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Insulina semanal abre novo horizonte para o tratamento da diabetes no mundo

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-04-28
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Para Alessandra Rascovski, endocrinologista e diretora clínica da Atma Soma, medicamentos como esse trazem conforto e qualidade de vida para os pacientes

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a primeira insulina semanal do mundo, desenvolvida pela Novo Nordisk. Batizada de Awiqli (insulina basal icodec), o medicamento é indicado para adultos com diabetes tipo 1 e tipo 2 e promete simplificar significativamente a rotina de tratamento.

Apesar de ainda não ter data para chegar ao Brasil, a autorização do órgão fiscalizador foi vista como algo positivo que pode abrir novos caminhos para os cuidados com a doença. Segundo Alessandra Rascovski, endocrinologista e diretora clínica da clínica Atma Soma, a utilização do medicamento semanal vai trazer mais comodidade e qualidade de vida aos pacientes. 

“Hoje, uma pessoa com diabetes tipo 1 faz uso da insulina pelo menos uma vez por dia. No entanto, essa frequência pode levar ao esquecimento. Com a  insulina semanal, reduzimos de maneira significativa o número de aplicações, tornando a rotina mais confortável e entregando a mesma eficácia no controle glicêmico”, ressalta Alessandra.

A diabetes é uma doença caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue. No tipo 1, trata-se de uma condição autoimune em que o sistema imunológico ataca as células responsáveis pela produção de insulina, afetando cerca de 5% a 10% dos portadores da doença. Já o tipo 2, resulta de uma combinação de resistência à insulina e deficiência em sua secreção. Mais comum em adultos a partir dos 40 anos e idosos, está fortemente associada à obesidade, sedentarismo, estilo de vida e estresse.

Segundo estudos clínicos, feitos com pacientes com diabetes tipo 1 e 2, a eficácia da opção  semanal foi semelhante ao das que são aplicadas diariamente, além de não potencializar a ocorrência de eventos adversos graves.

O novo tratamento substitui a medicação basal de aplicação diária em pacientes com diabetes tipo 1. No entanto, conforme explica a endocrinologista, eles ainda irão precisar das injeções rápidas ou ultrarrápidas antes das refeições. “A diferença é que não haverá mais necessidade de usar as injeções diárias de insulina basal, assim como os pacientes com diabetes tipo 2”, esclarece.

O Awiqli é administrado por via cutânea (sob a pele), em regiões como abdômen, coxa ou parte superior do braço. A aplicação deve sempre ocorrer no mesmo dia e horário, uma vez por semana. Cada dose é individualizada conforme os níveis glicêmicos do paciente, que devem ser monitorados regularmente. “Essa personalização é crucial para manter o controle metabólico ideal, mesmo com a redução de aplicações”, afirma a diretora clínica da Atma Soma. 

A insulina basal Icodec já foi aprovada pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e está disponível em países como Austrália, Suíça, Alemanha, Japão e Canadá – nos Estados Unidos, está em aprovação na FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos).

O papel da insulina nos tratamentos

Atualmente, o tratamento de diabetes tipo 1 envolve dois tipos de insulina: a basal, administrada uma vez ao dia, e a de ação rápida, aplicada antes das refeições. Já no diabetes tipo 2, para pacientes que necessitam do medicamento, o tratamento usualmente inclui a basal, associada ou não a antidiabéticos orais, conforme as necessidades de cada caso. 

“A maioria das pessoas com diabetes tipo 2 toma medicamentos via oral para reduzir e controlar a glicemia. No entanto, em alguns casos é preciso entrar com a insulina injetável”, destaca.

O novo medicamento traz luz para uma doença cuja incidência vem crescendo, agravada pela falta de cuidados. Segundo uma pesquisa publicada na revista científica The Lancet, entre os 828 milhões de adultos com diabetes no mundo – considerando os tipos 1 e 2 – 57% não recebem tratamento.

Já no Brasil, conforme levantamento da Federação Internacional de Diabetes (IDF), a prevalência da doença engloba 10,5% da população brasileira – cerca de 20 milhões de pessoas. E a tendência é que esse montante suba para 21,5 milhões até 2030 (dados do Atlas do Diabetes da IDF). Se não tratada, a diabetes pode causar diversos prejuízos para a saúde, como aumento do risco de doenças cardiovasculares, renais e oculares. 

“A chegada da insulina semanal representa um avanço importante, principalmente para melhorar a adesão ao tratamento. Com menos aplicações (“picadas”), esperamos reduzir as falhas no uso da medicação e, consequentemente, minimizar complicações a longo prazo, garantindo mais saúde e qualidade de vida para os pacientes”, conclui Alessandra Rascovski.

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