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Glitter X Bioglitter. Os microplásticos afetam os oceanos e o meio ambiente

  • Atitude, Beleza, Destaque 1-atitude, Sub-Editoria Atitude
  • 2025-02-27
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Freepik

Com oito milhões de toneladas de plástico nos oceanos a cada ano, o glitter tradicional contribui para a poluição, enquanto o bioglitter surge como uma alternativa biodegradável

O Carnaval é uma das maiores festas populares do Brasil, conhecida por suas cores vibrantes e desfiles cheios de brilho. O glitter, usado tradicionalmente em adereços e maquiagens, é comum nessa festividade, mas seu impacto ambiental tem gerado discussões. O glitter convencional, composto por microplásticos, é uma das principais fontes de poluição nos oceanos, já que suas partículas são difíceis de filtrar nos sistemas de tratamento de água. Nesse contexto, empresas como a Marulho, que transforma redes de pesca descartadas em produtos sustentáveis, estão apostando no bioglitter como uma alternativa ecológica. Produzido a partir de matérias-primas naturais, o bioglitter oferece o mesmo brilho, mas é biodegradável e livre de substâncias tóxicas.

Estima-se que oito milhões de toneladas de plástico sejam lançadas nos oceanos todos os anos, e uma parte significativa dessa quantidade vem de produtos como o glitter plástico. Feito de microplásticos, geralmente compostos por PET ou PVC e revestido com camadas metálicas, o glitter convencional pode levar centenas de anos para se degradar. Quando descartado, ele se quebra em micropartículas não biodegradáveis, acumulando-se em rios e mares e prejudicando os ecossistemas aquáticos. Estudos apontam que 35% dos microplásticos nos oceanos vêm de fibras sintéticas, como o glitter, representando um grave risco à vida marinha e à saúde humana.

Em resposta a esse problema ambiental, o bioglitter tem se consolidado como uma alternativa mais sustentável. Produzido a partir de matérias-primas naturais como mica (rocha), agar-agar (alga) e água, o bioglitter possui a mesma capacidade de brilho do glitter tradicional, mas com uma característica fundamental: sua composição é biodegradável. De acordo com testes laboratoriais, o bioglitter pode se decompor em até 90% em apenas 28 dias em ambientes naturais, enquanto o glitter plástico convencional pode permanecer no ambiente por séculos sem se decompor. Além de ser biodegradável, o bioglitter é livre de metais pesados e substâncias tóxicas, o que o torna seguro tanto para a pele quanto para os ecossistemas naturais.

Com a crescente conscientização sobre o impacto ambiental de produtos de uso diário, vários países têm adotado regulamentações para restringir o uso de microplásticos em cosméticos e outros itens de consumo. No Brasil, pequenas marcas e produtores começaram a investir na produção de bioglitter, como parte de um movimento maior de conscientização ambiental. Uma dessas empresas é a Marulho, empresa socioambiental que transforma redes de pesca descartadas em produtos sustentáveis, que atua como revendedora do bioglitter fabricado por marcas como “É para Brilhar” e “Pura Color Beauty”. Esses produtos buscam oferecer aos consumidores uma opção mais consciente para o Carnaval e outras celebrações, promovendo a sustentabilidade sem abrir mão do brilho.

De acordo com Samara Oliveira, oceanógrafa e sócia da Marulho, a mudança para o bioglitter representa uma escolha mais responsável para quem se preocupa com os efeitos a longo prazo no meio ambiente. “O bioglitter é uma alternativa eficaz para quem deseja participar das festividades de maneira mais consciente, com menor impacto ambiental. Ao optar por esse produto, estamos contribuindo para a preservação dos oceanos e dos ecossistemas marinhos”, comenta Oliveira.

Em um contexto em que a sustentabilidade está se tornando uma prioridade para muitos consumidores, o uso do bioglitter é uma forma de refletir sobre como nossas escolhas de consumo impactam o planeta. Durante o Carnaval, quando o brilho e a cor dominam, optar pelo bioglitter é uma maneira de celebrar com responsabilidade, ajudando a reduzir a poluição plástica e proteger os ecossistemas aquáticos. Essa mudança simples pode contribuir para um futuro mais sustentável e garantir que as próximas gerações também possam aproveitar a beleza da festa sem causar danos ambientais.

Sobre a Marulho

A Marulho é uma empresa fundada em 2019 por Beatriz Mattiuzzo, com sede em Ilha Grande, dedicada à produção de produtos sustentáveis feitos a partir de redes de pesca descartadas, incluindo bolsas, mochilas, sacolas, fruteiras e pochetes, entre outros. Comprometida com a responsabilidade social, a Marulho destina 43% do valor de cada produto diretamente aos redeiros e costureiras, fortalecendo a economia local e trabalhando em estreita colaboração com a comunidade caiçara. Para mais informações, acesse: www.fazermarulho.com.br.

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