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EXCLUSIVO! Maestro Ubiratan Marques fala como será show de Marisa Monte com a Orquestra Afrosinfônica!

  • Música, Principal, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2025-04-04
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Crédito: Pedro Soares

A CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço) realiza a 5ª edição do projeto Música & Direitos Humanos nesta sexta-feira, 4 de abril, às 19h, na Concha Acústica do TCA, em Salvador, já com ingressos esgotados. Desta vez é o sensacional encontro inédito entre Marisa Monte e a Orquestra Afrosinfônica, sob regência do maestro Ubiratan Marques. O objetivo mobilizar é recursos para o Programa de Pequenos Projetos da CESE, que apoia iniciativas sociais em todo o Brasil.

A escolha da Orquestra Afrosinfônica ressalta a valorização da cultura baiana e da ancestralidade negra, enquanto Marisa Monte traz sua sensibilidade e engajamento social para um espetáculo único. O projeto já contou com artistas como Lenine, Maria Bethânia, Gilberto Gil e a Orkestra Rumpilezz, consolidando-se como um evento de impacto social e cultural.

Nós conversamos com o maestro Ubiratan Marques que conta como têm sido os preparativos para este grande show:

Doris Pinheiro – Como se deu este encontro Afrosinfônica com Marisa Monte?

Ubiratan Marques – O encontro, eu já venho conversando com ela há um tempo, pra montar repertório e tudo mais, organizar os arranjos, mas nosso primeiro encontro para o espetáculo presencial com todo orquestra foi ontem (02.04). Eu depois mandei um áudio pra ela, um áudio agradecendo por todo o carinho e cuidado que ela tem, não só com a Afro Sinfônica, mas com a música brasileira. Então, assim, o encontro teve muito essa generosidade, com essa música de matriz africana que a gente faz  e a gente ficou muito feliz com o resultado desse primeiro ensaio. Foi muito bonito.

DP – Como têm sido os ensaios, de que maneira vocês escolheram o repertório?

UM – Ontem (dia 02.04) foi o nosso primeiro ensaio, mas sobre o repertório a gente já vem conversando desde o ano passado, a gente foi montando isso juntos. Ela me pediu que eu enviasse para ela uma lista, eu enviei para ela uma lista e ela dali, nessa lista, acrescentou mais algumas músicas, inclusive o repertório a gente ia fazer, com 8 músicas,  acabou virando para 13 músicas. Eu acho que tá bem bacana, porque a gente tem também esse cuidado com essa música, principalmente com a música brasileira. Esses dois olhares, a partir tanto dos arranjos das orquestras quanto da interpretação, estão voltados para nossa cultura. Isso fez com que a gente se sentisse assim bem, foi muito confortável e bem prazeroso para todos nós.

DP – Qual a importância de realizar este show para o CESE Música e Direitos Humanos ?

UM – Eu acho que esse é o grande propósito, o propósito maior, isso que eu acho que está movendo, que acaba movendo muito mais a todos nós, porque a Afro-Sinfonia, ela nasce já com esse propósito, ela vem além do ativismo negro, e vem expandindo esse ativismo, olhando para essa desigualdade, buscando essa justiça social, buscando esse equilíbrio pela humanidade, uma humanidade mais respeitosa, mais amorosa, então é isso que a gente vem buscando desde o início. E Marisa, eu acho que é da mesma forma, né? Se vocês observarem, ela já vem também cuidando. Da nossa cultura, ali, com a ligação que ela tem com todos esses artistas, e, principalmente, ligados também à música de matriz africana, com umas escolas de samba, e falando da viola, Candeia, Chiquinha e tantos outros. Marisa, eu acho que é uma das  compositoras e intérpretes, que vem enaltecendo muito a nossa cultura, ou seja, cuidando do nosso jardim, como eu sempre digo.

DP – Como este encontro fortalece e música brasileira? E a música de matriz afrodescendente?

UM – É sobre o fortalecimento da música brasileira, e dizendo que é música brasileira, o tripé da música brasileira. Quem sustenta a música brasileira é a música de matriz africana, ou seja, são todas as manifestações que saem dos terreiros, como as escolas de samba e as variações desse samba, como os maracatus e as variações dos maracatus, como os blocos afro, e todas as variações que são essa música da Bahia.

E lembrando que o guardião de tudo isso são os terreiros, os povos originários, esse caldeirão de cultura que é o Brasil. Você junta dois artistas que pensam de forma muito parecida, que bebem exatamente dessa mesma fonte, que é essa música de matriz africana, e que também dão o crédito, que eu acho que é isso que a gente precisa fazer, dar o crédito. Nós somos apenas filhos dessa grande música e dessa grande mãe que é essa música de matriz africana.

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