Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Dificuldade para engolir ou engasgos frequentes? Saiba quando procurar um especialista

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-08-01
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Disfagia pode estar relacionada a distúrbios na laringe e comprometer a respiração, a voz e a qualidade de vida

Sensação de alimento parado na garganta, engasgos com líquidos ou sólidos e até falta de ar ao comer não devem ser ignorados. Esses sintomas podem indicar disfagia, condição que afeta a capacidade de engolir de forma segura e eficiente. O alerta é da otorrinolaringologista e especialista em laringologia, Érica Campos, que destaca a importância de procurar avaliação médica quando esses sinais se tornam frequentes ou persistentes.

“A deglutição envolve um processo neuromuscular bastante complexo. Quando ocorre uma alteração nesse mecanismo, o paciente pode apresentar tosse após engolir, engasgos repetidos, sensação de alimento parado na garganta ou dor ao deglutir. Esses sinais não devem ser ignorados”, afirma a médica.

A disfagia é a dificuldade ou dor para engolir alimentos e líquidos. Em muitos casos, o paciente descreve a sensação de que o alimento “prende” na garganta ou no peito, ou que engole errado com frequência. A condição é dividida em dois tipos:

  • Disfagia orofaríngea: ocorre logo no início da deglutição, com engasgos, tosse ou sufocamento.
  • Disfagia esofágica: ocorre quando há sensação de que o alimento ou líquido está parado na base da garganta ou no peito, mesmo após já ter iniciado o ato de engolir.

As causas são variadas e envolvem desde alterações estruturais até doenças neurológicas. A condição é comum em idosos e em pessoas com doenças como Parkinson e Alzheimer — estudos estimam que 80% dos pacientes com Parkinson e dois terços dos com Alzheimer podem desenvolver disfagia. Tumores, doenças como o divertículo de Zenker, sequelas de AVC e até traumas ou cirurgias na região da cabeça e pescoço também estão entre os fatores de risco.

Além da tosse ou engasgos frequentes, Érica conta que outros sintomas podem estar associados e ser um sinal de alerta para buscar ajuda médica:

  • Excesso de salivação;
  • Dor ou sensação de obstrução ao engolir;
  • Regurgitação;
  • Azia frequente;
  • Problemas na fala;
  • Perda de peso sem causa aparente.

O diagnóstico é clínico, mas pode incluir exames como videoendoscopia da deglutição, nasofibrolaringoscopia, endoscopia digestiva alta ou manometria. O tratamento depende da causa, podendo envolver fonoaudiologia, medicação, dilatação ou cirurgia. Em alguns casos, a disfagia pode ser curada com ajustes no padrão alimentar e reabilitação.

“A boa notícia é que, quando identificada precocemente e tratada de forma adequada, a disfagia tem controle e, em muitos casos, cura. O mais importante é que o paciente não minimize os sintomas”, reforça Érica.

Algumas medidas simples podem ajudar a prevenir complicações durante o tratamento da disfagia, como preferir alimentos macios e bem cozidos, evitar alimentos secos ou de difícil mastigação, cortar os alimentos em pedaços pequenos, manter a postura ereta ao se alimentar e evitar deitar-se logo após comer.

Sobre Érica Campos

Referência em transição da voz, Érica Campos tem Fellowship em Laringologia e Otorrino Pediatria Avançada (UNICAMP), é Mestre em Neurolaringologia (UNICAMP) e tem formação complementar no Mount Sinai Hospital, em New York/USA, e no Massachusetts General Hospital & Harvard Medical School, em Massachusetts/USA. É Membro Titular da ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial) e Full Member da IATVS (International Association of TransVoice Surgeons). Também atua como preceptora no Serviço de Laringologia do Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (UFBA) e Hospital Otorrinos. 

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorAlta-costura se reconecta à natureza com estética regenerativa
PróximoSumirê aposta em tons invernais e fórmula vegana na nova coleção Café MochaNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Carlinhos Brown comanda Enxaguada de Yemanjá 2026 e recebe grandes nomes da música brasileira

30 de janeiro de 2026

Brasil registra mais de 22 mil novos casos de hanseníase; doença tem cura e tratamento pelo SUS

30 de janeiro de 2026

Sofreu um acidente? Saiba quando o auxílio-acidente pode ser concedido

30 de janeiro de 2026

Lupo aposta na brasilidade para as cores que vão vestir a folia do Carnaval 2026

30 de janeiro de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Lupo aposta na brasilidade para as cores que vão vestir a folia do Carnaval 2026

O Boticário cresce em 60% o investimento no lançamento do novo Malbec Black Legend

Juliana Ribeiro comanda o projeto “As Saideiras” no 2 de fevereiro

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui