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Perda de colágeno e definição facial aceleram a adesão a procedimentos não cirúrgicos

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2026-04-22
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Segundo o último estudo da Allergan, “The Future of Aesthetics”, perceber os sinais de envelhecimento tem levado os consumidores globais a considerar tratamentos não cirúrgicos. 

Sabe aquele momento em que você se olha no espelho e não se reconhece? Com o envelhecimento natural da pele formando rugas, linhas de expressão e sulcos no tecido celular, a perda do brilho facial é resultado de uma série de fatores que levam à sensação de estranheza geral, como a redução do colágeno e da elasticidade da pele.

Esse fenômeno, no entanto, não ficou sem resposta. De acordo com o último estudo da Allergan, “The Future of Aesthetics”, perceber os ‘sinais de envelhecimento’ é o principal fator que leva os consumidores a considerar tratamentos não cirúrgicos. Entre os pacientes entrevistados, homens e mulheres de 25 a 64 anos, cerca de 45% concordam que ‘envelhecer’ é o motivo de aderirem aos tratamentos estéticos faciais. 

Ainda nesse ritmo, segundo a pesquisa, aproximadamente 67% dos consumidores globais optariam por tratamentos estéticos não cirúrgicos, capazes de estimular o próprio corpo a aumentar a produção de colágeno. Essa busca acelerada por tratamentos estéticos que possam retardar o ‘envelhecimento’ é observada pela biomédica esteta Jéssica Magalhães, ao longo de dez anos à frente do seu consultório.

“Esse estranhamento não costuma vir de uma ou outra ruga específica, mas de uma mudança geral no arquétipo facial. O que eu observo, na prática clínica, é a perda progressiva do contorno, da sustentação e da definição facial. Esses três sinais, que juntos apontam para o envelhecimento mais nítido da pele, são acompanhados da  reabsorção óssea, junto a queda dos compartimentos de gordura e os níveis de colágeno. Isso faz com que a face perca projeção e comece a ‘descer’, alterando proporções que antes eram equilibradas”, explica a biomédica esteta. 

Para devolver a jovialidade do rosto, segundo Jéssica, é necessário uma leitura que considere não somente a superfície da pele, mas a tridimensionalidade do rosto, atuando em suas camadas mais profundas. Entre as abordagens mais utilizadas nesse tipo de intervenção, a profissional destaca os bioestimuladores de colágeno na recuperação da densidade e firmeza progressiva da pele. “O uso do preenchedor com ácido hialurônico, aplicados em pontos estratégicos de sustentação, como a região malar, têmporas e mandíbulas, também são essenciais para o processo, visto que as áreas citadas funcionam como pilares da face”, elucida. 

Procedimentos como a toxina botulínica também entram como aliados importantes, principalmente no controle da ação muscular que acentua linhas de expressão. No entanto, a especialista reforça que o resultado natural depende do equilíbrio entre as técnicas. “O excesso ou a aplicação inadequada pode gerar o efeito contrário ao desejado. Por isso, o planejamento individualizado é o que garante harmonia facial”, comenta. 

Além dos procedimentos em consultório, Jéssica destaca que o cuidado contínuo com a pele é parte essencial desse processo de contenção dos sinais do tempo. Rotinas que incluem o uso de antioxidantes, como vitamina C, retinoides para estímulo de renovação celular e fotoproteção diária contribuem diretamente para a manutenção da qualidade da pele.

“Essa rotina de cuidados não entrega resultados imediatos, mas constrói uma pele resistente, saudável e com aspecto rejuvenescido. O cuidado diário com a pele, por exemplo, é o que determina como esse envelhecimento vai se manifestar ao longo dos anos. Quando há constância no uso de ativos (antioxidantes), a pele preserva a qualidade e mantém seu aspecto uniforme, viçoso e naturalmente rejuvenescido. É um processo silencioso, mas determinante para a saúde e a aparência da pele no futuro”, conclui  

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