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“Névoa mental”… ginecologista explica sintoma que afeta a memória e o foco na menopausa

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-08-15
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Freepik

Especialista alerta que alterações cognitivas durante a menopausa são comuns e podem ser amenizadas com cuidados específicos

Esquecer onde colocou as chaves, perder o fio da meada em conversas simples, ter dificuldade para se concentrar ou sentir que o cérebro está funcionando “em câmera lenta”. Se você está vivendo a transição da menopausa e tem enfrentado esses episódios com frequência, saiba: isso tem nome — e explicação. Trata-se da chamada névoa mental, um conjunto de sintomas que afeta diretamente a função cognitiva de mulheres na perimenopausa e menopausa.

“A paciente da menopausa tem vários sintomas do sistema nervoso central. A névoa mental é justamente todo esse impacto no cérebro da mulher dessa fase de transição da menopausa, ela causa impactos no sono, na cognição, na memória, no humor”, explica o ginecologista Dr. Jorge Valente, especialista em saúde metabólica e longevidade.

Esse quadro não é incomum, mas ainda é pouco reconhecido. Segundo o médico, muitas mulheres se preocupam ao perceber lapsos de memória ou sensação de confusão mental, mas nem sempre relacionam isso ao desequilíbrio hormonal típico do climatério. “Com a queda nos níveis de estrogênio, que é um hormônio fundamental para o funcionamento cerebral, o cérebro feminino literalmente desacelera. O raciocínio fica mais lento, o foco diminui e a mulher sente como se estivesse menos eficiente mentalmente”, afirma.

Entre os sinais que merecem atenção estão a dificuldade de concentração, esquecimentos frequentes, sono não reparador, alterações de humor e uma sensação constante de cansaço mental. De acordo com o especialista, é fundamental que a mulher observe essas mudanças e converse com seu médico. “Esses sintomas não significam que a mulher esteja com alguma doença neurológica. São manifestações comuns da transição hormonal, mas que merecem atenção e acompanhamento médico”, destaca o ginecologista.

Apesar de ser um sintoma desconfortável, a névoa mental pode ser amenizada com mudanças de hábitos e, em alguns casos, tratamentos específicos. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbicas, contribuem para a oxigenação cerebral. Uma alimentação anti-inflamatória, rica em vegetais, antioxidantes e gorduras saudáveis como o ômega-3, também pode fazer diferença. Garantir um sono de qualidade e adotar práticas de controle do estresse, como meditação e mindfulness, são outras estratégias eficazes. “O cérebro feminino responde muito bem quando oferecemos as condições certas. Ao equilibrar hormônios, melhorar o sono e adotar um estilo de vida mais saudável, os sintomas da névoa mental tendem a diminuir significativamente”, afirma o Dr. Jorge Valente.

O mais importante é que a mulher não ignore os sinais do corpo e entenda que não está sozinha. Falar sobre o assunto, buscar ajuda e cuidar de si mesma são atitudes fundamentais para atravessar a menopausa com mais saúde e lucidez.

Sobre o Dr. Jorge Valente

Médico pós graduado em medicina ortomolecular e em longevidade, especialista em ginecologia pela FEBRASGO, com 26 anos de atuação na área de ginecologia endócrina, atuando em reposição hormonal, emagrecimento e foco na saúde integral, onde o estilo de vida é a base do tratamento.

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