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Jonga Cunha cria nova experiência do axé, com música e partilha em torno da mesa

  • Música, Ribalta, Secundário 1, Sub-Editoria Ribalta
  • 2025-10-10
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Estreia acontece no Aragon, em 10 de outubro, e propõe uma nova forma de viver o axé: em torno da mesa, símbolo de encontro, partilha e brasilidade.

A música baiana, um dos maiores patrimônios culturais do Brasil, segue ocupando espaços de destaque e inspirando novas formas de celebração. É nesse cenário de valorização e reinvenção que nasce o Mesa de Axé, projeto idealizado pelo músico e produtor Jonga Cunha, nome fundamental na trajetória da Axé Music. A estreia acontece na sexta-feira, 10 de outubro, às 19h30, no Aragon Amauri, nos Jardins, em São Paulo. A iniciativa é realizada em parceria com os sócios Nagib Dahia, Gis Oliveira e Marcelo Scafuro. A iniciativa propõe um modelo de circulação inédito, com vinte apresentações previstas em bares, restaurantes e casas de show de São Paulo, expandindo-se depois para outras capitais. A ideia é transformar a mesa em um palco simbólico da música brasileira, aproximando artistas e público em uma mesma experiência de partilha e emoção.

Mais do que um show, o Mesa de Axé é um manifesto cultural. O formato reforça o papel da música baiana como expressão de identidade, celebração e resistência. “Salvador é a cidade fora da África com a maior população negra do mundo. Essa negritude pulsa na nossa música, no nosso modo de dançar, de celebrar e de viver. É isso que queremos levar para cada mesa, para cada encontro”, destaca Jonga.

Uma mesa que vira palco

Nada é mais brasileiro do que uma mesa repleta de copos, pratos de tira-gosto e instrumentos musicais espalhados em um dia qualquer. Nada traduz melhor a nossa identidade do que ver, aos poucos, as pessoas se reunindo em volta dela para beber, comer, cantar e dançar. É nesse cenário de encontros e afetos que uma mesa vira palco, onde o axé brilha em forma de ritmo e comunhão.

Inspirado nas tradicionais mesas de samba, o Mesa de Axé propõe um formato que resgata a essência do axé em um ambiente de descontração e partilha. Em torno de uma grande mesa, músicos e público dividem o mesmo espaço e energia, revivendo sucessos de quatro décadas da música baiana: de Timbalada e Banda Eva a Chiclete com Banana, Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Luiz Caldas. Para Jonga, o projeto nasce de um sentimento de pertencimento e respeito à história do axé. “O axé não foi apenas um ritmo, foi um movimento que mudou o país. O Mesa de Axé celebra essa força, a identidade e a alegria que vêm da Bahia”, resume o produtor.

Axé Music: movimento cultural e reinvenção

Nos anos 1990, a Bahia viveu uma revolução musical. Mais de trinta bandas de axé venderam milhões de discos e transformaram a cena nacional com um som que misturava samba, ijexá, funk e influências africanas e americanas. “Foi um caldeirão de criação e identidade”, relembra Jonga. Hoje, ele vê o gênero em um novo ciclo, marcado pela independência dos artistas e pela força das plataformas digitais. “O axé se reinventou, segue maduro, livre e cheio de novas formas de expressão. E a mesa é uma delas”, afirma.

Jonga Cunha: legado e inovação

Com mais de quatro décadas de carreira, Jonga Cunha é um dos grandes nomes da música baiana. Fundador da Banda EVA e autor do livro Por Trás dos Tambores, já trabalhou com Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Luiz Caldas, Durval Lélys e Saulo Fernandes. Também integrou o Alavontê, origem do MUDEIdeNOME, grupo que divide com Ricardo Chaves, Magary Lord e Ramon Cruz. Criador do espetáculo multimídia Ópera-B e de projetos como FELPO, O.B.A! e a Lavagem da Rua 46, em Nova York, Jonga reafirma sua missão de manter viva a energia e a criatividade do axé.  “A nova música baiana é um pós-axé. A Bahia voltou a ter protagonismo porque a música afrobaiana é feita para a festa. Temos hoje o pagotrap, bandas como BaianaSystem, e tudo isso é pós-axé. Nos próximos anos, essa força continuará, porque ela é parte do nosso DNA”, conclui.

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