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Corpo cansado, mente esgotada… o que o estresse está fazendo com você 

  • Saúde, Secundário 2, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-07-21
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Fonte: Pexels

Especialista explica os efeitos bioquímicos e físicos da sobrecarga e mostra como escutar os sinais do corpo pode evitar problemas de saúde mais graves 

O estresse deixou de ser uma sensação passageira para se tornar parte da rotina de grande parte da população. Entre prazos, cobranças e preocupações constantes, o corpo e a mente entram em um estado de alerta que, a longo prazo, pode desencadear doenças. Mas o que a ciência diz sobre isso?

Segundo o biólogo Guilherme Dalla Mutta, professor da área da Saúde da Una, quando o estresse se torna contínuo, ele altera o funcionamento do organismo em nível bioquímico. “O corpo ativa o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e libera hormônios como o cortisol e a adrenalina, o que gera um estado inflamatório crônico e compromete o equilíbrio do organismo”, explica o especialista.

O que acontece dentro do corpo? 

Estar constantemente estressado não é apenas uma questão emocional. O corpo reage de forma intensa, liberando glicose, inibindo processos de regeneração celular e aumentando a produção de radicais livres. “Essas alterações comprometem a homeostase, que é a capacidade do corpo de manter o equilíbrio. Com o tempo, isso favorece o surgimento de doenças”, afirma professor da área da Saúde da Una.

As consequências atingem diversos sistemas. O cardiovascular, por exemplo, sofre com aumento da pressão arterial e risco de infarto. Já o sistema digestivo pode apresentar gastrite, colite e até síndrome do intestino irritável. “O sistema nervoso também se desgasta, favorecendo quadros de ansiedade e depressão”, completa.

Quando o cansaço vira sinal de alerta 

De acordo com Dalla Mutta, o corpo começa a dar sinais antes de colapsar. “Distúrbios do sono, alteração no apetite, cansaço que não passa mesmo com repouso, dores musculares e maior tendência a infecções são indicativos de que algo está errado”, alerta.

O cansaço físico está mais relacionado à fadiga muscular, enquanto o esgotamento mental afeta áreas como o córtex pré-frontal e o sistema límbico, interferindo diretamente na memória e nas emoções. “Mesmo compartilhando caminhos hormonais, os impactos do cansaço físico e mental são diferentes e precisam de atenção”, afirma o especialista.

O papel do intestino e a armadilha da cafeína 

Em momentos de sobrecarga emocional, até o intestino sofre. Isso porque ele se comunica com o cérebro por meio do chamado eixo intestino-cérebro. “A microbiota intestinal influencia a produção de neurotransmissores como a serotonina, que afetam diretamente o humor”, explica Dalla Mutta.

E aquele café para “aguentar o dia”? Pode estar mascarando o problema. “A cafeína bloqueia os receptores de adenosina, que sinalizam a fadiga. Com isso, o cansaço é “silenciado”, mas não resolvido. A curto prazo, podem melhorar o estado de alerta, mas o uso excessivo aumenta a liberação de adrenalina, eleva o cortisol e sobrecarrega o sistema nervoso, podendo até piorar o quadro de exaustão a longo prazo”, alerta.

Dormir bem, comer melhor e respeitar os sinais 

Hábitos simples podem fazer a diferença. Dormir com qualidade, se alimentar de forma equilibrada, praticar exercícios e fazer pausas durante o dia são ações que ajudam a reduzir os impactos do estresse. “Alimentos ricos em triptofano, vitaminas do complexo B e antioxidantes contribuem para o funcionamento saudável do sistema nervoso”, orienta professor da área da Saúde da Una.

Mais do que isso, é preciso aprender a escutar o corpo. “Sono desregulado, irritabilidade, perda de rendimento e dores persistentes são sinais importantes. O burnout, por exemplo, é um esgotamento que pode ser evitado se os alertas forem levados a sério”, reforça. Ele lembra ainda que o esgotamento foi recentemente classificado pela Organização Mundial da Saúde como um fenômeno ocupacional, e não uma doença.

Entender como o corpo funciona é um caminho para fazer escolhas mais saudáveis. “Conhecer a bioquímica do estresse nos ajuda a entender que saúde vai além da ausência de doenças. É um estado de equilíbrio entre corpo e mente”, conclui.

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