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Juliana Ribeiro é a madrinha do Palhaços do Rio Vermelho

  • Ribalta, Secundário 2, Sub-Editoria Ribalta
  • 2026-01-26
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

“O palhaço é um símbolo de libertação”

Há convites que chegam como abraço. Outros, como coroação. Para Juliana Ribeiro, ser escolhida madrinha — e rainha — dos Palhaços do Rio Vermelho em 2026 é mais do que um título: é um encontro profundo entre trajetória, afeto, memória e identidade cultural. Cantora, compositora e pesquisadora, Juliana vive esse momento com emoção à flor da pele e o coração aberto para a rua, para o samba e para o palhaço que habita cada um de nós. E ao lado dela ninguém menos que Nelson Rufino.

“Ser escolhida como rainha dos Palhaços do Rio Vermelho esse ano, quando se comemoram os 110 anos do samba, é muito significativo”, diz, emocionada. E não é difícil entender por quê. O desfile, que já se consolidou como uma das manifestações mais autênticas do verão de Salvador, carrega uma herança histórica que dialoga diretamente com o percurso artístico e humano de Juliana: o samba como expressão de liberdade, a rua como palco e o povo como protagonista.

Para ela, os Palhaços do Rio Vermelho são muito mais do que um cortejo carnavalesco. “É uma manifestação cultural verdadeira, autoral, de rua, que retoma o bando anunciador do Rio Vermelho. Tem toda uma herança histórica, afetiva, emocional, que leva as pessoas para a rua no lugar da fantasia. O palhaço é um símbolo de libertação”, afirma. E essa fantasia, segundo Juliana, não esconde — revela. “Quem vai para a rua é o seu palhaço interior. Esse palhaço pode ser o mais diverso possível. A palhaçaria permite colocar para o outro o nosso melhor: a brincadeira, o lúdico, a criança interior. Jogar isso para fora sem amarras, sem bobagem, sem máscara. O palhaço é uma figura liberta de quem nós somos.”

É com essa compreensão profunda do simbólico e do popular que Juliana assume a madrinhagem em um ano tão especial. Em 2026, o desfile tem como tema os 110 anos do samba e presta homenagem, in memoriam, a Clementino Rodrigues, o eterno Riachão — mestre maior do samba baiano e brasileiro. Um elo sensível que Juliana faz questão de destacar. “Existe uma representatividade muito forte nesse link entre os 110 anos do samba e os Palhaços do Rio Vermelho. Eles tiveram uma sensibilidade linda de fazer essa conexão.”

A alegria de fazer parte desse movimento, que ela acompanha há muitos anos, agora ganha outra dimensão. “Esse ano eu chego como rainha. É uma honraria estar nesse lugar”, diz, com gratidão. E como tudo o que Juliana faz, ela se prepara com entrega total: “Estou preparando o meu melhor coração, a melhor fantasia, o melhor de mim, para chegar lá e fazer dessa festa uma festa ainda mais bonita do que ela já é todos os anos.”

O Desfile dos Palhaços do Rio Vermelho acontece no dia 31 de janeiro e, após mais de uma década de trajetória, reafirma seu papel como uma celebração popular, multilinguagem e intergeracional. Em 2026, a data passa a integrar oficialmente o Calendário de Eventos do Município de Salvador, tornando-se o Dia Municipal do Desfile dos Palhaços do Rio Vermelho — um reconhecimento à relevância cultural e simbólica da iniciativa.

Com concentração na Rua da Paciência e encerramento na Rua Fonte do Boi, o cortejo ocupa a orla do bairro em um percurso vibrante, que começa com um Ato Simbólico na Ala das Artes, dedicado à memória de Riachão. Ao longo do trajeto, alas de grupos culturais, fanfarras, percussão e Estações Musicais Fixas transformam o bairro em um grande palco a céu aberto.

Mais do que um desfile, os Palhaços do Rio Vermelho celebram o samba, a cultura popular e o direito à alegria. E, em 2026, sob a madrinhagem luminosa de Juliana Ribeiro, a festa promete ser ainda mais carregada de sentido, emoção e liberdade — como o palhaço que ri, dança e canta aquilo que somos, sem máscaras.

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