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Documentário inédito ‘A Bahia Me Fez Assim’ celebra a música baiana

  • Audiovisual, Destaque 2-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-08-24
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Àttooxxá e Larissa Luz reinventaram juntos a primeira música gravada no Brasil (Crédito: Divulgação/Curta!)

Celeiro de músicos imprescindíveis da MPB como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Caetano Veloso e João Gilberto, a Bahia conta com muitos outros talentos que formaram sua rica mistura de ritmos e sons. Alguns deles estão no documentário inédito “A Bahia Me Fez Assim”, de Sérgio Machado, que estreia com exclusividade no Curta!. 

Com direção e roteiro de Sérgio Machado e com Alê Siqueira assinando a direção musical, o filme explora os ritmos baianos, apresenta encontros entre artistas de diferentes gerações e acompanha o processo de elaboração de releituras para composições clássicas da Bahia. A obra foi viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e tem produção da Janela do Mundo. 

“A gente tem um papel protagonista na formação musical brasileira desde a época de Brasil colônia”, afirma o clarinetista Ivan Sacerdote. 

Em seis encontros criativos, músicos de diferentes gêneros são convidados para regravar canções de baianos do passado. A proposta é simples: eles se encontram sem nada preparado e, em apenas um dia, reimaginam uma faixa icônica. O documentário começa, claro, pelo começo. A primeira música gravada no Brasil, de Xisto Bahia, em 1902, o lundu “Isto É Bom” ganha nova versão de Àttooxxá e Larissa Luz. 

No segundo dia, uma homenagem à malandragem com a canção “Camisa Listrada”, de 1937, de Assis Valente. Para novos sons a esse samba, que ficou eternizado pela voz de Carmem Miranda, se juntam Afrocidade, Rachel Reis e Iuri Passos. A terceira canção é “Como Vovó Já Dizia”, de Raul Seixas e Paulo Coelho. Censurada pela Ditadura em 1973, foi reinterpretada no carisma e no talento das Ganhadeiras de Itapuã e Yayá Muxima, transformando o rock nacional em um swing de roda. 

“Aqui a gente recebeu uma diversidade absurda de pessoas. Não é só ritmo, o ritmo está associado a um povo, então há diversos povos, diversas línguas. Estamos sempre fazendo rodas, círculos de tambores. Sempre fazendo com que esses elementos dialoguem: o ferro, o atabaque, o coro”, ressalta Iuri Passos. 

O documentário apresenta também a nova versão de um dos grandes clássicos da música brasileira. Fundamental para a formação da Bossa Nova, o álbum “Chega de Saudade”, do juazeirense João Gilberto, tem as raras “Hô-Bá-Lá-Lá” e “Bimbom” celebradas pelo primeiro bloco afro do Brasil, Ile Ayê, Tiganá Santana e Ivan Sacerdote no quarto encontro. A quinta música homenageia Letieres Leite, falecido em 2021, com a Orkestra Rumpilezz e Rumpilezzinho tocando “Honra ao Rei”. 

A musicalidade e as relações humanas calorosas são exaltadas no documentário, que finaliza a conexão entre passado e presente com Novos Baianos na última e sexta música. O álbum Novos Baianos FC, de 1973, traz a música “Sorrir e Cantar como Bahia”, repaginado pela nova geração com Xênia França, vencedora do Grammy Latino, e Melly, artista revelação do Prêmio Multishow. 

“Eu escolho os caminhos que Xênia não escolhe e Xênia escolhe os que eu não escolho. Então a gente tem de chegar a comum acordo. E isso, assim é um processo de criação em conjunto, em aberto”, detalha Melly. 

“A Bahia Me Fez Assim” é uma produção da Janela do Mundo, viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O filme também pode ser visto no CurtaOn – Clube de Documentários, disponível no Prime Video Channels, da Amazon, na Claro TV+ e no site oficial da plataforma (CurtaOn.com.br) a partir do dia 26. A estreia é no dia temático Segundas da Música, 25 de agosto, às 22h30.

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