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Estudo analisa os impactos da fé evangélica nos hábitos culturais e sociais no Brasil

  • Atitude, Comportamento, Destaque 1, Sub-Editoria Atitude
  • 2025-07-31
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Pesquisa traz dados inéditos sobre o tema e destaca o protagonismo de jovens cristãos na formação de um novo estilo de vida na sociedade brasileira  

Com quase 27% da população brasileira se declarando evangélica, o impacto deste grupo na sociedade vai além dos templos e cultos; vem transformando as esferas culturais, sociais e de consumo no País. Esta é uma das principais conclusões do estudo “Cultura, Consumo e Transformação: O Impacto do Crescimento Evangélico no Brasil”, conduzido pela área de Creative Data da Artplan.

Em 1991, 9% da população se declarava parte da comunidade evangélica e já em 2022, houve aumento para 26,9%, segundo o último Censo de 2022. O levantamento da Artplan também revela um conjunto de comportamentos, valores e estéticas que formam uma identidade coletiva robusta e em expansão, especialmente entre os mais jovens. De acordo com o panorama, Geração Z já representa 47% da juventude evangélica no país, com destaque entre adolescentes de 12 a 19 anos, 32% acima da média dos jovens religiosos.

“Toda essa ascensão evangélica não é apenas religiosa. Ela é cultural, comportamental e econômica. Ignorar esse público significa abrir mão de diálogo com uma fatia significativa da população”, afirma Carolina Amorim, Head nacional de Creative Data da Artplan.

A Artplan identificou ainda o crescimento de movimentos que integram fé, bem-estar e performance física, como o grupo Legendários, criando um novo estilo de vida cristão ancorado em propósito e disciplina. Os devocionais digitais somam mais de 56 mil conversas online em 2024, além do conteúdo produzido, reforçando o protagonismo da espiritualidade no ambiente digital.

No total, 392 mil conversas públicas, mais de 99 mil conteúdos sobre protestantismo e 3.000 thumbnails de vídeos no TikTok, foram analisadas pela agência em redes sociais em um único ano. Os números evidenciam o potencial de influência desse ecossistema sobre o consumo e os discursos midiáticos. Discursos de esforço, propósito e autogestão fazem da fé uma ferramenta de fortalecimento pessoal. Dados mostram que 78% dos evangélicos estão mais cuidadosos com o dinheiro e finanças são um dos temas mais discutidos nos grupos de Telegram monitorados.

O estudo traz dados expressivos sobre o engajamento dessa audiência em diferentes frentes. O consumo de música gospel, por exemplo, cresceu 46% nas plataformas de streaming. Projetos como “Café com Deus Pai” lideram rankings de audiência e a hashtag #TikTokCristão já reúne mais de 1 milhão de publicações. No campo da moda, termos como #ModaCristã, #LookProCulto e #LookCristão mostram que estética e espiritualidade caminham juntas com apelo aspiracional.

“Se antes o consumo evangélico se afastava do que era visto como mundano, hoje ele se reinventa dentro das tendências e faz parte do mainstream, com estética, linguagem e comportamento alinhados ao espírito do tempo.”, aponta Mariana Zinsly, gerente da área de Creative Data.

As igrejas, por sua vez, ampliaram o seu papel. De centros religiosos, passaram a hubs de convivência: oferecem shows, cafés, festas e atividades esportivas. Antes da pandemia, mais de 75% dos fiéis frequentavam cultos semanalmente. Agora, os templos operam também como espaços de sociabilidade, o que tem impacto direto na forma como as marcas interagem com esses ambientes.

O estudo aponta para a necessidade de compreender esse universo com profundidade e respeito. Em vez de iniciativas pontuais com linguagem religiosa superficial, o que se percebe é a valorização de uma comunicação mais próxima do cotidiano dos fiéis, que leve em conta os valores, as estéticas e as práticas ligadas à fé.

“A gente precisa aprender a traduzir valores, não apenas os símbolos. Não é só sobre usar cruz ou ouvir louvor, é sobre falar de superação, rotina, comunidade.”, completa Carol Amorim.

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