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Entenda as diferenças entre os medicamentos que evitam a infecção pelo HIV

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-03-03
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

A PrEP e a PEP agem em momentos distintos diante da exposição ao vírus e fazem parte da chamada prevenção combinada 

Em meio ao clima de diversão e encontros, o período carnavalesco reforça a necessidade de prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis (IST), especialmente a provocada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), o estado registrou mais de 3 mil casos de HIV/Aids somente em 2024. Nos últimos seis anos, a maioria das ocorrências da doença foi entre homens com idade de 20 a 34 anos.   

Com esse cenário, estratégias preventivas combinadas têm ganhado cada vez mais força. Entre elas estão as tecnologias medicamentosas conhecidas como PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) e PEP (Profilaxia Pós-Exposição), que são oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).   “O indivíduo interessado passará por uma avaliação de risco para determinar se é indicado para o seu caso, seguindo os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Caso seja considerado elegível, receberá a prescrição e as orientações de uso”, explica Astrid Tatiana Otero, médica infectologista e professora do curso de Medicina da Universidade Salvador (UNIFACS)  PrEP A Profilaxia Pré-Exposição é composta por dois medicamentos antirretrovirais (tenofovir + entricitabina), que deve ser ingerido diariamente por pessoas que não vivem com HIV, mas que estão em alto risco de exposição: indivíduos que têm parceiro ou parceira sexual HIV positivo, profissionais do sexo, pessoas com comportamento sexual de risco, usuários de drogas injetáveis, entre outros. Se tomado corretamente, reduz o risco de infecção em mais de 90%.  Para ter acesso ao recurso, basta procurar centros de testagem e aconselhamento, Unidades Básicas de Saúde (UBS) que contam com serviços especializados em ISTs/HIV/AIDS ou hospitais que dispõem de ambulatórios especializados. 

 PEP  A Profilaxia Pós-Exposição é recomendada para pessoas que foram expostas ao vírus, seja por situações como violência sexual, relações desprotegidas, rompimento do preservativo, compartilhamento de agulhas ou acidentes ocupacionais em profissionais da saúde. A administração da medicação precisa ser iniciada o mais rápido possível, idealmente dentro de 72 horas após a exposição.  Os interessados podem encontrá-la em hospitais, unidades de pronto atendimento (UPAs) e alguns centros de testagem e aconselhamento, especialmente aqueles vinculados a hospitais. “O tratamento com PEP dura 28 dias e o acompanhamento médico é essencial durante esse período para monitorar efeitos colaterais e a eficácia da profilaxia”, alerta a infectologista.  

Combo preventivo Embora o uso de camisinha masculina e feminina seja indispensável em todas as relações sexuais, a combinação de métodos amplia a proteção contra o HIV/Aids. Além das profilaxias, a testagem regular – pelo menos a cada seis meses – e o acesso à informação e aos serviços de saúde também são fundamentais.   “É importante ressaltar que, embora PrEP e PEP sejam altamente eficazes na prevenção do HIV, não protegem contra outras ISTs. Por isso, o uso de preservativo continua sendo uma estratégia crucial. Sempre consulte um profissional de saúde para orientações específicas e suporte”, orienta a professora do curso de Medicina da UNIFACS, parte integrante da Inspirali.

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