Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Brasil & Portugal” desembarca na Bahia com espetáculos, performances, oficina, lançamento de livro e roda de conversa com artistas portugueses

  • Destaque 2-ribalta, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta, Teatro
  • 2026-08-30
  • Sem comentários
  • 11 minutos de leitura

Crédito: Alipio Padilha

Ocupando o Gabinete Português de Leitura, o Museu de Arte da Bahia e o Goethe-Institut, o projeto é uma parceria entre o Teatro Vila Velha (Salvador/Brasil), CEM Palcos (Viseu/Portugal) e Teatro da Garagem (Lisboa/Portugal)

Dando continuidade ao seu fluxo de cooperação internacional com países lusófonos, o Teatro Vila Velha realiza, em parceria com a produtora CEM Palcos e o Teatro da Garagem, mais uma etapa do projeto “Conexão além-mar: Brasil & Portugal”, que acontece de 08 de setembro a 03 de outubro, em três espaços culturais de Salvador:  Gabinete Português de Leitura, o Museu de Arte da Bahia e o Goethe-Institut. 

Fortalecendo essa trajetória colaborativa, artística e cultural, que tem suas origens na década de 1990, a nova iniciativa seguirá por um ciclo extenso (de 2026 a 2028) que inclui intercâmbios de formação, processos criativos e diversas circulações de espetáculos, eventos e ações entre Brasil e Portugal. 

Diálogos 

A programação promove uma noite de confraternização e lançamento nacional do livro da peça “A Baba do Lobo”, em que Portugal celebra a parceria com o Teatro Vila Velha com um tradicional evento “Entre Petiscos” e a estreia brasileira do projeto “Diálogos”, ocupando o Gabinete Português de Leitura, no dia 08 de setembro, às 19h. 

Reunindo artistas, parceiros, comunicadores e o público em torno de sabores e conversas que atravessam o Atlântico. E marca também o início do programa de internacionalização de “Diálogos com Gil Vicente”, dramaturgo português que viveu entre 1465–1536. 

O livro “A Baba do Lobo” (edição da CEM Palcos) reúne o texto final do espetáculo de mesmo nome — cocriação entre a CEM Palcos e o Teatro Vila Velha, encenada por Graeme Pulleyn e Marcio Meirelles — a partir dos dois textos originais que lhe deram origem: “A Idade dos Metais”, da dramaturga brasileira Monica Santana, e “Filhos de Quarta-Feira”, do autor português Sandro William Junqueira. Já apresentado em Lisboa em maio, o livro chega agora ao Brasil, acompanhando a itinerância internacional do espetáculo que cruza a memória da exploração mineira em Portugal e no Brasil com as urgências ambientais do presente.

“Territórios de criação”

Já no dia 11 de setembro, às 10h, no Gabinete Português de Leitura, acontece a roda de conversa “Territórios de criação: As artes performativas na construção de novas ruralidades” propõe um encontro para para pensar, em conjunto, o papel das artes performativas na construção de novas ruralidades, a partir do livro “Territórios de Criação. Cinco Anos de Diálogos” (Diana Lima, 2025). Nascido do cruzamento entre artistas e comunidades de sete freguesias de baixa densidade populacional, em torno de Viseu (Portugal), o livro reúne cinco anos de residências artísticas, testemunhos de habitantes, mediadores e criadores, tornando-se registo de um percurso onde, da arte à porta de casa, reanima o presente e reforça o sentido de pertença de quem resiste à desertificação do Interior.

A partir dos relatos e das experiências registradas no livro, o encontro convida o público a refletir sobre de que forma a criação contemporânea pode habitar territórios rurais e periféricos, criando pontes entre gerações, entre arte e vida quotidiana, e entre as realidades de Portugal e do Brasil. Um espaço de partilha sobre metodologias de trabalho comunitário, escuta ativa e criação artística de proximidade, que pretende aproximar as experiências vividas nas aldeias portuguesas das urgências das ruralidades brasileiras.

Teatro Inclusivo – oficina gratuita 

Orientada pela equipe artística do projeto “Diálogos com Gil Vicente”, a oficina espelha o compromisso da CEM Palcos com o teatro enquanto espaço de encontro e diversidade de pessoas — um compromisso que atravessa todo o seu projeto artístico, da acessibilidade física e social nas suas apresentações até a forma como constrói com as comunidades os seus próprios processos de criação. Uma oficina prática de teatro voltada para um grupo de 15 pessoas (a partir dos 14 anos) , com a proposta de explorar ferramentas de criação acessíveis a todos. Dia 12 de setembro, das 9h às 12h, no Gabinete Português de Leitura. 

A Baba do Lobo

Com a atriz, dançarina e coreógrafa Cristina Castro (BR) e a atriz e dançarina Leonor Keil (PT) e encenação do diretor anglo-português Graeme Pulleyn (Portugal) e de Márcio Meirelles (Brasil), o espetáculo A Baba do Lobo cumpre mais uma curtíssima temporada, de 10 a 13 de setembro, no Museu de Arte da Bahia.  Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), disponíveis através do Sympla (LINK) e no local.

A peça se projeta através das memórias de duas personagens viúvas que perderam seus companheiros, precocemente, na extração de minérios. Entrecruzando vídeo, música e testemunhos das comunidades afetadas, a montagem convida o público a refletir sobre um futuro mais justo e mais sustentável. 

O texto colagem de Pulleyn e Meirelles foi escrito a partir dos textos-base “A Idade dos Metais”, da dramaturga brasileira Mônica Santana, e “Os Filhos de Quarta Feira” do escritor português Sandro William Junqueira, criados em residência em Viseu/Portugal, a partir de pesquisas e testemunhos de sobreviventes das minas do volfrâmio, recolhidos nos municípios do distrito de Viseu.

A Baba do Lobo estreou em junho de 2025, integrando a programação do projeto O Vila Ocupa o MAB, e no mesmo mês e ano seguiu em turnê internacional, percorrendo nove cidades portuguesas: Viseu, Coimbra, Évora, Porto, Moimenta da Beira, Sátão, São Pedro do Sul, Vila Nova de Paiva e Vouzela. O espetáculo parte de uma abordagem poética, histórica e intercultural das sequelas da exploração humana e natural desse minério nas cidades portuguesas, entrelaçando diversos paralelos brasileiros e mundiais para debater questões como as catástrofes ambientais, a poluição, os impactos da extração de recursos naturais, as mazelas do neoliberalismo – e das guerras criadas em consequência – entre outros assuntos urgentes: a exemplo do impacto histórico da exploração de volfrâmio em Viseu (nos anos 1940), do dilema atual da mineração de lítio e dos desastres ambientais de Mariana, no Brasil. 

A obra é uma cocriação entre a CEM Palcos e o Teatro Vila Velha e conta com o financiamento da Direção Geral das Artes (Ministério da Cultura PT) e do Município de Viseu, através do programa Eixo Cultura. É também uma coprodução com os municípios de Moimenta da Beira, Sátão, São Pedro do Sul, Vila Nova de Paiva e Vouzela. E faz parte do projeto “O Vila Ocupa a Cidade”.

Um Furo no Tempo 

O espetáculo Um Furo no Tempo parte de um mergulho duplo: no texto “Exortação da Guerra” de Gil Vicente (1514) e nas histórias recolhidas durante uma residência artística em Santos Evos, freguesia de Viseu, em setembro de 2025. No centro da narrativa está uma vedora — alguém que encontra água subterrânea através da radiestesia — que atravessa camadas de terra e de tempo. Uma mulher que nasceu a chorar dentro da barriga da mãe, que já via antes de nascer. De repente, sem querer, invoca o espírito de Gil Vicente. E com ele chegam os seus diabos — Zebron e Danor — agora sindicalizados, exigindo pagamento por hora. Da peça vicentina ressurge princesas gregas, guerreiros antigos, exortações à batalha. Mas a guerra de que se fala é outra. E a canção que não sai da cabeça é de todo mundo. Dias 17 e 18/09, às 19h. E nos dias 19 e 20/09, às 16h e às 19h, no Museu de Arte da Bahia. Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), disponíveis através do Sympla (LINK) e no local. 

A produção é fruto do projeto “Diálogos” (CEM Palcos), um programa de residências artísticas realizado em seis freguesias rurais do concelho de Viseu que, há sete anos, promove encontros entre artistas e comunidades, entre cidade e campo. Em 2025 e 2026, incorporou a figura e a obra de Gil Vicente, cruzando as origens do teatro português com a contemporaneidade, num diálogo entre passado e presente que explora a sátira, a comicidade e as personagens arquetípicas. Seis residências de escrita, seis textos originais, seis residências de criação, três performances, três espetáculos, dois livros, três exposições e um festival de leituras compõem um programa que atravessa dois anos, celebrando os territórios e as suas comunidades, afirmando a sua identidade e contribuindo para a criação artística fora dos centros urbanos. 

Morrer pelos Passarinhos: Godôs e Bocas

A coleção de performances “Morrer Pelos Passarinhos”, criada pelos coreógrafos Henrique Furtado Vieira e Lígia Soares, se baseia na relação histórica entre momentos de crise e a emergência de diferentes vanguardas artísticas. A obra tem a proposta de encontrar formas de compartilhar com o público o fim de um  mundo  conforme  o conhecemos e a possibilidade de um luto coletivo que nos possa confrontar com o não-sentido, com o vazio, com o medo, com a desumanização, mas, principalmente, uns com os  outros.  O  projeto  teve  a  sua  estreia  em  Março  de 2024  em  Coimbra  no âmbito do  Festival  END-  Encontro  de Novas  Dramaturgias.  A coleção completa é formada pelas perfomances Godôs, Bocas, Apostrof’Apocalipse, Butôdadá, A Piscina e Ode Triunfal. Em Salvador, no Goethe-Institut, o público poderá conferir  Godôs e Bocas. Dias 12 e 13 de setembro, às 16h. Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), disponíveis através do Sympla (LINK) e no local. 

Godôs é  uma  performance  que  explora  a  temática  da  espera, onde  os  artistas  tentam convencer  transeuntes  a  ocupar  o  palco vazio  de  um  teatro, enquanto  o  público acompanha  essa  busca  imprevisível  em  tempo  real, criando  um  encontro  inesperado entre o espectador e o “Godot”. 

Já Bocas é  uma  performance  criada através  de  diálogos  virtuais  projetados  nos aparelhos celulares  que  os performers seguram  à  frente dos  rostos, explorando  de forma  trágicômica  a  tensão  entre  a  comunicação  digital  e  a  desconexão  física, refletindo  a  solidão moderna gerada pela tecnologia. 

Projeto NOVe, CEM Palcos, performances 

Entre as ações formativas, eventos e espetáculos realizados durante o projeto “Conexão além-mar: Brasil & Portugal”, a produtora CEM Palcos também ocupa o Museu de Arte da Bahia com performances simultâneas para pequenos públicos, com duração de 9 minutos e para até 9 pessoas. Por essa razão, o nome NOVe. As apresentações gratuitas acontecem nos dias 15 e 16 de setembro, às 19h, e reúne obras da 6ª edição do projeto, com a temática “Fiarada”, concebendo Fiar como construção. Entrelace de histórias, desejos, memórias e futuros. Um gesto paciente, repetido, que transforma um único fio numa trama. 

“Fiarada” nasce do encontro entre o NOVe – NOVos Tempos, NOVas Dramaturgias e o Diálogos com Gil Vicente, aproximando a criação contemporânea do património literário e das comunidades. Três artistas, três linguagens, três olhares que, como fios distintos, se entrelaçam numa mesma trama.

– Fiarada: O Fio;

“O Fio”, interpretada pela coreógrafa e performer Mariana Silva, percorre o caminho de uma existência marcada pelo enfado, pela contenção, pela pressão social e pelo julgamento, até ao momento em que a recusa se torna inevitável. Um corpo que aprende a dizer basta.

 – Fiarada: O Nó; 

“O Nó”, performance interpretada pelo músico português Guilherme Marta, habita o espaço da metamorfose. Entre camadas sonoras e transformação, a criação acompanha o instante em que tudo deixa de ser o que era para dar lugar a uma nova possibilidade de existência.

– Fiarada: A Trama;

A atriz Clara Spormann nos apresenta a performance “Trama”, interpretando uma Inês reinventada, que se inspira na personagem da peça “A Farsa de Inês Pereira”, escrita no século 16 pelo dramaturgo português Gil Vicente. Emancipada, consciente de si e das suas escolhas, uma mulher que toma para si a palavra e a construção da sua própria narrativa.

Teatro da Garagem, O Rinoceronte… de Lisboa para Salvador 

Com encenação do diretor português Carlos J. Pessoa, “O Rinoceronte” parte da obra do dramaturgo franco-romeno Eugène Ionesco, repondo em cena uma fábula urgente da contemporaneidade, onde a metamorfose que se espalha na cidade da trama e transforma humanos em criaturas que avançam em massa, é percebida como figura do deslizamento político do nosso tempo. 

“A peça torna visível a ascensão da des-democracia — o consenso fácil, o extremismo difuso, o fascínio pela unanimidade. A encenação aprofunda o conflito entre a pessoa e o rosto. O rosto aparece como a superfície vigiada do tempo atual: lugar onde a identidade é exigida, moldada ou devorada. A pessoa, nesse combate silencioso, procura manter intacto um espaço interior que não se renda. Com brandura lúcida, o humor de Ionesco torna-se ferramenta crítica: o riso ilumina o perigo, desfaz a rigidez e impede o pensamento de se fechar”, define Carlos J. Pessoa. A montagem do grupo Teatro da Garagem, residente no Teatro Taborba, em Lisboa, fará duas únicas apresentações, nos dias 02 e 03 de outubro, às 19h, no Museu de Arte da Bahia. Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), disponíveis através do Sympla (LINK) e no local. 

Para ficar atualizado e bem informado sobre todos os eventos e projetos, acesse o instagram @teatrovilvelha e o site www.teatrovilavelha.com.br e acompanhe as novidades da programação. 

O Teatro Vila Velha conta com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

O HISTÓRICO COCRIATIVO  

A primeira vez que o encenador Marcio Meirelles cruzou o Atlântico para montar um espetáculo em Portugal foi em 2013. Depois, mais dois em 2015, outro em 2023 e agora mais este. Além disso, nesse histórico de intercâmbio luso-afro-brasileiro, duas outras montagens: uma em Cabo Verde e em São Tomé e Príncipe, tendo como parceiros do Teatro Vila Velha a Cena Lusófona, o Teatro Viriato e o Centro Cultural Português do Mindelo e, nos três últimos anos, a Cem Palcos. Entre criações e atividades de formação orientadas pelo artista nesses países, inclui-se também Angola e Moçambique. Relembrando ainda que em 2023 a CEM Palcos desenvolveu o projeto “Esse Caminho Longe” com artistas de São Tomé e Príncipe e Brasil; com a criação do espetáculo partilhada com Márcio Meirelles e Cristina Castro.

SOBRE O TEATRO VILA VELHA

Com mais de 60 anos de história (completados em 31 de julho de 2024), o Teatro Vila Velha é um dos mais importantes e inovadores espaços de difusão artística do Brasil. Fundado em 1964 pela Sociedade Teatro dos Novos, está localizado no Centro de Salvador BA. Tem como missão fomentar a criação artística coletiva e comprometida com a reflexão e o respeito à diversidade. O Vila mantém intensa programação presencial e virtual, tem seus próprios programas de formação artística – a universidade LIVRE, que já revelou grandes nomes da arte nacional, e o Pé de Feijão que inicia crianças, adolescentes e professores no universo das artes da cena – e recebe espetáculos e artistas do mundo inteiro. Atualmente, o Vila começa a passar por uma reforma financiada pela Prefeitura de Salvador. Por essa razão, deu início ao programa ‘O Vila Ocupa a Cidade’, uma série de ações, criações e colaborações que mantém o Teatro Vila Velha atuante e presente, ao longo de 2024 a 2026, em diversos outros teatros e espaços culturais. A marca de um espaço sempre em experimentação, formação artística e constante diálogo com a sociedade.

SOBRE A CEM PALCOS

A CEM Palcos é uma estrutura de criação e programação artística, sediada em Viseu, Portugal. Três eixos essenciais dão voz, corpo e movimento à sua prática artística. Promove novas dramaturgias, contemporâneas e relevantes, com atenção ao território de origem, mas num diálogo constante entre o local e o universal. Defende que a criação performativa não tem de ficar confinada aos palcos tradicionais e aposta na experimentação de novas formas de criação e apresentação, levando os espetáculos a espaços e contextos não convencionais, em estreita relação com as suas comunidades. Acredita que, nas artes, há lugar para todos — não apenas como espectadores, mas também como participantes e criadores. 

Ao longo do seu percurso, a CEM Palcos consolidou-se como uma estrutura de referência, com projetos e espetáculos marcantes, como: Esse Caminho Longe (2023) com artistas de São Tomé, Portugal e Brasil; Facas e Flores (2024) com artistas de França, Argentina e Portugal; NOVe (2020 – 2025) programa internacional de novas dramaturgias; Diálogos (2020 – 2025) programa de residências artísticas em meio rural; Grande Colheita (2023) espetáculo inclusivo com jovens em risco de exclusão. A experiência internacional, evidenciada por parcerias e criações em São Tomé e Príncipe e Brasil, tem desempenhado um papel fundamental na evolução da sua abordagem artística e comunitária, ampliando possibilidades de trabalho em rede e fortalecendo práticas de inclusão, experimentação e diálogo intercultural.

SOBRE O TEATRO DA GARAGEM

O Teatro da Garagem (TG) é uma companhia de teatro e instituição de utilidade pública, que celebra em 2026 trinta e sete anos de atividade regular. Ao longo do seu percurso, tem dedicado o seu trabalho artístico à pesquisa e à experimentação, explorando novas formas de escrita para teatro e as invenções cénicas que as acompanham, numa prática contínua de reflexão sobre o mundo contemporâneo.vDesde a sua fundação, a questão do reconhecimento e da comunicação através do Teatro tem sido um motor essencial do trabalho da companhia, desencadeando um permanente questionamento artístico e um impulso de inovação que se podem sintetizar num conceito central: Abertura.

Como o nome indica, o Teatro da Garagem iniciou a sua atividade numa garagem dos subúrbios de Lisboa — um território híbrido, de cruzamento de paisagens, referências e vivências. Essa origem marcou de forma indelével a estética da companhia e a escrita do seu dramaturgo, encenador e diretor artístico, Carlos J. Pessoa, orientando o trabalho para zonas de alteração e deslocamento, bem como para a valorização do intangível — tudo aquilo que contribui para o refinamento do discurso artístico e para a sua qualidade, densidade e ressonância no tempo.

O percurso do Teatro da Garagem é amplamente reconhecido a nível nacional e internacional, pelo público, pela crítica especializada, pelas instituições culturais e pelas estruturas governamentais. Esse reconhecimento acrescenta ao projeto uma responsabilidade acrescida para com a comunidade local, nacional e internacional, entendendo o Teatro como espaço de pensamento, partilha e intervenção.

Desde 2005/2006, o Teatro da Garagem é companhia residente do Teatro Taborda, a convite da EGEAC e da Câmara Municipal de Lisboa, consolidando um percurso singular no panorama teatral português.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorJota Quest lança “Jota Quest & Tim Maia – Dance Enquanto é Tempo”, uma reverência à obra do rei da soul music brasileira
PróximoGrande Miami e Miami Beach revela as principais novidades do trimestre para os visitantesNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Acordar durante a cirurgia? Tatuagem impede anestesia na coluna? Especialista esclarece

31 de agosto de 2026

Conheça 7 produtos que fazem a diferença na rotina dos pais de primeira viagem

31 de agosto de 2026

Marca baiana Areia presente na loja conceito da Riachuelo em São Paulo

31 de agosto de 2026

Criado para o extremo, moldado para as ruas: A$AP Rocky e PUMA lançam o Straycat

31 de agosto de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Acordar durante a cirurgia? Tatuagem impede anestesia na coluna? Especialista esclarece

Conheça 7 produtos que fazem a diferença na rotina dos pais de primeira viagem

Marca baiana Areia presente na loja conceito da Riachuelo em São Paulo

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui