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Exposição Reverberações entra em cartaz no Muncab

  • Artes Visuais, Secundário 1, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2024-03-19
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Zaria, Nigéria / 2006 O Magajin Garin Zazzau (prefeito de Zaria) © Mudi Yahaya

A exposição internacional “Reverberações – refletindo a impressão da memória africana” chega a Salvador, trazendo consigo uma profunda reflexão sobre as interseções culturais entre o Brasil e o continente africano. 

A mostra, que acontecerá no Museu da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB), situado no coração do Centro Histórico de Salvador, terá uma abertura para convidados na quinta-feira, 21 de março, coincidindo com o Dia Internacional contra a Discriminação Racial. A partir do dia seguinte, 22 de março, até 21 de junho, o público terá a oportunidade de se imergir nessa jornada cultural, com visitação das 10h às 18h.

Organizada pelo Modern Art Film Archiv de Berlim em colaboração com o Goethe-Institut Salvador-Bahia, o Consulado Geral da Alemanha em Recife e o Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), a mostra é um testemunho visual da influência dos retornados brasileiros nos países da Nigéria, Benin, Gana e Senegal. A exposição traz, ainda, um espaço de debate e pensamento sobre a presença negra muçulmana e tece importantes ilações com os Malês e a revolta ocorrida na capital baiana em 1835. 

A exposição apresenta as obras do artista contemporâneo Mudi Yahaya, um dos principais expoentes da cena artística da Nigéria. Yahaya, utilizando principalmente a fotografia como meio de expressão, traça um retrato vívido das identidades híbridas africanas, explorando os diversos dialetos visuais, moedas e vocabulários presentes nas culturas dos países em questão.

“Reverberações aborda questões históricas e de identidade, destacando o papel da fotografia na discussão sobre a escravidão e as identidades únicas dos abolicionistas e escravizados”, explica Mudi Yahaya. “As fotos específicas examinadas na exposição ilustram as diversas maneiras pelas quais a escravidão afetou as vidas e identidades das pessoas e grupos envolvidos.”

Uma série de rodas de conversa enriquecerá ainda mais a experiência nos primeiros dias do evento. Estes bate-papos contarão com a participação do artista Mudi Yahaya, além de especialistas que dialogam com o tema da exposição. Entre os palestrantes estão as doutoras Livia Vaz e Amanda Medeiros, nos dias 19 e 20 de março, e os doutores Osmundo Pinho e Samuel Vida, nos dias 22 e 23 de março, respectivamente, sempre às 17h.

Cooperação internacional

A diretora executiva do Goethe-Institut Salvador-Bahia, Friederike Möschel, expressou sua satisfação em contribuir para trazer essa exposição financiada pelo Ministério das Relações Exteriores da Alemanha para Salvador, ressaltando a importância dessa cooperação internacional em um tema tão significativo historicamente e culturalmente. “Reverberações é um ótimo exemplo de uma cooperação bem-sucedida entre o Brasil e Alemanha em um tema histórico e culturalmente fascinante.”, comenta Möschel.

Para Johannes Bloos, Cônsul Geral da Alemanha em Recife, a exposição é um testemunho do intercâmbio cultural entre a África Ocidental e o Brasil no período pós-escravidão. “Essas são precisamente as questões centrais para muitas pessoas e muitos países no mundo ainda hoje. E é isso que torna essa exposição tão global e contemporânea”, ressalta Bloos.

A exposição, que conta com a participação dos curadores e artistas baseados em Berlim, Gisela Kayser, Suely Torres e Mireya Palmeira, promete mergulhar nos ecos visuais dos violentos processos de colonização e destacar a influência afro-brasileira de escravizados libertos que retornaram para o continente africano, bem como os efeitos desse retorno nas tradições socioculturais do continente.

Sobre Mudi Yahaya

Mudi Yahaya é um artista visual que foca em explorar identidades africanas híbridas através de diferentes linguagens visuais, moedas e vocabulários. Ele examina como essas identidades se relacionam com questões políticas, filosóficas, históricas, religiosas, de poder, violência, intolerância, gênero e raça, especialmente em um contexto digitalizado de mídia. Seu trabalho também investiga as relações entre imagens e as estratégias de desconstrução pós-colonial e descolonização da identidade africana em ambientes africanos e não africanos. Além disso, ele se interessa por arquivos fotográficos, explorando contra-narrativas e a relação entre esses arquivos e a ideia de nação e identidade nacional. Seus projetos conceituais de arquivo destacam a performatividade e a multimodalidade das fotografias, influenciando a construção semiótica com significado sociocultural.

Serviço

Exposição “Reverberações – refletindo a impressão da memória africana” de Mudi Yahaya

Datas: de 22  de março até 21 de junho de 2024

Horário: Das 10h às 18h

Local: Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira – MUNCAB (R. das Vassouras, 25 – Centro Histórico, Salvador-BA)

Classificação: Livre

Roda de conversas

Tema: Cultura do cancelamento à luz das questões raciais – 19/03, 17h – 

– Mudi Yahaya e Dra. Livia Vaz

Tema: As nuances e consequências da diáspora, migração e escravidão e o que as une – 20/03, 17h –  Mudi Yahaya e Prof. Dra. Amanda Medeiros (UFBA)

Tema: A correção política do uso do termo “escravo” – 22/03, 17h – Mudi Yahaya e Prof. Dr. Osmundo Pinho (UFRB)

Tema: A imagem de raízes e pertencimento e por que elas são fundamentais na política de identidade – 23/03., 17h – Mudi Yahaya e Prof. Dr. Samuel Vida (UFBA).

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