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Em novembro, 5 documentários celebram o Mês da Consciência Negra no SescTV

  • Audiovisual, Destaque 2-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-10-26
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Documentário “Dorivando Saravá, O Preto Que Virou Mar”, de Henrique Dantas, estreia 1/11, no SescTV. Foto: Divulgação.

Programação de novembro revisita a força criadora e ancestral da cultura afro-brasileira, na canção popular e na espiritualidade dos terreiros baianos.

Em novembro, mês em que o país reforça o compromisso com a memória e as lutas do povo negro, o SescTV apresenta uma programação de documentários que atravessam oceanos, terreiros e vozes. São histórias que cantam o invisível e o ancestral, que reconstroem as trajetórias de Dorival Caymmi, Luiz Melodia e Mateus Aleluia, e que afirmam a presença das mulheres negras e das tradições afro-brasileiras no imaginário e na cultura do país.

A programação começa em 1/11, sábado, com Dorivando Saravá, O Preto Que Virou Mar (2023), de Henrique Dantas. O filme costura fragmentos da vida e da obra de Dorival Caymmi, revelando o compositor baiano não apenas como cronista do mar, mas como quem traduziu em canção a profundidade das águas de sua ancestralidade. Gilberto Gil, Tom Zé, Mateus Aleluia e Tiganá Santana ajudam a refazer esse desenho, no qual Caymmi aparece como mediador entre o espiritual e o tangível, entre o batuque do terreiro e a brisa da praia. Há no documentário um movimento de retorno, o mar de Caymmi é também o mar negro, oceano de travessias e memórias.


No domingo, 9/11, com Corpos Invisíveis (2022), de Quézia Lopes, obra que transforma em presença o que por séculos se tentou apagar. Onze mulheres negras, de diferentes idades e trajetórias, falam e performam sobre o que é ser mulher negra no Brasil, entre afetos, maternidades, ancestralidades e violências. Suas falas, mais que depoimentos, são atos de afirmação e cura. O longa, que recebeu menção honrosa no 16º LABRFF – Los Angeles Brazilian Film Festival, convoca o público a olhar para além do espelho: cada corpo filmado é uma fronteira rompida, uma memória reescrita.


Na sexta seguinte, 16/11, em Todas as Melodias (2019), Marcos Abujamra traça o retrato íntimo e contraditório de Luiz Melodia, artista que fez da música uma forma de resistência. A infância no Morro de São Carlos, a descoberta precoce do violão, a consagração com Pérola Negra e as parcerias com Waly Salomão, Zezé Motta e Jards Macalé compõem uma narrativa que pulsa como soul, samba e poesia. No filme, a câmera, delicada e atenta, revela não apenas o brilho, mas também a dor do artista. O racismo sofrido ao longo da vida é lembrado pela companheira Jane Reis, que compartilha relatos de exclusão e silenciamento, dando voz a uma memória de resistência.

Domingo, 23/11,o olhar se volta para a Bahia profunda em Terreiros de Candomblé de Cachoeira e São Félix (2023), de Ceicça Boaventura. O documentário percorre os dez terreiros patrimonializados do Recôncavo Baiano, berço de resistência e fé. Entre cantos, rezas e relatos de mães e pais de santo, o filme reconstrói a genealogia do Candomblé, religião que sobreviveu à perseguição colonial e policial para reinventar o sagrado em território brasileiro. Cada casa, cada orixá, é um arquivo vivo de liberdade. A abertura, com o poema Orixá, de Jorge Portugal, anuncia o que virá: um canto coletivo por dignidade, paz e axé.
 

Fechando a programação no sábado, 29/11, Aleluia – O Canto Infinito do Tincoã (2020), de Tenille Bezerra, acompanha Mateus Aleluia entre Cachoeira e Luanda, entre o visível e o espiritual. O músico, que foi um dos fundadores do grupo Os Tincoãs, reflete sobre tempo, criação e transcendência. Sua fala é feita de pausas, como se cada silêncio fosse também música. “A arte é um sopro”, diz ele. O filme parece se moldar a essa respiração. Ao acompanhar o processo de composição de seu segundo disco, o documentário revela um artista que canta o mundo não para entendê-lo, mas para mantê-lo vivo.
 
Entre mares, morros e terreiros, o SescTV convida o público a celebrar a potência da cultura negra brasileira. Cada filme é um gesto de memória e um chamado à escuta — porque há histórias que o país ainda precisa aprender a ouvir. Os documentários vão ao ar às sextas e aos sábados, às 22h30, e ficam disponíveis também sob demanda em sesctv.org.br, no app e na plataforma Sesc Digital.
 

SERVIÇO – SESCTV
 

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL – CONSCIÊNCIA NEGRA 2025 
Assista em sesctv.org.br/noar
 

Dorivando Saravá, o preto que virou mar 
Dir. Henrique Dantas | Brasil | 2023 | 70 min | Livre
01/11, sábado, 22h
 

Corpos Invisíveis
Dir. Quézia Lopes | Brasil | 2022 | 70 min | 12 anos
09/11, sexta, 22h30
 

Todas as Melodias 
Dir. Marcos Abujamra | Brasil | 2019 | 90 min | Livre
16/11, sexta, 22h30
 

Terreiros de Candomblé de Cachoeira e São Félix 
Dir. Ceicça Boaventura | Brasil | 2023 | 75 min | Livre
23/11, domingo, 22h30
 

Aleluia – O Canto Infinito do Tincoã 
Dir. Tenille Bezerra | Brasil | 2020 | 85 min | Livre
29/11, sábado, 22h

Sob demanda 
Quando: a partir de 1 de novembro de 2025
 
Assista emsesctv.org.br e sesc.digital 
Baixe gratuitamente o app Sesc Digital, disponível na App Store e Google Play.
 
Para sintonizar o SescTV:  
Consulte sua operadora   
Assista também online em sesctv.org.br
Siga o SescTV nas redes @sesctv
 
SOBRE O SESCTV 

O SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua programação é constituída por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com variadas expressões da música e da dança contemporânea. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira em conexão com temas universais. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras linguagens artísticas também estão presentes na programação.

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