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Como o cigarro afeta o cérebro e o que acontece quando o fumante deixa o cigarro

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-08-22
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

De acordo com o Dr. Fernando Gomes, neurocirurgião, neurocientista e professor livre-docente da Faculdade de Medicina da USP, as toxinas presentes no tabaco aceleram processos degenerativos no cérebro, elevando a probabilidade de desenvolver doenças como Alzheimer, Parkinson e outros tipos de demência. “Esses danos começam muito antes dos primeiros sintomas. É como se o cigarro colocasse o cérebro em um processo de envelhecimento precoce e silencioso”, afirma. 

A nicotina, principal substância psicoativa do cigarro, também tem um papel central no vício. Ela sequestra o sistema de recompensa do cérebro, estimulando a liberação de dopamina e criando um ciclo de compulsão difícil de romper. “O fumante passa a associar o ato de fumar a uma sensação de prazer e alívio, mesmo sabendo dos malefícios. A boa notícia é que, com técnicas baseadas em neurociência, é possível ajudar o cérebro a ‘desaprender’ esse padrão e criar novas conexões que sustentem a cessação”, explica o especialista. 

Doenças perigosas

Outro perigo pouco comentado é a ligação entre o tabagismo e o acidente vascular cerebral (AVC). Fumar aumenta a coagulação do sangue e provoca inflamação crônica nas artérias cerebrais, elevando o risco de derrame — inclusive em jovens. “O cigarro não escolhe idade. Já vi casos de AVC em pessoas abaixo dos 40 anos em que o principal fator de risco era o tabagismo”, alerta o Dr. Fernando. 

O cérebro envelhece

O médico conta que o impacto do fumo na oxigenação cerebral também é significativo. A redução crônica de oxigênio no sangue pode causar perda de memória, lentidão no raciocínio e fadiga mental constante, afetando a produtividade e a qualidade de vida. 

Ao parar de fumar, as mudanças no cérebro começam quase imediatamente

Segundo o neurocirurgião, os benefícios de parar de fumar começam rápido. “Nas primeiras horas, os níveis de nicotina e monóxido de carbono caem, melhorando o transporte de oxigênio no sangue e no cérebro, enquanto os receptores de nicotina entram em “síndrome de abstinência”, causando irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração e fissura; em poucas horas, o fluxo sanguíneo cerebral começa a se normalizar. Nas semanas seguintes, a neuroplasticidade entra em ação, reorganizando conexões para reduzir a dependência, a atenção e a memória de curto prazo melhoram com a maior oxigenação neuronal, e a inflamação nos vasos cerebrais diminui, reduzindo o risco de AVC. Em meses, os receptores de dopamina se reajustam, o sistema de recompensa volta a funcionar sem a nicotina, o humor se estabiliza e a velocidade de processamento mental aumenta graças à melhor oxigenação e sinapses mais eficientes. Após anos, há uma queda expressiva no risco de AVC e demência — que após cinco anos se aproxima ao de um não fumante — e uma proteção importante contra o envelhecimento precoce do cérebro, ajudando a retardar doenças como Alzheimer e Parkinson”, finaliza.

Sobre Dr. Fernando Gomes

Professor Livre Docente de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas de SP com mais de 2 milhões de seguidores.

Há 12 anos atua como comunicador, já tendo passado pela TV Globo por seis anos como consultor fixo do programa Encontro com Fátima Bernardes (2013 a 2019), por um ano (2020) na TV Band no programa Aqui na Band como apresentador do quadro de saúde “E Agora Doutor?” e dois anos (2020 a 2022) como Corresponde Médico da TV CNN Brasil. Atualmente comanda seu programa Olho Clínico com Dr. Fernando Gomes semanalmente no Youtube desde 2020.

É também autor de 9 livros de neurocirurgia e comportamento humano.

Professor Livre Docente de Neurocirurgia, com residência médica em Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é neurocirurgião em hospitais renomados e também coordena a Unidade de Hidrodinâmica Cerebral relacionada ao diagnóstico, tratamento e pesquisa de doenças como Hidrocefalia de Pressão Normal (HPN) e Hipertensão Intracraniana Idiopática (HII ou pseudotumor cerebral) no Hospital das Clínicas.

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