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Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros completa 25 anos e anuncia edição comemorativa

  • Calendário, Destaque 2-saia-de-casa, Saia de Casa, Sub-Editoria Saia de Casa
  • 2025-06-23
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Banda de Congo Panela de Barro de Goiabeiras Banda de Congo Panela de Barro de Goiabeiras | Crédito: Michelly Matos

Evento reconhecido como patrimônio imaterial de Goiás terá agenda expandida de julho a setembro na Chapada dos Veadeiros

De 13 a 20 de setembro de 2025, a Vila de São Jorge, no coração da Chapada dos Veadeiros (GO), volta a ser palco do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, um dos mais longevos e respeitados festivais dedicados aos saberes e manifestações culturais populares e tradicionais do Brasil. Em sua 25ª edição, o evento realizado pela Aldeia Multiétnica em parceria com a Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge anuncia uma agenda ampliada, que se inicia ainda em julho e se estende até o fim de setembro, com uma série de festivais, encontros e ações simbólicas que reafirmam seu papel como território de resistência e celebração.

Criado em 2000, o Encontro já reuniu milhares de mestres e mestras da cultura popular, povos indígenas, quilombolas, artistas, educadores, pesquisadores e visitantes de todas as regiões do país. Ao longo dessas duas décadas e meia, consolidou-se como espaço de articulação política, vivência intergeracional e salvaguarda de expressões culturais muitas vezes invisibilizadas nos grandes centros. 

“Chegar a 25 anos no Brasil fazendo cultura popular, com pé no território e compromisso com os povos tradicionais, não é fácil, é quase um milagre logístico e político”, afirma Juliano George Basso, articulador cultural e coordenador do Encontro. “O que sustentou o Encontro até aqui foi uma rede de gente comprometida — mestres, mestras, produtores, artistas, comunidades — que acredita que faz sentido”.

A edição de 2025 ganha novo significado também pela escolha por ampliar as ações de julho até setembro,mês em que se celebra o bioma Cerrado, segundo maior bioma do mundo e savana tropical mais rica em biodiversidade do planeta, que ocupa 23,3%  do território brasileiro. 

“O Cerrado é o berço das águas do Brasil, guardião das nascentes que alimentam as maiores bacias hidrográficas da América do Sul. Celebrar o Encontro em setembro é um ato de reverência, mas também de resistência: é afirmar a centralidade do Cerrado na luta pela vida.Alinhar nossa programação ao calendário do Cerrado nos permite reconectar ainda mais profundamente com o bioma, com a terra e com os povos que o defendem há séculos”, explica Juliano.

A programação ampliada de 2025 vai incluir eventos que precedem a semana principal de setembro, como a XVII Aldeia Multiétnica, o Encontro na Aldeia com shows nacionais e o Festival de Forró na Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, que acontecerão em julho e integram a agenda do Encontro. Durante todo esse período, romarias, festejos e vivências estarão presentes, respeitando os tempos e os modos de cada tradição.

25 anos de contribuição para a cultura viva brasileira

O Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros é um momento de celebração da cultura popular brasileira e de intersecção entre as mais diversas manifestações da cultura tradicional espalhadas pelo Centro-Oeste e por todo o país. Reconhecido como patrimônio cultural imaterial de Goiás em 2023, acompanhou, desde sua origem, a construção de marcos importantes das políticas culturais brasileiras. 

Como explica Juliano, o evento surgiu em um momento em que o país começava a discutir o patrimônio imaterial como política pública, e ao longo dos anos foi se tornando um território de prática viva dos princípios que depois seriam incorporados por políticas como o Programa Cultura Viva, a valorização de mestres e mestras como patrimônio vivo e a obrigatoriedade da presença das culturas afro-brasileira e indígena nos currículos escolares. “Tudo isso que a gente já fazia — rodas, cortejos, transmissão entre gerações — estava ali nas políticas que foram surgindo”, relembra.

Para Juliano, é justamente esse enraizamento nos territórios e nas comunidades que dá sentido e permanência ao projeto. “Hoje, o Encontro é muito mais do que um evento anual. É território político, é ponto de partida e ponto de chegada para quem acredita que cultura é ferramenta de transformação. A gente não só mostra o que é patrimônio imaterial, a gente vive ele. E na Chapada dos Veadeiros, no coração do Cerrado, a gente segue semeando esse Brasil que canta, dança, reza, luta e inventa outros futuros possíveis”.

Ao longo de suas edições, o Encontro consolidou a participação de expressões tradicionais que ajudaram a construir sua identidade cultural. Caçada da Rainha de Colinas do Sul,  Congo de Niquelândia, ternos e folias de São João D’Aliança, Terno de Moçambique do Capitão Júlio Antônio  e Comunidade Kalunga, reconhecida como o maior território quilombola do Brasil, que fica na Chapada dos Veadeiros são alguns exemplos que formam um conjunto de referências que atravessam gerações e mantêm viva a ancestralidade do Cerrado. 

Para quem nunca viveu a experiência do Encontro, Juliano deixa um convite. “Às vezes, o que transforma não é o que a gente veio buscar, mas o que encontra pelo caminho. O Encontro é um espaço para se colocar em relação: com os povos, com o território e com outras formas de ver o mundo”. A programação detalhada será divulgada em breve. Até lá, o público pode acompanhar os canais oficiais do evento.

Serviço

XXV Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos VeadeirosDe 13 a 20 de setembro de 2025Vila de São Jorge – Alto Paraíso de Goiás (GO)

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