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75% das doenças vêm de animais; especialista defende parceria entre médicos e veterinários

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-03-20
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Durante a Semana Municipal de Informação e Divulgação da Pesquisa Clínica em São Paulo líderes da saúde debatem uma abordagem holística para a saúde global em evento inédito: I Encontro Nacional de Pesquisa Clínica Veterinária.

De acordo com últimos dados da Organização Mundial da Saúde Animal, corroborados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 75% das doenças infecciosas emergentes que afetam humanos tiveram origem animal. Alguns exemplos são o ebola, a febre amarela, a raiva e a gripe aviária. Além disso, 80% dos agentes que apresentam potencial para serem usados como armas de bioterrorismo são patógenos zoonóticos.

A Dra. Greyce Lousana, presidente executiva da Sociedade Brasileira de Profissionais de Pesquisa Clínica, médica veterinária e uma das maiores referências em pesquisa clínica no País, enfatiza que a próxima pandemia não será evitada apenas com vacinas, mas com vigilância constante dos habitats onde os vírus circulam. “Se não tivermos uma interação entre médicos veterinários e demais profissionais de saúde, o futuro da humanidade será cada vez mais caótico. É fundamentar termos uma visão ampla nesse ecossistema”, reforça a especialista.

Ela explica que, enquanto a Medicina Humana foca no tratamento e cura de doentes, a Medicina Veterinária atua como um pilar na prevenção de futuras epidemias. “É comum pensar no médico como quem trata e cura pessoas e pouco se fala sobre o papel do veterinário nas pesquisas clínicas, que tem o desafio de prevenir e impedir novas epidemias”, ressalta a Dra. Greyce.

A febre amarela, por exemplo, é uma doença causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e silvestre). No ciclo urbano, a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos (Aedes aegypti) infectados. No ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos predominantemente silvestres, sendo os gêneros Haemagogus e Sabethes os mais importantes.

No Brasil, os ministérios da Saúde, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Meio Ambiente, diretamente ou por meio de secretarias e autarquias subordinadas, vêm criando normas e orientações voltadas à aplicação prática da saúde única. O envolvimento de múltiplos atores é fundamental para o desenvolvimento de estratégias inovadoras, a incorporação de tecnologias e a inovação para vigilância e controle de doenças.

Até o momento, foram confirmados 32 casos de febre amarela em 2025, com a maioria dos casos concentrados na região de Campinas. Outras regiões afetadas incluem Bauru, Piracicaba e São José dos Campos. Além disso, dois casos foram importados de Minas Gerais, e dois ainda estão sob investigação para determinar o local de infecção. Este é o maior número de casos e mortes desde 2018, quando o estado enfrentou um surto significativo.

A vacina é a principal ferramenta de prevenção da febre amarela. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza vacina contra febre amarela para toda população. Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A integração dos esforços da medicina veterinária com os demais segmentos da saúde humana não é apenas uma necessidade emergente, mas um caminho vital para a manutenção da saúde global. A prevenção eficaz de pandemias futuras depende de uma abordagem holística, onde a colaboração interdisciplinar é mais do que recomendada, é essencial.

Com o intuito de aprofundar essa discussão e promover a conscientização sobre o papel multifacetado da pesquisa clínica e veterinária, a Semana Municipal de Informação e Divulgação da Pesquisa Clínica em São Paulo, que ocorre com atividades presenciais em São Paulo e on-line, aborda temas centrais como normas regulatórias para pesquisas e o impacto da inteligência artificial nos estudos científicos da próxima década.

Durante a Semana, a SBPPC realizará nesta quinta-feira, o I Encontro Nacional de Pesquisa Clínica Veterinária, evento inédito e presencial na capital paulista, das 8h30 às 18h, com especialistas reunidos em torno de debates sobre os avanços e desafios na área da saúde animal. Entre os palestrantes confirmados, estão: Dr. Lucio Kikuchi, coordenador da fiscalização de produtos veterinários da DAS/MAPA -Ministério da Agricultura e Pecuária, e Dr. Murilo Vieira da Silva, membro da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de laboratório.

E no dia 22, também presencial, acontecerá o XXVI Encontro Nacional de Profissionais em Pesquisa Clínica, com a presença de nomes como: Prof. Dr. Gonzalo Vecina Neto, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e ex-presidente da Anvisa; Dr. Gustavo Mendes, diretor executivo da Fundação Butantan; Prof. Dr. Luiz Dieckmann, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Farmacologia Prática (Grupo BIPI); Dr. Claudiosvam Martins Alves de Sousa, Coordenador de Pesquisa Clínica da Copec/Anvisa, entre outras referências.       

Semana Municipal de Informação e Divulgação da Pesquisa Clínica

Quando: até 22 de março de 2025  

Atividades presenciais e virtuais

I Encontro Nacional de Pesquisa Clínica Veterinária

20 de março

Horário: 8h30 às 18h

Local: Grand Mercure Hotel São Paulo Ibirapuera
Rua Sena Madureira, 1355 – Ibirapuera, São Paulo – SP

XXVI Encontro Nacional de Profissionais em Pesquisa Clínica

22 de março

Horário: 8h às 18h45

Local: Grand Mercure Hotel São Paulo Ibirapuera
Rua Sena Madureira, 1355 – Ibirapuera, São Paulo – SP

Site: www.sbpcc.org.br

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