicas e culturais, muitas vezes, impedem as vítimas de violência doméstica avançarem com as denúncias com seus agressores. “A vergonha, o medo do julgamento, além das ameaças do agressor. Há ainda as crenças culturais como que “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”, esclarece.

De janeiro a dezembro de 2024, o Núcleo de Defesa das Mulheres registrou uma média de 380 atendimentos, todo mês, segundo a Defensoria Pública da Bahia. Mais de 4,5 mil mulheres foram vítimas de violência e atendidas pelo órgão em 2024.

A profissional explica ainda sobre a importância de campanhas como o Agosto Lilás no esclarecimento do acesso à assistência social e combate à violência doméstica. “É super importante a existência de uma rede de apoio funcionando de forma integrada e humanizada, além das terapias focadas no fortalecimento da autonomia (TCC, EMDR, Psicoterapia de apoio). A educação sobre os direitos e os serviços disponíveis são necessários já que ainda há muito a avançar na articulação entre os serviços”, avalia.

Denuncie!

O Canal Delas, criado pela Hapvida em parceria com a ONG As Justiceiras, é uma plataforma na qual clientes podem denunciar casos de assédio e violência doméstica. O projeto visa suprir a necessidade de canais e sistemas alternativos para combater e prevenir a violência de gênero, e conta com uma força tarefa voluntária de mulheres para oferecer orientação jurídica, psicológica, socioassistencial, médica e rede de apoio e acolhimento.

Para se conectar, basta acessar o link Canal Delas (https://linktr.ee/canaldamulherhapvidandi) disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

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