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Dia Nacional do Livro: autores e obras que aparecem no Enem e vestibulares

  • Destaque 1-palavras, Literatura, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2025-10-29
  • Sem comentários
  • 6 minutos de leitura

Clássicos e contemporâneos da literatura brasileira ajudam estudantes a ampliar repertório cultural e se preparar melhor para provas

Nesta quarta-feira, 29 de outubro, é comemorado o Dia Nacional do Livro. A data homenageia a fundação da Biblioteca Nacional do Brasil, e é uma oportunidade para lembrar a importância da leitura, sobretudo dos escritores nacionais. Apesar da enorme riqueza literária brasileira, o hábito da leitura tem diminuído. De acordo com a 6ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, nos últimos quatro anos o País perdeu 6,7 milhões de leitores, e 53% da população não leu nenhum livro, nem mesmo parcialmente, em 2024.

Para estudantes que estão na fase dos vestibulares, ou que prestarão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os dias 9 e 16 de novembro, conhecer os principais autores e obras da literatura brasileira também é uma forma de ampliar a capacidade de raciocínio, e de argumentação, e conquistar uma boa nota para a sonhada aprovação na universidade. 

“No Enem e na maioria dos vestibulares, os textos literários aparecem em perguntas que exigem análise de trechos, comparação entre autores, reconhecimento de crítica social e interpretação simbólica. Muitos desses livros também fornecem repertório para o aluno argumentar na redação com profundidade e originalidade”, afirma Aline Souza Silva Santos, bibliotecária do Brazilian International School – BIS. 

A bibliotecária elenca, abaixo, autores e livros que costumam ser citados no Enem e nos principais vestibulares nacionais. Muitos dos títulos já estão em domínio público ou foram adaptados em forma de filmes e séries, o que ajuda ainda mais ao aluno ter acesso e entender melhor as obras. 

Aluísio Azevedo

Aluísio Azevedo (São Luís/MA, 1857 – Buenos Aires, Argentina, 1913) foi caricaturista, jornalista, romancista e diplomata. Tem sua obra marcada pela observação e análise dos agrupamentos humanos, a degradação das casas de pensão e sua exploração pelo imigrante, principalmente o português. Principais obras: O mulato (1881), Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890). 

Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade (Itibira/MG, 1902 – Rio de Janeiro/RJ, 1987) levou uma existência aparentemente modesta e avessa aos holofotes enquanto criava uma vasta obra literária de poesia e crônica para jornais, marcando todas as gerações posteriores da literatura produzida no Brasil. Principais obras: Sentimento do mundo (1940), Antologia poética (1962). 

Carolina Maria de Jesus

Carolina Maria de Jesus (Sacramento/MG, 1914 – São Paulo/SP, 1977) foi uma das primeiras escritoras negras do Brasil. Peregrinou com a mãe, vinda de sua cidade natal, em busca de trabalho pelas cidades do interior paulista, quando chegou à capital do estado em 1947 e se instalou na favela do Canindé, de onde saía diariamente para trabalhar como catadora de papel. Principal obra: Quarto de Despejo (1960). 

Clarice Lispector

Clarice Lispector (República Popular da Ucrânia, 1920 – Rio de Janeiro/RJ, 1977) é considerada um dos maiores nomes da literatura brasileira, e hoje é amplamente traduzida e divulgada. Buscou a universalidade e a prospecção do próprio interior, produzindo uma literatura de excelência incontestável e estilo inimitável. Sua obra inclui também livros para o público infantojuvenil e um vasto número de crônicas. Principais obras: Laços de família (1960), A legião estrangeira (1964) e A hora da estrela (1977). 

Conceição Evaristo

Conceição Evaristo (Belo Horizonte/MG 1946) é romancista, contista, poeta, e pesquisadora na área de literatura comparada. Estreou na literatura em 1990, e é um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea. Sua matéria-prima literária é a vivência das mulheres negras, e seu trabalho tem por base reflexões sobre as profundas desigualdades raciais brasileiras. Principais obras: Ponciá Vicêncio (2003), Olhos d’Água (2014) e Canções para ninar meninos grandes (2018). 

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos (Quebrangulo/AL, 1892 – Rio de Janeiro/RJ, 1953) foi romancista, contista e cronista. Parte considerável da obra do autor aborda sua preocupação com os desajustes sociais e políticos do Brasil de seu tempo, além de retratarem a cultura e a vida no sertão nordestino. Principais obras: Caetés (1933), São Bernardo (1934), Vidas secas (1938) e Memórias do cárcere (1953). 

João Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa (Cordisburgo/MG, 1908 – Rio de Janeiro/RJ, 1967) foi contista, novelista, romancista e diplomata. A obra do autor faz uso de material de origem regional para uma interpretação mítica da realidade, por meio de símbolos e mitos. É um dos escritores mais aclamados da língua portuguesa. Principais obras: Sagarana (1946), Corpo de baile (1956) e Grande Sertão: Veredas (1956). 

Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida

Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida(Rio de Janeiro, 1862 – Rio de Janeiro, 1934) foi uma escritora, cronista, teatróloga e abolicionista brasileira. Atuou como colaboradora em diversos periódicos nacionais — uma atividade ainda incomum para mulheres em sua época — sempre defendendo causas relevantes, como a abolição da escravidão, a proclamação da República, o direito ao divórcio, a educação formal das mulheres e os direitos civis. Foi a única mulher entre os idealizadores da Academia Brasileira de Letras, embora tenha sido impedida de ocupar uma cadeira na instituição, que, à época, optou por manter sua composição exclusivamente masculina, seguindo o modelo da Academia Francesa. Principais obras: Memórias de Martha (1899) e A falência (1901).

Itamar Vieira Júnior

Itamar Vieira Júnior (Salvador/BA, 1979) é geógrafo e doutor em estudos étnicos e africanos. Sua ficção apresenta a perspectiva de indivíduos socialmente marginalizados, vítimas de violências estruturais como o racismo e o machismo. Principais obras: Torto arado (2019), um dos maiores sucessos de público e crítica da literatura brasileira das últimas décadas; e Salvar o fogo (2023). 

Jeferson Tenório

Jeferson Tenório (Rio de Janeiro/RJ, 1977) é doutor em teoria literária e um dos mais proeminentes autores contemporâneos. Seus livros abordam o racismo estrutural e como ele impacta as esferas da vida em sociedade; além de temas como o pertencimento e a importância dos afetos e da memória. Principais obras: Estela sem Deus (2022) e O avesso da pele (2020). 

Jorge Amado

Jorge Amado (Itabuna/BA, 1912 – Salvador/BA, 2001) foi jornalista, político, e um dos mais populares escritores brasileiros do século XX. Sua obra retrata os costumes, cultura e lutas sociais da Bahia do século XX. Seus livros receberam inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão. Principais obras: Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Gabriela, Cravo e Canela (1958), Dona Flor e Seus Dois Maridos (1966) e Tieta do Agreste (1977). 

José de Alencar

José de Alencar (Fortaleza/CE, 1829 – Rio de Janeiro/RJ, 1877) foi advogado, jornalista, político, orador, romancista e teatrólogo. Foi chamado de “o patriarca da literatura brasileira”, tendo contribuído para a nacionalização da literatura no Brasil e para a consolidação do romance brasileiro. Sua obra é reconhecida pela qualidade literária e retrata temas nacionalistas, históricos e da cultura popular, tendo inovado também por criar protagonistas femininas fortes e questionadoras. Principais obras: O guarani (1857), Iracema (1865) e Senhora (1875). 

Machado de Assis

Machado de Assis (Rio de Janeiro/RJ, 1839 – Rio de Janeiro/RJ, 1908) foi jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo. É considerado o maior escritor da literatura brasileira. Seus livros têm como principal característica o diálogo entre o autor e o leitor, com uso de ironia e humor, explorando os aspectos psicológicos dos personagens para criticar os costumes da sociedade brasileira da época. Principais obras: Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891) e Dom Casmurro (1899). 

Marcelo Rubens Paiva

Marcelo Rubens Paiva(São Paulo, 1959) é escritor, dramaturgo e roteirista. Seus livros abordam experiências pessoais e familiares em temas como a memória, a paternidade; e a história do Brasil sob a ditadura militar e da luta por verdade. Tem obras adaptadas para o cinema, teatro e séries de TV. Principais obras: Feliz Ano Velho (1982) e Ainda Estou Aqui (2015). 

Mário de Andrade

Mário de Andrade (São Paulo, 1893 – São Paulo, 1945) foi um dos mais importantes escritores brasileiros do século XX, tendo também se destacado como crítico literário, musicólogo, folclorista e produtor cultural. Figura central da Semana de Arte Moderna de 1922, sua obra tem como pilar a valorização da identidade e da cultura brasileiras. Principais obras: Paulicéia Desvairada (1922) e Macunaíma (1928). 

Rachel de Queiroz

Rachel de Queiroz (Fortaleza/CE, 1910 – Rio de Janeiro/RJ, 2003) foi escritora, jornalista, tradutora e dramaturga brasileira, a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, e a primeira mulher a receber o Prêmio Camões. Sua obra aborda tem raízes autobiográficas e aborda temas como a emancipação feminina; e questões sociais como a seca, a miséria e a luta pela sobrevivência do povo nordestino. Principais obras: O Quinze (1930) e Memorial de Maria Moura (1992).

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