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Corrida de rua vira febre no Brasil, mas cuidado com a falta de orientação profissional

  • Atitude, Destaque 1-atitude, Moda, Sub-Editoria Atitude
  • 2025-01-10
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Foto: José Cupertino

Através de estudos científicos e da competência dos profissionais de educação física, se tem evidências de que para praticar a corrida de rua, a atividade mãe do esporte, não é suficiente colocar o tênis e ir para rua. É necessário possuir recursos e aparatos técnicos que envolvem a qualificação dessa atividade, para manter a segurança e a longevidade, inibindo fatores de risco que podem ocorrer ao longo do processo de quem está praticando a corrida.

Ao iniciar a prática de exercícios físicos, o primeiro passo a ser tomado é procurar um médico cardiologista e ortopedista para realizar um protocolo de investigação e exames, que  determinarão o grau de saúde e aptidão física do indivíduo. Na corrida, essa avaliação ditará a intensidade dos treinamentos, dos protocolos e quais orientações devem ser seguidas para evitar futuros problemas de saúde.

A corrida tem como principal risco a ocorrência de lesões,  sendo algo imprevisível, que atinge tanto o corredor que não tem acompanhamento com um profissional de educação física, especialista em corrida, como também corredores que já fazem parte de assessorias esportivas. A causa depende de questões multifatoriais, como sobrepeso, alimentação, ausência de fortalecimento e de prática específica. “Para a prática regular da corrida, é muito importante o fortalecimento estrutural da musculatura e articulações, o aumento da massa muscular que, aliados a uma nutrição adequada, contribuem para um bom desempenho e também para evitar lesões”, explica o profissional de educação física Carlos Felipe Albuquerque, diretor do clube de corrida Runners Club.

Para que o praticante exerça a prática do esporte com qualidade, é preciso um acompanhamento multidisciplinar com profissional de educação física, especialista em corrida de rua, nutricionista, médico ortopedista, fisioterapeuta e dependendo do nível desse atleta, ele pode vir a ter acompanhamento psicológico. Além disso, quando necessário, tem o apoio de podólogos, para o cuidado com os pés, dermatologistas e empresas que auxiliam a parte tecnológica na utilização de equipamentos que influenciam na segurança e empenho da atividade física.  

A corrida é um esporte que precisa de alguns equipamentos para que possa ser praticada com segurança, como tênis, relógios, óculos e viseiras para proteger do sol, além de roupas leves e confortáveis, como as usadas em academias. O mercado oferece produtos para todos os níveis e preços que atendem a todos os públicos. “Claro que você pode iniciar com recursos muito mais minimalistas, melhor custo-benefício, sem precisar utilizar de recursos de alta tecnologia, até porque sua busca depende muito do seu objetivo, necessidade e capacidade”, afirma Carlos Felipe Albuquerque.

Para iniciar a prática da corrida de rua e participar de provas da modalidade, cada vez mais comuns, é fundamental que o corredor já tenha um acompanhamento profissional para obter um bom desempenho de acordo com aquilo que procura. “Eu também atribuo que é o início de todo um processo de evolução de quem está sedentário, nunca praticou a corrida de rua, para poder realmente servir de motivação para melhorar a qualidade de vida, trazer bem estar e saúde”, finaliza Carlos Felipe Albuquerque.

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