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Estudo inédito da Johnson & Johnson alerta para os desafios do diagnóstico e do tratamento da psoríase em peles pretas, pardas, asiáticas e de diversas etnias

  • Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-11-06
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Pixabay/Divulgação

O VISIBLE aborda um tema pouco conhecido até mesmo para a classe médica, e que impacta a vida de milhares de pessoas: a falta de representatividade racial e étnica em estudos sobre psoríase

Doença crônica, imunomediada, sistêmica (que impacta todo o organismo), não contagiosa e que pode se tornar incapacitante se não tratada adequadamente, a psoríase atinge, em sua maioria, pessoas jovens – de 20 a 40 anos – em plena idade produtiva1. No Brasil são mais de 2,6 milhões de pessoas que convivem com a doença que tem como características sintomas como prurido, dor, ardor, sensação de queimação, espessamento da pele e lesões que dificultam as atividades do dia a dia, a rotina do trabalho, os momentos de lazer e as relações sociais2.

Mas ainda é desconhecido o contingente de pessoas de peles pretas, pardas e asiáticas, que pode estar sofrendo com a condição há anos sem saber. “Na prática clínica observa-se que pessoas de pele preta, parda, asiática, entre outras etnias, levam até 3x mais tempo para o diagnóstico correto, o que pode representar décadas”, alerta o dermatologista Anderson Costa, especialista em pele negra. O que se sabe é que a doença é mais facilmente identificada em pessoas brancas porque o eritema, que é a vermelhidão da pele, é mais aparente nesses indivíduos. Isso pode tornar mais difícil para os profissionais de saúde identificarem áreas que estão ativamente inflamadas3. “A diversidade limitada de tons de pele em estudos clínicos e a falta de treinamento na apresentação da doença em todos os tons de pele para profissionais de saúde podem afetar o diagnóstico da doença”, afirma o especialista.

VISIBLE: Estudo pioneiro 

Para estimular o diálogo sobre esse tema e atender as necessidades de médicos e potenciais pacientes, a Johnson & Johnson acaba de divulgar dados inéditos do VISIBLE, estudo pioneiro que aborda a falta de inclusão e diversidade em ensaios clínicos e traz soluções para os desafios no diagnóstico precoce. Como parte do estudo, um dispositivo de colorimetria foi usado para avaliar os tipos de pele a partir da escala Fitzpatrick, a mais famosa classificação dos fototipos cutâneos que mostra de 1 a 6 a capacidade de cada pessoa em se bronzear, assim como, sensibilidade e vermelhidão quando exposta ao sol4. Durante o estudo foram capturadas imagens de psoríase em placas moderada a grave nas seis classificações da escala para apresentar uma biblioteca abrangente de fotos reais de pacientes.

As manifestações da psoríase em peles pretas, pardas, asiáticas e de outras etnias, são diferentes das que ocorrem nas peles brancas. Por isso é comum que esse paciente, assim que consegue o diagnóstico, seja subtratado. “Por falta de dados, o especialista pode acabar classificando a doença como leve, quando na verdade ela pode já estar na fase moderada a grave. Principalmente na pele preta, onde as lesões são menos aparentes”, explica Dr. Anderson Costa e complementa, “as fotos em alta qualidade trazidas pelo VISIBLE vão ajudar na melhora da visualização das lesões e apoiar o treinamento dos profissionais de saúde na identificação em todos os tons de pele”.

Tratamento deve ser feito por toda a vida 

Por ser uma doença crônica, o tratamento da psoríase precisa ser administrado durante toda a vida. Entre as terapias disponíveis estão as medicações tópicas (cremes e pomadas) e fototerapia (banhos de luz), as medicações orais e os medicamentos biológicos5. Como opção terapêutica para os pacientes que apresentam psoríase de moderada a grave, cerca de 20% deles, os imunobiológicos chegaram como um grande avanço no tratamento da doença. Eles atuam em alvos específicos envolvidos no processo inflamatório, amenizando os sinais e sintomas dessa doença.6

Os dados do estudo liderado pela Johnson & Johnson vão ajudar potenciais pacientes e profissionais de saúde, a encontrarem caminhos para antecipar o diagnóstico e o tratamento adequado. Essa população que hoje pode estar sem atendimento correto, terá possibilidades de recobrar a qualidade de vida. “O Visible nos mostrou que há uma sub-representação de minorias raciais e étnicas em estudos de certas condições dermatológicas. E isso nos motivou a estudar mais a fundo essa população e trazer mais diversidade nas pesquisas clínicas para garantir que o diagnóstico precoce e o conhecimento sobre o tratamento adequado realmente cheguem para todos”, finaliza o especialista.

Sobre Johnson & Johnson

Na Johnson & Johnson, acreditamos que saúde é tudo. Nossa força na inovação em saúde nos capacita a construir um mundo onde doenças complexas são prevenidas, tratadas e curadas, os tratamentos são mais inteligentes e menos invasivos e as soluções são individualizadas. Por meio de nossa experiência em Innovative Medicine e MedTech, estamos posicionados de forma única para inovar em toda a gama de soluções de saúde hoje para oferecer os avanços de amanhã e impactar profundamente a saúde da humanidade.

© Johnson & Johnson Legal Entity Name, Inc. [2024]. All rights reserved.

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