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Frio, humor e apetite! Entenda como o clima influencia o comportamento alimentar 

  • Banquete, Comida, Secundário 2, Sub-Editoria Banquete
  • 2025-06-26
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Especialista explica por que temos mais vontade de comer alimentos calóricos nos dias frios e dá dicas para manter o equilíbrio sem abrir mão do conforto 

A chegada das temperaturas mais baixas não altera apenas os hábitos de vestuário ou a rotina de lazer. O clima frio também tem um impacto direto sobre o humor e o comportamento alimentar das pessoas. Quem nunca sentiu uma vontade repentina de consumir massas, chocolates, caldos quentes ou outros pratos mais calóricos durante o inverno? Essa relação entre o clima e a alimentação tem explicações fisiológicas e emocionais.

De acordo com a professora Flávia de Branco, do curso de Nutrição da Una, um dos principais motivos para esse aumento no apetite é a necessidade que o corpo tem de produzir mais energia para manter a temperatura corporal. “Nas épocas mais frias, nosso organismo gasta mais energia para se aquecer. Isso pode aumentar naturalmente o apetite, especialmente por alimentos mais calóricos. Além disso, há uma questão comportamental: buscamos conforto e aconchego, e os alimentos mais energéticos geralmente estão associados a essa sensação”, explica.

Outro fator importante é a influência do clima sobre neurotransmissores ligados ao bem-estar, como a serotonina. Segundo De Branco, os dias mais curtos e com menor exposição solar podem reduzir a produção desse neurotransmissor, o que aumenta a vontade por doces e carboidratos. “Alimentos ricos em carboidratos estimulam temporariamente a produção de serotonina, o que ajuda a melhorar o humor. Por isso, é comum sentir vontade de comer chocolates, pães e massas durante o inverno”, completa.

Mas é possível buscar o bem-estar emocional sem comprometer a saúde. A professora recomenda investir em alimentos que naturalmente favorecem a produção de serotonina e outros nutrientes importantes para o equilíbrio emocional, como o triptofano, o ômega-3 e as vitaminas do complexo B. “Banana, aveia, ovos, castanhas e leguminosas são excelentes opções. Além disso, peixes como salmão e sardinha contribuem para a saúde mental por serem fontes de ômega-3”, orienta.

Para quem deseja substituir os chamados “alimentos de conforto” por versões mais saudáveis, De Branco sugere caldos e sopas com vegetais e carnes magras, além de preparações como purês ou escondidinhos com recheios nutritivos. “Uma boa ideia para matar a vontade de doce é assar frutas como banana ou maçã, acrescentando um pouco de canela. Além de saborosas, essas preparações trazem a sensação de aconchego”, diz.

Outro ponto que merece atenção durante o inverno é a hidratação. A especialista lembra que, mesmo com a diminuição da sensação de sede, o consumo de líquidos deve continuar sendo prioridade. “A desidratação pode causar cansaço, reduzir o metabolismo e até ser confundida com fome. Uma forma simples de calcular a quantidade ideal de água por dia é multiplicar 35 ml por quilo de peso corporal. Além da água, os chás naturais também são uma ótima opção para manter o corpo aquecido e hidratado”, reforça.

Por fim, De Branco destaca a importância de manter o equilíbrio e ouvir os sinais do próprio corpo. “Comer de forma equilibrada, aproveitando os alimentos típicos dessa época, é uma forma de cuidar da saúde física e emocional ao mesmo tempo”, conclui.

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