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Bebeteca Antirracista Curumim incentiva leitura na primeira infância com foco no letramento racial

  • Destaque 2-palavras, Literatura, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2025-04-16
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Fotos: Jefferson Peixoto/Secom PMS

Reportagem: Camila Vieira/Secom PMS

Com acervo de 500 livros, a maioria escrita por autores negros e autoras negras, a Bebeteca Antirracista Curumim tem desenvolvido um importante trabalho de introdução e incentivo à leitura, aproximando crianças na primeira infância do universo dos livros, tendo como premissa o combate ao racismo e a discriminação racial. Inaugurado em dezembro de 2024, o espaço está localizado na Creche e Pré-Escola Primeiro Passo Periperi, e atende os 180 estudantes matriculados na instituição, com idades entre 8 meses e 6 anos, além de toda a comunidade do Subúrbio Ferroviário e visitantes que desejem visitar o espaço, mediante agendamento.

Moradora de Periperi, Elizete Meire da Silva, 61 anos, é avó de Téo Silva, de 3 anos, que estuda na escola há dois anos. Para a responsável pelo garotinho, o trabalho educacional desenvolvido na instituição é de excelência. Segundo ela, com a Bebeteca Antirracista tem sido possível ampliar ainda mais as atividades pedagógicas desenvolvidas com as crianças. “Muito bom ter esses livros que trazem a representatividade do nosso povo negro. Nossas crianças aprendendo logo, desde cedo. Achei maravilhoso esse local”, comentou Elizete, que também visita o espaço para ter acesso à leitura.

O projeto é uma iniciativa do Núcleo Especial de Apoio à Primeira Infância (Neapi) da Secretaria de Governo (Segov), em parceria com a Secretaria Municipal da Educação (Smed), a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), a Secretaria Municipal da Reparação (Semur) e a Fundação Gregório de Mattos (FGM). Para o titular da Smed, Thiago Dantas, é importante que as crianças possam fortalecer as questões referentes às relações étnico-raciais, identidade e letramento racial logo na primeira infância. “Meu desejo é que a Bebeteca seja um espaço a mais para a formação cultural e educacional das crianças para promover a igualdade racial”, pontua o titular.

O espaço é utilizado para promover rodas de leitura para crianças que estão na fase incipiente de contato com a linguagem escrita e que ainda não fazem uso autônomo dessa linguagem. O local foi estruturado para que crianças bem pequenas possam explorar com segurança e autonomia vivências literárias diversas, além de ser um espaço acolhedor ambientado com elementos em que as crianças possam interagir com a cultura africana, indígena, afrobrasileira.

Professora dos Grupos II e III, Jamile Barbosa destaca a importância do equipamento para o desenvolvimento dos pequenos e pequenas e também para moradores do entorno da escola. “Esse espaço é a realização de um sonho! Contempla não apenas a comunidade  escolar, mas também toda a comunidade do Subúrbio Ferroviário. Temos aqui muita história e representatividade. Estamos formando uma geração que se reconhece. É poder brincar com a nossa história, reconhecendo as características do nosso povo negro. Os livros aqui trazem a temática com o recorte racial, que tem contribuído bastante no processo de fortalecimento da identidade da autonomia, reconhecendo nossa própria história”, explica a educadora.

Conquista – Mulher negra, moradora do Subúrbio Ferroviário e escritora, a diretora da escola Denize Vaz assegura que a manutenção do espaço físico literário tem contribuído no despertar a leitura e desenvolvido o prazer de ler das crianças. Para ela, a biblioteca infantil antirracista é uma estratégia efetiva de enfrentamento ao racismo, como também é a garantia que todos e todas tenham seu direito ao desenvolvimento integral.

“Com certeza é fundamental proporcionar as nossas crianças essa oportunidade de acesso à literatura com personagens negros, com informações da cultura afro, que é tão nossa”, reforça.

De acordo com a gestora, pelo menos uma vez por semana as crianças utilizam o espaço e realizam atividades no local. Além disso, o espaço promove atividades envolvendo os estudantes e os pais. “Trabalhar o antirracismo na educação infantil é um desafio pedagógico e social. Ter um equipamento como esse para trazer cada vez mais essa representatividade é uma ação de grande relevância”, destaca Denise, lembrando que o espaço também pode ser visitado por estudantes de outras instituições, mediante agendamento prévio através do telefone (71) 3202-0420.

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