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O que é verdade e o que não sobre os efeitos do consumo de cafeína

  • Banquete, Comida, Destaque 2-banquete, Sub-Editoria Banquete
  • 2025-02-04
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Imagem: Herbalife/Divulgação

A substância contribui para um bom desempenho no exercício, mas deve ser consumida com moderação. Entenda mais!

Muitas pessoas dizem que conseguem despertar pela manhã somente depois de tomar uma dose de café. “Isso acontece devido a ação da cafeína, fitoquímico com ação estimulante do sistema nervoso central, capaz de nos deixar alertas”, explica o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife.

O composto bioquímico também está presente naturalmente em outras bebidas, como na erva mate, no chá verde, no guaraná e no cacau, além de ser vendido como suplemento (combinado ou não a outras substâncias), e ganhou destaque nas últimas décadas por conta de seus vários benefícios. Inclusive, em 2004, a cafeína saiu da lista de substâncias restritas pela Agência Mundial Antidoping e passou a fazer parte das recomendações do Comitê Olímpico Internacional (COI).

Conheça os mitos e as verdades sobre os benefícios dela para o corpo:

1. Melhora o desempenho físico.

Verdade.

Segundo uma revisão que envolveu 40 estudos publicada no Journal of Science and Medicine in Sport, a cafeína é uma substância com a capacidade de potencializar a contração muscular e aumentar a tolerância ao esforço físico intenso, contribuindo para adiar o cansaço e manter o atleta por mais tempo nas atividades de média e longa duração (endurance).

2. Ajuda no raciocínio.

Verdade.

Por atuar no sistema nervoso central, a cafeína aciona o estado de alerta, contribuindo para a concentração, o foco e reduzindo o tempo de reação, possibilitando uma tomada de decisão mais rápida.

3. A cafeína pode ser consumida livremente.

Mito.

Nada em excesso faz bem ao organismo e o mesmo acontece com a cafeína uma vez o consumo excessivo pode gerar agitação, insônia e ansiedade, além de taquicardia, pressão alta, azia e refluxo em pessoas com predisposição. Por esse motivo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) considera seguro o consumo de até 400 mg de cafeína por dia para adultos saudáveis e atletas, o que equivale a cinco xícaras de café, sendo que cada dose não deve passar de 200 mg.
 

“Ainda assim, é sempre recomendável que a substância seja consumida por meio de suplementos ou alimentos sob a orientação de um profissional de nutrição”, orienta o nutrólogo.

4. Apresenta efeito analgésico.
Verdade.

Não é à toa esse composto bioativo acompanha fórmulas de alguns medicamentos para dores de cabeça e musculares, uma vez que otimiza os efeitos dos analgésicos no organismo.

A substância é, inclusive, indicada por alguns profissionais de saúde para ser consumida entre quatro e seis horas depois do final da atividade física a fim de reduzir a dor de início tardio que surge nos dias seguintes ao exercício.

5. É aliada do emagrecimento.

Em termos.

A cafeína pode aumentar a atividade de enzimas que disponibilizam a gordura do corpo como combustível por meio da a produção de calor sobre os tecidos (termogênese) atuando no aumento temporário do metabolismo. “No entanto, ela sozinha não faz milagre! É imprescindível reduzir as calorias por meio da dieta e manter o metabolismo ativo com a prática de exercícios físicos”, coloca Viuniski.

6.Todas as pessoas podem consumir cafeína.

Mito.

Pacientes com histórico de pressão alta e outros problemas cardiovasculares não têm a recomendação de consumir cafeína mesmo em alimentos. Quem sofre com quadros de gastrite também deve evitar alimentos com a substância, uma vez que ela tem ação irritativa em contato com a mucosa. Indivíduos com ansiedade e insônia possuem contraindicação para usar cafeína. Por isso, nessas situações a orientação do médico ou nutricionista é indispensável.

Para mais informações, acesse www.Herbalife.com.

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