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A coqueluche afeta apenas crianças pequenas? Saiba que cuidados tomar

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-05-16
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Em apenas quatro meses, a cidade de São Paulo registrou o dobro de casos do ano passado

A coqueluche, doença respiratória altamente contagiosa, tem sido tema de discussão e preocupação em muitos países, incluindo o Brasil. Nos primeiros quatro meses deste ano, a cidade de São Paulo registrou 17 casos, o dobro, se comparado com o mesmo período do ano passado. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a maioria das ocorrências se concentram nas zonas sul e oeste da capital. 

Segundo dados do SUS (Sistema Único de Saúde SUS), nos últimos dez anos, o país registrou uma queda no número de pessoas aderindo à vacinação. Em 2012, 93,81% do público-alvo foi atingido, já em 2022, o índice ficou em 77,25%. “Segundo o calendário vacinal do Ministério da Saúde, a DTP, vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche, tem uma alta taxa de proteção e deve ser aplicada em três doses, aos 2, 4 e 6 meses, com reforço aos 15 meses e novamente aos 4 anos. No entanto, a imunização perde um pouco a sua eficácia ao longo dos anos, por isso a importância dos adultos se vacinarem a cada 10 anos”, afirma o Dr. Fábio Argenta, cardiologista, sócio-fundador e diretor médico da Saúde Livre Vacinas, rede de clínicas focadas em vacinas que oferecem o que há de mais moderno nos cuidados com a prevenção, 

É comum encontrar uma série de mitos e verdades que circulam nas redes sociais, o profissional aponta alguns, confira:

A coqueluche tem transmissão facilitada. Verdade! O vírus se espalha facilmente por meio do contato com gotículas respiratórias de uma pessoa infectada, principalmente durante uma tosse ou espirro. “O que é muito preocupante em ambientes fechados, como escolas e creches”, conta o médico.

A coqueluche não é mais uma preocupação de saúde pública. Mito! Atualmente o vírus não recebe tanta atenção se comparadas a outras enfermidades infecciosas, porém, ela ainda representa sim preocupação de saúde pública. “A vigilância epidemiológica continua com as campanhas educativas sobre a importância de manter o calendário vacinal em dia, especialmente para que não exista uma disseminação dessa e de outras doenças. É papel de todos nós, como população, não difundirmos fake news sobre o poder das vacinas”, comenta o Dr. Argenta.

A vacina contra a coqueluche perde a eficácia ao longo dos anos. Verdade! “A eficácia da vacina contra coqueluche pode diminuir ao longo do tempo, deixando as pessoas suscetíveis à infecção. Por isso, mesmo que o indivíduo tenha cumprido as doses de imunização quando criança, o indicado é que ele faça um reforço a cada dez anos na fase adulta”, esclarece o Dr. Fábio. 

A coqueluche afeta apenas crianças pequenas. Mito! Embora os bebês sejam os mais vulneráveis a sintomas graves, o vírus pode afetar pessoas de todas as idades. Adultos e adolescentes também podem contrair, muitas vezes apresentando sintomas mais brandos que podem passar despercebidos ou serem confundidos com outros problemas respiratórios. 

A tosse convulsa é inofensiva e pode ser tratada em casa. Mito! A tosse pode levar a complicações como convulsões, pneumonia, problemas para se alimentar e até mesmo levar a óbito nos casos mais graves. Por isso, para prevenir os sintomas e complicações, é fundamental ter supervisão médica. “Entender sobre os detalhes da doença e como se dá o seu contágio é essencial para preveni-la”, finaliza Argenta.

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