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Conheça os 7 perfis impermanentes que irão moldar os comportamentos em 2025

  • Destaque 2-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-02-11
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Segundo estudo lançado pela curadoria Neura, há os impermanentes pessimistas, otimistas, utopistas, progressistas, relativistas, idealistas e protagonistas

Pensando em garantir um amanhã menos resistente à mudanças é que a Neura, curadoria de estudos comportamentais e porquês, lança a pesquisa A Permanência da Impermanência. No levantamento, foram mapeadas as sete principais formas de enxergar a vida por meio dos diferentes perfis impermanentes, que são: pessimistas, otimistas, utopistas, progressistas, relativistas, idealistas e protagonistas. Ainda de acordo com a Neura, esses grupos irão moldar os comportamentos da população em 2025, redefinindo o futuro e a forma como cada um se relaciona com a sua própria existência.

Com base no estudo, feito em parceria com a PiniOn, plataforma de pesquisa com mais de 3 milhões de usuários, em 2024, 80% da população acredita que é possível se preparar para viver mais e melhor, mas apenas 4% das pessoas relatam que sempre se planejaram para isso. O estudo traz também análises e reflexões sobre o desafio de diminuir a influência de termos perenes, como envelhecimento e longevidade, e oferece novas possibilidades para pessoas, negócios e marcas por meio do conceito da impermanência.

“Os perfis impermanentes levantados são personificados por formas distintas de encarar a vida. O tempo não é a coisa mais relevante do passado e o envelhecimento não é o condicionante para o presente. A impermanência que é (e deve ser) o fator condicionante para o futuro”, afirma Andre Cruz, fundador e CEO da Neura e expert em Neurociência. Veja um pouco mais sobre cada perfil, abaixo.

  • Impermanente pessimista:

O primeiro de todos e o mais representado (com 38% dos correspondentes) é aquele que acredita que não há o que fazer para almejar uma vida melhor e mais longeva e, por isso, acaba, muitas vezes, revivendo o passado. O impermanente pessimista entende que a sua história já está toda traçada, com destinos bem definidos, e que qualquer esforço para tornar a jornada diferente será em vão.

“Durante a pesquisa, vimos que esse grupo é mais representado por mulheres jovens que estão entre seus 18 e 24 anos. Ao analisar, percebemos que questões como a pressão social para terem responsabilidades no lar, na família, cuidado e, ao mesmo tempo, no trabalho são impulsionadores desse pessimismo”, complementa Bruno Stassburger, pesquisador de cultura e comportamento da Neura.

  • Impermanente otimista:

Em segundo lugar, com 19% dos entrevistados, domina o mais otimista. “Ao contrário do anterior, esse grupo acredita que a idade não existe e que, desde que a mente continue lúcida, ainda há muito a se viver. Ao trazer uma visão leve de futuro, essas pessoas aproveitam mais o presente. Por conta disso, vimos o perfil mais presente e homens com mais de 60 anos, que já viveram bastante para aceitar tudo o que a vida propõe e não se preocuparem com o que virá”, afirma Bruno.

  • Impermanente utopista:

Com 18,4% das respostas, esse perfil é formado por pessoas que projetam sua vida como se nunca fossem morrer. “Esse grupo, muitas vezes, enxerga o futuro como uma certeza, independente do que se faz no presente para que isso aconteça. Um grande exemplo disso são as Age Techs, empresas que investem no desenvolvimento e envelhecimento humano e tornam possível alcançar saúde e vitalidade duradouras”, completa Andre Cruz.

  • Impermanente progressista:

Representando 9,1% dos respondentes, os progressistas são aqueles que encaram a vida de forma responsiva. Por querer viver mais e melhor, essas pessoas já mudaram (ou estão em processo de mudar) os hábitos para uma vida de maior qualidade.

  • Impermanente relativista:

Por medo ou resistência ao futuro, esse perfil (7%) costuma negar o envelhecimento. O grupo possui uma visão voltada para o passado e, por isso, preferem morrer antes de se tornarem “velhos” pensando em não experienciar fases da vida que envolvem perda de liberdade, vitalidade e independência.

  • Impermanente idealista:

Com 5% das respostas, esse perfil é recorrente em pessoas de 25 a 39 anos da classe A. Apesar de ter vontade de viver mais e melhor, essa parte ainda não mudou hábitos para isso. Além disso, acreditam que a existência, de alguma forma, oferece caminhos para adiar o que se entende como fim.

  • Impermanente protagonista:

Com 4% dos correspondentes, o perfil protagonista foi o menos relevante em termos de respostas na pesquisa. Preferido por pessoas com visão aplicada ao futuro, da classe A e enquadradas no grupo de 25 a 39 anos de idade, são aqueles que sempre se planejaram para uma vida mais longeva e a enxergam como algo passível de adaptação e mudança.

“Entender as diferentes maneiras de encarar a existência é o primeiro passo para começar a mudar hábitos e se desprender das antigas amarras da vida. A sociedade mudou e, agora, exige uma nova dinâmica cultural que não pode ser ignorada. A vida não é uma linha contínua, mas sim uma jornada. A morte não é apenas o nosso ponto de chegada. Somos diferentes, impermanentes e flexíveis e, por isso, precisamos nos permitir viver o momento e aceitar as mudanças”, finaliza Andre Cruz.

Sobre a Neura:

A Neura é uma curadoria de estudos comportamentais e porquês. Foi fundada por Andre Cruz, Expert em Neurociência e Comportamento e pioneiro em aplicar a tecnologia da Neurociência na estratégia e na pesquisa comportamental. A Neura mapeia dinâmicas culturais, decodifica informações em conhecimento e traduz em estratégia de negócios. Sua metodologia proprietária une pesquisas de mercado com a tecnologia da neurociência para obter dados que ajudam a compreender as decisões emocionais – os códigos não ditos – que estão no subconsciente e inconsciente das pessoas. Com cases de sucesso com empresas como Itaú, Boticário, Premier PET, Unilever e Linea Alimentos. a Neura realiza levantamentos e mapeamentos relacionados com temas como novos hábitos, comportamento de compra, clima organizacional, experiência do colaborador, consumidor e usuário, cultura e estilos de vida. Mais informações basta acessar o site da organização.

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