Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Luz azul, vilão silencioso para os olhos em tempos digitais

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-10-15
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Por Henock Altoé, médico oftalmologista**

No mundo hiperconectado em que vivemos, a saúde dos olhos tem enfrentado um ‘inimigo’ discreto, mas poderoso: a luz azul. Presente nas telas de celulares, computadores, TVs e também em lâmpadas LED e fluorescentes, essa radiação de alta energia e curto comprimento de onda tem se tornado uma fonte de preocupação crescente na oftalmologia moderna.

Os efeitos iniciais costumam ser sutis. Pacientes relatam cansaço visual, visão embaçada, dor de cabeça e olhos secos — sintomas clássicos da fadiga ocular digital, provocada por longas jornadas diante das telas. Em muitos casos, o desconforto se agrava com o passar do dia, especialmente em ambientes de baixa iluminação ou sem pausas visuais adequadas.

Mas o perigo vai além da irritação ocular. A luz azul atinge a retina em profundidade e pode acelerar processos degenerativos, como a degradação macular relacionada à idade (DMRI) — uma condição progressiva que afeta a visão central e pode se tornar irreversível. O impacto é reforçado pelo estresse oxidativo, que danifica células oculares e compromete a longevidade da retina.

Além disso, a luz azul interfere diretamente no ritmo circadiano, bloqueando a produção de melatonina, hormônio essencial para regular o sono. O resultado são noites mal dormidas, irritabilidade, cansaço crônico e menor desempenho cognitivo. O hábito de usar telas até tarde virou rotina — e isso está cobrando um preço silencioso à saúde mental e ocular.

Diante desses riscos, há necessidade de um novo olhar sobre os hábitos digitais. Mais do que tratar sintomas, nosso papel é educar e prevenir. Precisamos enxergar o excesso de luz azul como um fator transformador na saúde ocular.

A prevenção é possível e passa por atitudes simples: uso de óculos com filtro de luz azul, ativação do modo noturno nos dispositivos, aplicação da técnica 20-20-20 (pausas visuais regulares), preferência por ambientes com iluminação quente e restrição do uso de telas antes de dormir. Essas práticas não apenas protegem a visão, como também contribuem para o equilíbrio mental e físico.

Num tempo em que os olhos jamais descansam, entender e combater os efeitos da luz azul é essencial para garantir que o mundo digital não ofusque nossa saúde visual.

Embora a luz azul natural desempenhe um papel fundamental na regulação do ritmo biológico, no bem-estar emocional e na performance cognitiva durante o dia, o excesso de luz azul artificial representa uma ameaça silenciosa à saúde ocular — especialmente quando associado ao uso prolongado de telas e à falta de cuidados visuais adequados.

Portanto, compreender essa dualidade é essencial: a luz azul não é inimiga por natureza, mas seu uso excessivo e em horários inadequados exige atenção. A adoção de práticas preventivas e a limitação da exposição artificial são medidas eficazes e amplamente recomendadas para preservar a saúde dos olhos e promover equilíbrio no cotidiano digital.

**Henock Altoé, médico oftalmologista. Formado em Medicina pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória e especializado em Oftalmologia pela Santa Casa de São Paulo, o especialista ainda acumula três fellowships nas áreas de Cirurgia de Catarata, Cirurgia Refrativa e Lentes de Contato.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorEXCLUSIVO! Apreciação artística da peça “A Travessia do Grão Profunda”, do Núcleo Caatinga da Cia Teatral Avatar
PróximoFesta da Baleia Jubarte celebra a natureza, cultura e esporte na Praia do ForteNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Marcelo Serrado comanda roda de samba nesta sexta-feira no Hidden

21 de janeiro de 2026

Calor extremo acende alerta para o coração: InCor orienta como reduzir riscos à saúde

20 de janeiro de 2026

Doenças gastrointestinais no início do ano: o que muda com calor, viagens e alimentação fora de casa

20 de janeiro de 2026

SHEIN antecipa ofertas de Carnaval e lança coleção assinada por Eduarda Gutierrez

20 de janeiro de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Marcelo Serrado comanda roda de samba nesta sexta-feira no Hidden

Calor extremo acende alerta para o coração: InCor orienta como reduzir riscos à saúde

Doenças gastrointestinais no início do ano: o que muda com calor, viagens e alimentação fora de casa

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui