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Fome, gula ou compulsão alimentar? Entenda as diferenças!

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2026-01-26
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Foto: Reprodução/Shutterstock

Especialistas em saúde do Instituto Sallet esclarecem quais os tipos de fome e o que fazer para virar a chave em 2026

Passada a temporada de festas, o início do ano costuma vir acompanhado de novas metas, entre elas, o emagrecimento saudável. Em um cenário em que a obesidade avança no Brasil, com 31% da população adulta vivendo com a condição e 68% apresentando excesso de peso, segundo o Atlas Mundial da Obesidade 2025,  entender a relação com a comida se torna fundamental. Afinal, quando estamos diante da fome real, da gula ou de um transtorno alimentar? Especialistas do Instituto Sallet esclarecem o tema.

Hábito ou necessidade?

Distinguir a fome fisiológica da gula e da compulsão alimentar nem sempre é simples. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a fome é um sinal fisiológico do corpo que indica a necessidade de alimento para obtenção de energia e nutrientes, podendo se manifestar por sintomas como fraqueza, dores abdominais ou queda de concentração.

Segundo a nutricionista do Instituto Sallet, Ana Beatriz Guiesser, nem toda fome está ligada a uma necessidade biológica. “A fome emocional, por exemplo, nos leva a buscar alimentos mais calóricos, como doces e frituras, funcionando como um mecanismo de recompensa para o cérebro. Em momentos de tristeza, estresse ou ansiedade, é comum recorrer a esses alimentos”, explica.

Outro tipo frequente é a fome social, influenciada pelo ambiente. “Em festas, encontros com amigos ou reuniões, muitas vezes comemos por impulso, mesmo sem fome, o que pode levar aos excessos. O primeiro passo para mudar esse padrão é reconhecer os diferentes tipos de fome e observar o próprio comportamento”, complementa a especialista.

Uma estratégia importante é priorizar alimentos nutricionalmente mais completos, o que contribui para maior saciedade e redução do consumo exagerado. A regra de ouro é optar por alimentos naturais ou minimamente processados.

Vale lembrar que, segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, a alimentação vai além da ingestão de nutrientes: envolve a forma de preparo, a combinação dos alimentos, o modo de comer e também aspectos culturais e sociais, todos determinantes para a saúde e o bem-estar.

Gula ou compulsão alimentar?

Para diferenciar a gula da compulsão alimentar, é importante observar a frequência e a intensidade dos episódios. Comer sobremesa e repetir ocasionalmente, mesmo após estar saciado, pode ser caracterizado como um episódio de gula, um comportamento impulsivo, associado ao prazer, sem definição clínica formal.

Já a compulsão alimentar envolve o consumo de grandes quantidades de comida em um curto período de tempo, geralmente acompanhado de sensação de perda de controle e impactos físicos e emocionais.

O especialista em obesidade e doenças metabólicas do Instituto Sallet, Dr. José Afonso Sallet, destaca que esses casos exigem acompanhamento especializado. “Na obesidade grave (grau 3), cerca de 30% dos pacientes apresentam transtorno de compulsão alimentar. O acompanhamento psicológico e psiquiátrico é indispensável para o diagnóstico correto, definição do tratamento, prescrição de medicamentos quando necessário e condução da psicoterapia”, afirma.

O médico reforça ainda que o suporte de uma equipe multiprofissional é essencial para mudanças efetivas e duradouras. “O trabalho integrado entre médicos, nutricionistas, psicólogos, endocrinologistas e profissionais de atividade física é fundamental não apenas para a perda de peso, mas, principalmente, para a manutenção dos resultados a longo prazo.”, finaliza.

Sobre a especialista:

Ana Beatriz Guiesser: Possui especialização em Nutrição Desportiva e Qualidade de Vida – FEFISA, (2013), especialização em Obesidade, Emagrecimento e Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2011), especialização em Nutrição Humana aplicada à Nutrição Clínica pelo Centro Universitário Ítalo Brasileiro (2010), graduada pelo Centro Universitário São Camilo (2007).

Sobre o especialista:

Dr. José Afonso Sallet   

https://www.instagram.com/drsallet

Médico-Diretor do Instituto de Medicina Sallet- Depto de Cirurgia Bariátrica e Metabólica;
Mestre em Cirurgia Digestiva- UNICAMP/ SP; Cirurgião de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica conferido pelo Surgical Review Corporation (SRC®); Especialista e Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC); Médico-Diretor do Centro de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SRC®) do Hospital e Maternidade Vitória/SP; Especialista em Cirurgia Digestiva e Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD); Especialista em Cirurgia Laparoscópica e Cirurgia Endoscópica da Obesidade (CBCD); Titular da Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (ASMBS); Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM); Titular da Federação Internacional de Cirurgia de Obesidade (IFSO); Titular da Sociedade Americana de Gastroenterologia e Cirurgia Endoscópica (SAGES); Coordenador do Protocolo Brasileiro do Balão Intragástrico no Ministério da Saúde do Brasil.

Sobre o Instituto Sallet:

Fundado em 1999 pelo Dr. José Afonso Sallet, o Instituto de Medicina Sallet se destaca pelo compromisso com a qualidade no atendimento aos seus pacientes. Especializado no tratamento de obesidade, doenças metabólicas e distúrbios do trato digestório, o Instituto é uma referência consolidada na área, realizando – ao longo de 25 anos de história – mais de 24 mil procedimentos cirúrgicos bariátricos e metabólicos por via laparoscópica.

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