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Pernambuco lança plataforma que traduz belezas do patrimônio para pessoas com deficiência visual

  • Educação, Palavras, Secundário 1, Sub-Editoria Palavras
  • 2025-04-25
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Projeto ‘Paisagens Sonoras’ busca apresentar parte do patrimônio natural, histórico e artístico de Pernambuco, por meio da audiodescrição

Ouvir o som das cachoeiras de Bonito, o farfalhar dos coqueirais de Maracaípe, o silêncio reverberado de uma capela barroca em Vicência. Mais do que uma proposta artística, essa é a experiência oferecida pela ‘ Paisagens Sonoras’ , plataforma digital lançada neste mês com o objetivo de tornar acessível, por meio da escuta, parte do patrimônio natural e histórico de Pernambuco a pessoas com deficiência visual.

O projeto, concebido desde a origem como uma ação inclusiva, aposta na audiodescrição como ferramenta central. Diferentemente do que costuma acontecer em produtos culturais adaptados ao fim do processo, Paisagens Sonoras nasceu com foco na acessibilidade e foi construída com base nos sentidos de quem não enxerga. A plataforma reúne 36 áudios imersivos que combinam paisagens acústicas e descrição oral, trazendo sons captados em novas localidades do estado — entre litoral, sertão e zona da mata.

“A gente queria inverter a lógica da criação. Em vez de adaptar depois, um conteúdo que já nasce com esse público no centro do projeto. É uma forma de produzir cultura com inclusão real”, explica o idealizador e diretor da proposta, Mateus Guedes.

Cada trilha tem cerca de um minuto e busca ambiente a experiência da pessoa com deficiência, por meio de informações históricas sobre os lugares. Os áudios foram captados em regiões como Tamandaré, Ipojuca, Petrolândia e Vicência, com destaque para áreas naturais, arquiteturas coloniais e pontos simbólicos do território. Os arquivos disponíveis estão gratuitamente em www.paisagenssonoras.com.br , em uma plataforma navegável, responsiva e compatível com leitores de tela.

A iniciativa foi viabilizada com recursos do Funcultura, fundo de incentivo do Governo de Pernambuco, e mobilizou uma equipe de mais de 20 profissionais, entre historiadores, roteiristas, técnicos de som e especialistas em acessibilidade. A audiodescrição foi desenvolvida com consultoria da Vouser Acessibilidade, respeitando diretrizes específicas para garantir que os filhos transmitam informações claras sobre textura, temperatura, profundidade e contexto espacial.

Mais do que acessível, o projeto é pensado para ser sensorial. A intenção é que o visitante da plataforma “sinta” os espaços com os ouvidos — ouvindo o entardecer às margens do rio São Francisco ou os passos sobre a areia da Praia dos Carneiros. A ideia da plataforma é criar uma intenção de narrativas que não apenas informe, mas que proporcione deslocamentos afetivos e geográficos.

Além do ambiente digital, há uma plataforma associada a QR Codes que poderão ser distribuídos em espaços físicos como museus, praças e escolas, permitindo o acesso direto ao conteúdo sonoro por celulares ou tablets. A proposta amplia o alcance da iniciativa para além das telas, e busca descentralizar a cultura acessível, alcançando territórios distantes dos grandes centros urbanos.

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