Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Em agosto sons que contam a história da Bahia sobem ao palco do Largo do Cruzeiro de São Francisco

  • Música, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2025-08-01
  • Sem comentários
  • 5 minutos de leitura

Cid Rocha

Agosto chega ao Pelourinho com cheiro de memória viva, celebrando os artistas que vêm costurando, com suas vozes e instrumentos, a trilha sonora afetiva das noites no Largo do Cruzeiro de São Francisco. Sem pressa, sem presságio de fim, mas com a constância dos encontros que se tornam tradição, o Palco do Cruzeiro reafirma sua função como espaço de acolhimento, resistência e reinvenção da música feita na Bahia.

Ao longo do mês, músicos que já encantaram o público retornam para novas apresentações, levando à cena versões mais profundas e maduras de suas obras. Não se trata apenas de repetir repertórios, mas de reviver experiências com outros contornos, outras emoções — afinal, nenhuma apresentação é igual à anterior quando se está diante de artistas cuja relação com a arte é viva, orgânica e sensível.

Com um couvert artístico simbólico de R$ 10,00, o projeto mantém seu compromisso com o acesso e a valorização da cultura local. A boa música é acompanhada por sabores marcantes e autênticos, oferecidos pelos parceiros Boteco do Pelô, Cuco Bistrô e Odoyá, compondo uma experiência completa de arte e afeto no coração histórico de Salvador.

Confira a programação e conheça mais a fundo os artistas que fazem de agosto um mês de música, memória e emoção no Pelô:

Duda Rodrigues

01, 06, 13, 20 e 27 de agosto

Com um timbre que abraça e uma presença de palco marcada por sensibilidade, Duda Rodrigues é uma das vozes mais autorais da nova geração da música baiana. Nascida e criada em Salvador, Duda mistura elementos da MPB, do folk e do pop nacional em uma proposta musical que privilegia o afeto, o autoconhecimento e a liberdade feminina.

Suas composições são como páginas de um diário poético, escritas com coragem e cantadas com ternura. A artista tem o dom de transformar grandes temas em canções íntimas, que tocam pela simplicidade e beleza. Ao subir ao Palco do Cruzeiro, Duda não apenas canta — ela cria um espaço de escuta verdadeira, de partilha e transformação.

Cid Rocha

02, 09, 13 e 23 de agosto

Carismático, ousado e energético, Cid Rocha é a tradução da festa que pulsa na Bahia. Com uma carreira construída entre o pop baiano, o axé e a música eletrônica, o artista se destaca por shows performáticos, que envolvem o público não só pela música, mas pela força cênica de sua presença.

Seus espetáculos são uma verdadeira celebração coletiva: dançantes, luminosos, cheios de ritmo e emoção. Cid passeia com maestria entre clássicos da música popular e composições próprias, sempre com arranjos modernos e contagiantes. No Palco do Cruzeiro, ele transforma a noite em movimento — onde cada corpo dança, cada olhar brilha, e cada canção é um convite à alegria.

Grupo Diparêia

04, 11, 18 e 25 de agosto

O Diparêia é mais que um grupo musical: é um manifesto de amor à cultura nordestina. Formado por músicos que carregam na bagagem a vivência dos ritmos da terra, o grupo cria uma sonoridade que mistura MPB, samba de roda, baião e música regional, em interpretações que reverenciam mestres como Gilberto Gil, Clara Nunes, Luiz Gonzaga e Geraldo Azevedo.

Seu repertório emociona e aquece, como uma roda de conversa em noite estrelada. A proposta do Diparêia é simples e poderosa: tocar o que é da gente, cantar o que emociona, e celebrar a tradição sem perder a vibração da contemporaneidade. Suas apresentações no Cruzeiro são encontros com a memória afetiva da Bahia e com o espírito festeiro do Nordeste.

Aldir Floquet

05, 12, 19 e 26 de agosto

Aldir Floquet é um artesão da música instrumental. Gaitista e compositor soteropolitano, sua trajetória começou no blues, mas ao longo dos anos ele foi ampliando sua linguagem para incorporar elementos da música afro-brasileira, do samba, da bossa nova e da música popular.

Com apresentações cheias de nuances e um domínio técnico impressionante da gaita, Aldir desenvolveu uma assinatura sonora própria — uma fusão entre tradição e liberdade. Seu trabalho propõe um olhar novo sobre a música instrumental, trazendo lirismo, emoção e identidade a cada interpretação. No Palco do Cruzeiro, Aldir oferece ao público experiências sonoras profundas, que falam sem palavras e tocam diretamente a alma.

Elpídio Bastos

07, 14, 21 e 28 de agosto

Elegância, técnica e sensibilidade definem a obra de Elpídio Bastos. Instrumentista com longa trajetória na cena baiana, Elpídio é um dos nomes mais respeitados da música instrumental da Bahia. Com seu violão, cavaquinho e bandolim, ele tece melodias que transitam entre o choro, o samba e o jazz com precisão e poesia.

Seus shows são momentos de contemplação: cada nota, cada pausa, cada frase musical é construída com cuidado artesanal. Elpídio convida o público a um mergulho em sonoridades que muitas vezes falam mais do que qualquer palavra. Um respiro em meio ao ritmo acelerado da cidade — onde se ouve o silêncio que existe entre as notas.

Lucas Sampaio

08, 15, 22 e 29 de agosto

Nascido em Jequié e radicado em Salvador, Lucas Sampaio é um dos grandes representantes do forró de raiz da Bahia. Com mais de 20 anos de estrada, sua trajetória é marcada pelo compromisso com a tradição nordestina e pela capacidade de reinventar-se sem perder a essência.

Ao lado da banda Bju de Milho, Lucas entrega shows intensos e dançantes, onde xote, baião e forró pé-de-serra se misturam a pitadas de sofrência e muito carisma. Suas apresentações são cheias de verdade, de história e de calor humano — um forró que pulsa com alma, suor e poesia.

Rodrigo Metais

16 e 30 de agosto

Rodrigo Oliveira, mais conhecido como Rodrigo Metais, estuda música desde a infância. Seu apelido vem dos instrumentos de sopro que domina — saxofone e flauta —, mas ele também se destaca no violão e no cavaquinho, compondo um repertório diversificado que vai do popular ao autoral com fluidez e personalidade.

Hoje em carreira solo, Rodrigo apresenta shows que passeiam por clássicos da música brasileira em versões próprias e por composições suas, que misturam lirismo e musicalidade com naturalidade. Suas apresentações no Palco do Cruzeiro são encontros com a diversidade sonora do país, sempre conduzidos com talento, paixão e um profundo respeito à tradição.

Serviço Completo
Local: Largo do Cruzeiro de São Francisco – Pelourinho, Salvador – BA
Datas: De 01 a 30 de agosto
Horário: A partir das 18h30
Entrada: R$ 10,00 (couvert artístico simbólico)
Gastronomia: Boteco do Pelô, Cuco Bistrô e Odoyá

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorForró Diparêia Leva a Autêntica Música Nordestina para o Coração do Pelourinho
PróximoCineclube GeraSol encerra temporada de 2025 com homenagem ao cinema de Lençóis (BA)Next
Picture of dorisadm

dorisadm

Postagens Recentes

Carlinhos Brown comanda Enxaguada de Yemanjá 2026 e recebe grandes nomes da música brasileira

30 de janeiro de 2026

Brasil registra mais de 22 mil novos casos de hanseníase; doença tem cura e tratamento pelo SUS

30 de janeiro de 2026

Sofreu um acidente? Saiba quando o auxílio-acidente pode ser concedido

30 de janeiro de 2026

Lupo aposta na brasilidade para as cores que vão vestir a folia do Carnaval 2026

30 de janeiro de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Lupo aposta na brasilidade para as cores que vão vestir a folia do Carnaval 2026

O Boticário cresce em 60% o investimento no lançamento do novo Malbec Black Legend

Juliana Ribeiro comanda o projeto “As Saideiras” no 2 de fevereiro

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui
 

Carregando comentários...