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Células-tronco e mobilidade. Como a medicina regenerativa transforma o tratamento de dores articulares

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  • 2025-09-25
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Fernanda Venturini, ícone do vôlei brasileiro, recupera a mobilidade e alivia dores articulares com a terapia regenerativa do Dr. Tércio Rocha, inspirando uma nova esperança para atletas e pacientes

Dores persistentes nos ombros, joelhos e outras articulações comprometem a mobilidade e a qualidade de vida de milhares de pessoas, especialmente com o avanço da idade. Para o endocrinologista e referência nacional em medicina regenerativa, Dr. Tércio Rocha, as terapias com células-tronco oferecem uma alternativa promissora para reparar essas lesões, reduzir a dor e evitar cirurgias invasivas.

Fernanda Venturini, eleita a melhor jogadora de vôlei brasileira do século XX, tal como a maioria dos atletas de alta performance, após anos de intensos treinos e competições, buscou ajuda médica devido a dores no joelho causadas por artrose e problemas na cartilagem.

Ela procurou o Dr. Tércio Rocha, que aplicou 30 milhões de células-tronco em cada joelho, além de mais de 100 milhões de células via intravenosa. Essa técnica, conhecida como sandwich, atua de dentro para fora e de fora para dentro, potencializando a regeneração.

“Na maioria dos casos, a técnica sandwich é a mais usada no tratamento. A aplicação permite uma reabilitação ampla e total das estruturas que se deseja tratar”, detalha Dr. Tércio.

Após três horas da aplicação intravenosa, as células-tronco já começam a mapear as áreas que precisam ser regeneradas. E em três dias já estabelecem conexões biológicas no tecido-alvo. Por exemplo, as células que assentam na cartilagem tornam-se células cartilaginosas; as que se alinham no músculo cardíaco, células musculares idênticas. Em cinco dias, elas comandam o ritmo da regeneração do tecido.

Por isso, as células-tronco são apelidadas de “partículas divinas”, por sua capacidade única de regeneração. Após os 35 a 40 anos, essa população celular reduz drasticamente em quantidade e potência, tornando o tratamento fundamental para recuperar funções essenciais.

No cordão umbilical existe uma parte gelatinosa chamada Geleia de Wharton, riquíssima em células-tronco mesenquimais alogênicas. São células universais, sem definição genética específica, que podem ser usadas em qualquer pessoa em qualquer fase da vida. São essas células que compõem o tratamento.

Como as células-tronco devolvem mobilidade para as pessoas

A dor no ombro ou no joelho não afeta apenas a articulação. Ela rouba a autonomia da pessoa, limita suas atividades e compromete a qualidade de vida. Condições como artrose, lesões de cartilagem, menisco ou tendões sempre foram vistas como sentenças de dor crônica ou de cirurgias invasivas.

Hoje, a medicina regenerativa permite olhar para essas lesões sob uma nova ótica: a da reparação biológica. A terapia com células-tronco utiliza o potencial que existe dentro do próprio organismo. O procedimento, minimamente invasivo, consiste na aplicação de células mesenquimais, diretamente na articulação afetada.

“A ciência por trás da ação é fascinante. As células-tronco combatem a inflamação local, que é um dos principais motores da dor, ao mesmo tempo em que estimulam a regeneração tecidual, liberando fatores de crescimento e podendo dar origem a novas células de cartilagem”, explica o médico.

O objetivo é criar condições para que o próprio corpo restaure a estrutura danificada, resultando em menos dor, mais movimento e a chance de retornar às suas atividades. É uma alternativa biológica que pode postergar ou até mesmo evitar a necessidade de uma prótese. A mobilidade é um bem precioso, e a ciência está aqui para ajudar a preservá-la.

“Quando a idade avança, gastamos esse manancial de células-tronco com os quais a gente nasceu. Elas não só diminuem em número, mas também em potência. Por isso temos que usar células-tronco de potência máxima, que têm a capacidade de regenerar toda a estrutura e função do paciente”, explica Dr. Tércio Rocha.

A célula-tronco é uma célula inteligente. Ela é atraída por sinais químicos. Depois de circular o corpo inteiro, ela procura órgãos com sinais de inflamação, degeneração celular ou necrose. A partir daí, começa a regenerar com células novas e 100% saudáveis.

III Congresso Regenera Brasil

Essa abordagem será aprofundada no III Congresso Internacional de Medicina Regenerativa – Regenera Brasil, que acontecerá de 28 a 30 de novembro de 2025, no Renaissance São Paulo Hotel. O evento reunirá os maiores especialistas nacionais e internacionais da área, com programação intensa e conteúdo aprofundado. Cada palestra trará discussões sobre protocolos clínicos, estudos de caso e aplicações práticas em diversas especialidades médicas, sempre com foco em prevenção, personalização e longevidade.

Sobre o Dr. Tércio Rocha

Dr. Tércio Rocha é médico com mais de 30 anos de experiência e um dos principais nomes da medicina regenerativa no Brasil. Formado em medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com especialização em endocrinologia, tornou-se referência em tratamentos voltados ao equilíbrio hormonal, ao combate do envelhecimento precoce e à restauração da saúde a partir de terapias com células-tronco. Seu trabalho é voltado à prevenção, longevidade e recuperação da vitalidade celular, unindo ciência de ponta com uma escuta atenta e humanizada. Ele é também referência no estudo e aplicação clínica de células-tronco, desenvolvendo protocolos que hoje são reconhecidos no Brasil, na França e nos Estados Unidos. É membro de entidades médicas respeitadas, como a Academia Brasileira Antienvelhecimento, a Academia Internacional de Medicina Antienvelhecimento e a Sociedade Francesa de Medicina Estética e Mesoterapia.

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