Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Diagnóstico precoce de transtornos do neurodesenvolvimento melhora qualidade de vida

  • Destaque 1-palavras, Educação, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2025-02-21
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Especialista em educação parental afirma que o diagnóstico precoce dos transtornos é mais libertador do que assustador para crianças e cuidadores

Muitas famílias, por falta de informação, dificuldades ou até mesmo por resistência ao diagnóstico, deixam de identificar precocemente os transtornos do neurodesenvolvimento em crianças e adolescentes.

De acordo com o Manual Estatístico de Saúde Mental, o DSM-5, esses transtornos são alterações neurológicas que podem interferir na aquisição, retenção ou aplicação de habilidades e conhecimentos. Eles podem afetar atenção, memória, percepção, linguagem, solução de problemas e interação social. Dependendo da gravidade, podem ser manejados com intervenções comportamentais e educacionais ou necessitar de suporte mais intensivo.

Andreia Rossi, orientadora parental e especialista em Transtorno Opositor Desafiador (TOD), destaca que o tempo é um fator essencial para o diagnóstico preciso de alguns transtornos. “Para algumas condições, como autismo e atraso global do desenvolvimento, é possível identificar sinais nos primeiros anos de vida. No entanto, outros transtornos exigem que a criança apresente respostas a determinadas situações para que se inicie uma investigação”, explica.

Ela enfatiza que o diagnóstico de transtornos como o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) exige uma idade mínima para avaliação confiável. “Como diagnosticar uma criança com TDAH aos dois anos? Não dá. Aos quatro anos, também é cedo”, reforça Andreia.

A fase da pré-alfabetização é um período-chave para observação, pois permite que as respostas da criança sejam analisadas de forma mais eficaz. Antes disso, qualquer suspeita é considerada uma hipótese diagnóstica. “Mesmo que a criança já demonstre dificuldades emocionais, de aprendizado ou relacionamento, o diagnóstico definitivo só pode ser feito quando ela alcança uma idade em que sua resposta pode ser devidamente analisada”, acrescenta.

A demora na identificação dos transtornos pode levar a prejuízos significativos, tanto emocionais quanto acadêmicos. Crianças podem apresentar dificuldades de relacionamento com os pares e a família, além de desafios no ambiente escolar.

Segundo Andreia Rossi, sempre que uma criança foge do padrão esperado para sua idade e apresenta prejuízos evidentes, é essencial buscar avaliação especializada. “Se uma criança muito pequena é encaminhada para terapia, estimulação ou desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais, sua resposta é analisada. Se com intervenção precoce ela supera os desafios, provavelmente não há um transtorno envolvido. Mas se os prejuízos persistem, a investigação precisa continuar”, esclarece.

A especialista reforça que tanto a intervenção quanto a investigação precoce são fundamentais para abrir janelas de oportunidade no desenvolvimento infantil. “Se essa janela de aprendizado é perdida, a criança continua capaz de aprender, mas o processo se torna mais sofrido e traumático. A intervenção precoce reduz o estresse da criança e aumenta suas chances de um desenvolvimento mais saudável”, afirma.

Ela ressalta que o objetivo não é buscar um padrão de “normalidade”, mas minimizar sofrimentos e prejuízos. “Com diagnóstico e intervenção precoces, é possível reduzir terapias futuras e evitar que o sofrimento da criança cresça como uma bola de neve. Não se trata de ‘coisa de criança que vai passar’. Quando a intervenção não acontece, surgem problemas de autoestima, estigmatização, dificuldades acadêmicas e relações sociais prejudicadas”, alerta Andreia.

Por fim, a especialista lembra que a criança não tem capacidade de se autorregular sozinha e depende de recursos adequados para seu desenvolvimento. “Elas não possuem um cérebro sofisticado o suficiente para se modelar sozinho. O acompanhamento correto pode facilitar a neuroplasticidade e proporcionar um desenvolvimento mais equilibrado”, conclui.

Sobre a especialista:

Andreia Rossi é psicopedagoga e orientadora parental, especializada em Transtorno Opositivo Desafiador e em relações entre pais e filhos. Sua especialização se deu pelo fato de sua filha adolescente, receber o laudo de TOD aos 8 anos. Hoje, ela é fonte de informação nas redes sociais, além de ministrar cursos e palestras. Pode contribuir para pautas sobre transtornos do neurodesenvolvimento e temas familiares.

Instagram: @tod_tecontotudo

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorCancelamentos de voos no Brasil disparam no verão, aponta AirHelp
PróximoLivro da coleção Ritmos do Brasil conta a história do Carnaval para criançasNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Margareth Menezes comanda um mar de fantasiados no bloco ‘Os Mascarados’

13 de fevereiro de 2026

Grupo Botequim integra programação oficial do Carnaval do Pelourinho neste domingo (15)

13 de fevereiro de 2026

Ícone da música baiana, Luiz Caldas abre o Carnaval de Salvador com sua pipoca fiel e contagiante

13 de fevereiro de 2026

Beco das Cores, Palco do Rock, Espaço Mix e Torre Beats ampliam opções no Carnaval de Salvador

13 de fevereiro de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Margareth Menezes comanda um mar de fantasiados no bloco ‘Os Mascarados’

Grupo Botequim integra programação oficial do Carnaval do Pelourinho neste domingo (15)

Ícone da música baiana, Luiz Caldas abre o Carnaval de Salvador com sua pipoca fiel e contagiante

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui