Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Casos de Parkinson devem dobrar até 2050: conheça os sinais de alerta e o que a ciência diz sobre retardo

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2026-05-29
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

FreePik

Os tremores não são o único sintoma e a atividade física é o melhor remédio para frear a progressão neurológica

Estima-se que cerca de 10 milhões de pessoas no mundo sofram com a doença de Parkinson. E até 2050, esse número pode mais que dobrar, chegando a 25,2 milhões, um aumento de 112%, segundo dados da revista científica The BMJ. A escalada rápida da segunda doença neurodegenerativa mais comum do mundo acende um alerta e traz à tona dúvidas sobre prevenção e diagnóstico precoce.

Como o Parkinson tem a idade como seu maior fator de risco, também é caminho natural que os números acompanhem o envelhecimento da população. A doença atinge majoritariamente pessoas acima dos 65 anos, embora o “Parkinson de início precoce” possa afetar pacientes na faixa dos 50, 40 anos ou até em pessoas ainda mais jovens.

É o que explica o neurologista clínico e especialista em parkinson e demências, doutor José Guilherme Schwam Jr, que atende no Complexo Clínico Órion Business, que tem pacientes no consultório que começaram a sua doença com 30, 40, 50 anos. Além da idade, a doença de Parkinson parece ser mais prevalente em trabalhadores rurais, principalmente naqueles expostos a agrotóxicos.

Segundo o médico, a difusão de informações sobre a doença e a evolução da ciência também tem contribuído para o aumento do diagnóstico. “Quanto mais falarmos sobre a doença, quanto mais nos conscientizamos, mais informações levamos à população, mais as pessoas irão procurar o profissional adequado para investigação de doenças como o Parkinson. Em contrapartida, os colegas médicos, principalmente os neurologistas, também têm se capacitado cada vez mais no diagnóstico precoce, melhorando as perspectivas de qualidade de vida aos pacientes”, afirma o médico.

Muito além dos tremores
Quando se fala em Parkinson, a primeira imagem que vem à mente da maioria das pessoas são os tremores nas mãos. Contudo, a doença costuma dar sinais silenciosos muito antes de afetar a coordenação motora. O especialista alerta que é necessário ficar atento aos sinais não motores, que podem aparecer anos e às vezes décadas antes dos tremores.

“Os sinais motores clássicos envolvem os tremores em repouso, que está presente em 70% dos pacientes, a lentidão para realizar movimentos do dia a dia e a rigidez muscular. Diminuição do olfato, intestino muito preso, depressão e distúrbios do sono como se debater violentamente durante os sonhos são sinais de alerta importantes”, destaca o médico José Guilherme.

O poder do movimento contra o avanço da doença
Ainda não existe a cura definitiva para o Parkinson ou uma blindagem 100% eficaz contra o seu aparecimento. A grande virada de chave para quem recebe o diagnóstico está longe de ser apenas medicamentosa. A ciência já comprovou que é possível identificar o avanço do Parkinson usando o próprio corpo.

“Hoje sabemos que a principal forma de retardar a progressão motora da doença é o exercício físico. Uma atividade física regular e com intensidade adequada tem um efeito neuroprotetor importante. Ela ajuda, de forma comprovada a diminuir o risco de quedas, limitações motoras, dores difusas, inerentes à evolução do Parkinson e, junto com a medicação correta, é o que vai garantir a qualidade de vida, a independência e a autonomia do paciente por muitos anos”, conclui o neurologista. Uma dieta balanceada e cuidado com a saúde cardiovascular e metabólica também fazem a diferença, acrescenta o médico.

O diagnóstico precoce continua sendo a melhor ferramenta. Ao perceber qualquer lentidão incomum ou tremores recorrentes, a recomendação é buscar a avaliação de um neurologista para garantir que o tratamento e a qualidade de vida comece o quanto antes!

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorTratamento para evitar as crises asmáticas é tão importante quanto o controle de sintomas
PróximoOSBA apresenta “São João Sinfônico – Vida de Viajante” no dia 06 de junho, na Concha Acústica do TCANext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Médicos Sem Fronteiras abre chamada para seleção de trabalhos para Jornadas na América Latina

11 de junho de 2026

Fadiga constante e dores no corpo podem indicar doenças autoimunes em mulheres

11 de junho de 2026

Bruna Marquezine é a nova embaixadora da Ray-Ban

11 de junho de 2026

Heroin Chic 2.0: como a volta da magreza extrema como padrão afeta a saúde mental dos jovens

11 de junho de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Médicos Sem Fronteiras abre chamada para seleção de trabalhos para Jornadas na América Latina

Fadiga constante e dores no corpo podem indicar doenças autoimunes em mulheres

Bruna Marquezine é a nova embaixadora da Ray-Ban

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui