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Pesquisa mostra como a cultura influenciou os nomes no Brasil ao longo de mais de um século

  • Destaque 3, História e Patrimônio, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2025-08-28
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Foto: Reprodução

Levantamento da BigDataCorp mapeou registros feitos entre 1900 e 2024 e mostrou o impacto do entretenimento nas escolhas dos brasileiros

A BigDataCorp, maior datatech da América Latina, divulga seu estudo inédito “Mapa da Popularidade dos Nomes Brasileiros”, que analisa a evolução e as tendências dos nomes de pessoas no país. Além do estudo, a empresa disponibilizou para o público uma página interativa que permite a exploração da popularidade de qualquer nome ao longo do tempo.

Entre 1900 e 2024, foram identificados 2.146.890 nomes únicos no Brasil. No entanto, o estudo aponta uma grande concentração: apenas 45.529 (2,1% do total) foram atribuídos a mais de 100 pessoas, e pouco menos de 10.000 (0,4% do total) foram dados a mais de 1.000 indivíduos, demonstrando uma forte concentração nos nomes mais populares.

Entretenimento Molda Gerações de Nomes no País

O estudo revela que a televisão, a música e o cinema exercem grande influência na escolha dos nomes no Brasil. Ídolos da música popular, personagens de novelas e estrelas do cinema marcaram gerações e foram decisivos na hora em que pais escolheram como registrar seus filhos, seja como forma de homenagem a artistas, ou para eternizar referências afetivas.

Em 1980, o nome Fábio teve grande número de registros, após Fábio Jr. ter se consolidado na música romântica brasileira e na televisão. Em 1989, Camila teve um salto de popularidade, com o sucesso da música “Camila, Camila”, da banda Nenhum de Nós, símbolo da juventude da época. No mesmo ano, Cássia também ganhou força entre os registros, refletindo a ascensão de Cássia Eller, que começava a se destacar. Já nos anos 2000, o nome Sandy se espalhou pelo país impulsionado pelo auge da dupla Sandy & Junior, fenômeno nas rádios e na televisão.

No universo internacional e da ficção, o nome Hermione ganhou fôlego entre 2016 e 2023, quando a geração que cresceu com a saga Harry Potter começou a formar suas famílias. O mesmo aconteceu com Moana, que passou a aparecer com mais frequência nos cartórios após o sucesso do filme da Disney, lançado em 2016, tendo seu auge em 2020.

“A maneira como os nomes ganham popularidade no Brasil mostra o quanto somos impactados pela cultura que consumimos. Quando um artista estoura ou um personagem conquista o público, isso se reflete nos registros de nascimento. Filmes, novelas, músicas e celebridades não apenas entretêm, mas influenciam decisões pessoais e cheias de significado, como o nome de um filho”, afirma Thoran Rodrigues, CEO da BigDataCorp.

A Explosão e Recente Contração da Criatividade

O estudo indica que a busca por originalidade na nomeação dos filhos é um fenômeno com fases distintas. Até 1962, apenas 26,3% do total de nomes únicos registrados na série histórica havia aparecido, sendo que mais da metade foram “descobertos” ou popularizados após 1980.

Houve uma grande aceleração na diversidade de nomes entre 1977 e 1996. O pico de criatividade ocorreu em 1988, ano em que surgiram aproximadamente 40.000 novos nomes, que representaram mais de 1,8% de todos registrados até então e corresponderam a 25,23% dos nomes únicos identificados naquele ano específico.

No entanto, após o pico em 1988, os números indicam que a adoção de novos nomes vem diminuindo. Em 2024, por exemplo, o percentual de nomes totalmente novos registrados foi de 7,06%.

Veja abaixo a lista dos 20 nomes mais populares na história do Brasil:

“O estudo revela um boom de criatividade, especialmente entre o final dos anos 70 e meados dos anos 90. Contudo, essa efervescência parece ter arrefecido”, afirma.

A análise da distância de Jensen-Shannon, que mede a similaridade entre as distribuições de nomes ano a ano, confirma uma tendência de estabilidade nos nomes mais populares. Mesmo com variações, a distância raramente indica uma mudança drástica. Em 2024, a distância registrada foi de 0.1432, sinalizando que a composição geral dos nomes mais utilizados muda lentamente.

“A distância de Jensen-Shannon, consistentemente baixa ao longo dos anos, mostra que, embora surjam novos nomes, o núcleo da popularidade muda de forma gradual. Isso aponta para uma maior volatilidade na cauda longa dos nomes, mas uma base estável nos mais populares, refletindo uma tendência mais conservadora ou mudanças nas práticas de registro nos anos mais recentes.”

Metodologia:

Para fazer a pesquisa, a empresa compilou informações públicas sobre indivíduos nascidos no Brasil entre 1900 e 2024. Os dados têm origem em listas de nomes e nascimentos, em órgãos oficiais (como o IBGE, o Ministério da Saúde e outros), em cartórios de registro civil, e em outras fontes abertas. Após a coleta, as informações foram organizadas pelo primeiro nome e pelo ano de nascimento, padronizando os nomes para remover caracteres especiais e acentuação. Então, para cada ano, a empresa calculou uma estimativa do percentual de pessoas nascidas que receberam um determinado nome, bem como uma série de medidas estatísticas e contagens gerais. Para evitar quaisquer riscos de violação de privacidade, não foram incluídos dados que possibilitem a identificação única de uma pessoa. O estudo não engloba sobrenomes nem a data de nascimento completa, e só foram analisados dados referentes a nomes que pertenciam (ou tenham pertencido) a mais de 100 pessoas.

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