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O sertão poético de Ariano Suassuna ganha corpo e voz em Ariano Brasa Brasileiro

  • Destaque 2-ribalta, Música, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2025-10-12
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

O experimento cênico e musical Ariano Brasa Brasileiro, montagem do Núcleo de Teatro e Artes Integradas do Barracão das Artes, chega ao Teatro Gregório de Mattos nos dias 17, 18 e 19 de outubro. A apresentação marca uma etapa do processo criativo e de construção do espetáculo homônimo, abrindo ao público uma fase de pesquisa e experimentação de linguagem.

Com um elenco de mais de 20 atuadores, o Núcleo desenvolve um processo formativo voltado para os chamados “atores atletas afetivos do coração” — artistas em constante exercício técnico e sensível de voz, corpo e atuação. A proposta se ancora na linguagem do teatro físico poético ritual, que valoriza as duas máscaras simbólicas do teatro — tragédia e comédia — como base expressiva, resultando em um espetáculo acessível e envolvente para todos os públicos.

Livremente inspirada na obra do genial Ariano Suassuna, especialmente nos livros História do Rei Degolado nas Caatingas do Sertão (volumes I e II), relançados após a morte do autor, a montagem propõe um diálogo entre o erudito e o popular. O experimento se expande também para outras referências culturais, como a música instrumental nordestina e o Movimento Armorial, criado por Suassuna, além de nomes como Cordel do Fogo Encantado, Chico Science & Nação Zumbi, Villa-Lobos, Glauber Rocha, João Cabral de Melo Neto, Antonin Artaud e Stanislavski.

Sob direção e roteiro de Fábio Viana, o processo de criação envolveu leitura e estudo das obras originais, seguidos de improvisações cênicas que deram forma ao roteiro final. No palco, o sertão mítico de Suassuna se transforma em espaço simbólico e atemporal, onde o personagem Quaderna — em suas várias vozes — ergue sua Ilumiara, uma obra poética e visionária sobre o Brasil profundo. O antagonista Corregedor representa as forças que tentam cercear essa liberdade criativa e popular. Em torno deles, desfilam cantadores, ciganas, marujos, tapuios, o Coro Brasileiro e figuras míticas do imaginário nordestino.

A encenação é um encontro de linguagens: teatro, dança, música, canto e artes circenses (tecido aéreo, lira e palhaçaria) se entrelaçam em um rito de celebração da arte, ecoando as palavras do próprio Suassuna: “a arte é uma forma de sagração da vida”.

Em cena: Jean Angelote, Iraquitan, Dinailton Dias, André Brun, Ruan Ribeiro (Quadernas) e Peufran Bahr (Corregedor), além de um extenso elenco de atuadores e artistas colaboradores.

Ficha técnica
Direção geral e roteiro: Fábio Viana
Assistente de direção: Jerusa Deró
Direção musical e preparação vocal: André Macedo e Claudia Sisan
Preparação corporal e dança de contato: Wellington Reis
Artes circenses: Rafael Macedo
Coordenação técnica: Fernando Konday
Capoeira: Vitor Adorno
Vivências percussivas: Marcus Musk
Produção: Mell Mello, Ruan Ribeiro e André Brun
Figurino: Mell Mello e Boca de Cena
Cenografia: Leandra Ferreira, Clara Matos e Andréa Campos
Comunicação: Pedro Barreto, Thais Moraes, Camila Gama, Jean Angelote, Gabriele Teixeira, Clayton Gonçalves, Peu Hejac e Ester de Oxum
Design visual e direção de arte: Pedro Barreto
Máscaras: Ateliê do Braga – George Braga

Serviço
Ariano Brasa Brasileiro – Experimento cênico e musical do Barracão das Artes
Onde: Teatro Gregório de Mattos
Datas: 17, 18 e 19 de outubro
Horário: 17 e 18/10 às 19h | 19/10 às 18h
Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 30 (casadinha), R$ 10 (meia), R$ 10 + 1kg de alimento (social)
Vendas: via Pix (Instagram @barracaodasartes), Sympla ou presencialmente no Barracão das Artes (Barbalho)

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