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Como ensinar segurança online para as crianças terem uma navegação saudável

  • Destaque 2-palavras, Literatura, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2024-09-27
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Reprodução: Imagem de freepik

Conscientizar sobre os riscos é importante para ter um uso mais seguro nas redes; especialista aponta quatro dicas essenciais

O uso da internet por crianças de 10 a 13 no país recuou pela primeira vez em sete anos: caiu de 84,9% em 2022 para 84,2% em 2023. Os dados são da PNAD de TI e Comunicação, divulgada pelo IBGE. Ainda assim, o dado continua alto e com a adesão cada vez mais frequente por parte das crianças, pais e responsáveis precisam incluir diálogos sobre os riscos que envolvem a internet. Além de falar dos perigos como cyberbullying, ataques hackers e exposição a conteúdos inapropriados, é preciso orientar crianças sobre como acessar as redes sociais de forma consciente e saudável.

“Ensinar crianças e adolescentes sobre segurança online é importante para capacitá-los a navegar de forma responsável e prudente na internet. Ao fornecer-lhes as habilidades e os conhecimentos necessários para proteger sua privacidade, identificar riscos e comportar-se de maneira ética, estamos ajudando a construir uma geração de usuários digitais conscientes”, comenta Henrique Nóbrega, CEO e fundador da Ctrl+Play, rede de franquias de inovação e tecnologia, com aulas de programação e robótica para jovens.

Pensando nisso, o especialista aponta orientações para os pais ajudarem seus filhos a navegarem seguros na web. Confira: 

Conscientizar sobre os riscos

É preciso começar a educação sobre segurança com uma conversa aberta sobre os vários perigos que eles podem enfrentar na internet, como cyberbullying, fraudes, divulgação de informações pessoais e exposição a conteúdos inadequados. Essa conscientização é o ponto de partida para que os jovens entendam os perigos e saibam identificá-los para agir e se protegerem durante a navegação.

Falar de privacidade

Preservar a privacidade é essencial para uma navegação prudente. Isso envolve instruí-los sobre como ajustar adequadamente as configurações de privacidade nas redes sociais, evitar divulgar dados pessoais sensíveis, evitar divulgação de fotos para desconhecidos e identificar tentativas de phishing, entre outras fraudes. Explicar as consequências, como a utilização indevida dessas informações, facilita entender os motivos do cuidado.

Gerenciar senhas e segurança de contas

Os adolescentes e as crianças precisam receber orientação e acompanhamento na hora de criar senhas robustas e exclusivas para suas contas online. Isso implica também em adotar a autenticação em duas etapas sempre que viável, e ensinar sobre como identificar e denunciar atividades suspeitas. 

Nem sempre tem uma idade “certa” para deixar as crianças terem contas nos sites e plataformas que desejam, mas o ideal é que um responsável tenha acesso e controle. A melhor solução não é proibir, e sim monitorar.

Ter um diálogo aberto e contínuo

Por último, é crucial manter uma comunicação franca e regular com os jovens sobre segurança na internet. Vale criar um espaço de acolhimento, se mostrar disponível para oferecer orientação e incentivá-los a compartilhar com os responsáveis as suas experiências, dúvidas e preocupações. Além de incentivar um uso mais saudável e positivo da tecnologia.

“Pais, educadores e outros adultos de confiança desempenham um papel vital ao fornecer orientação e suporte aos jovens durante sua jornada no mundo digital, que tem muitos lados positivos a oferecer”, finaliza o diretor da Ctrl+Play.

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