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Pesquisa sobre Mães de Maio que perderam seus filhos em ações policiais no Brasil será lançada

  • Destaque 3, Literatura, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2024-07-25
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Mães de maio em evento na Faculdade de Direito da USP | Foto: Gabriel Guerra / Conectas

A pesquisa Vozes da dor, da luta e da resistência das mulheres/mães de vítimas da violência de Estado no Brasil será apresentada em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e na Bahia.

Na quinta-feira, 25 de julho, será anunciada a pesquisa Vozes da dor, da luta e da resistência das mulheres/mães de vítimas da violência de Estado no Brasil, no Centro de Estudos Afro-Orientais (Ceao) da Universidade Federal da Bahia, a partir das 15h até as 18h, em Salvador.

O objetivo da divulgação, promovida pela organização da sociedade civil Iniciativa Negra, é contribuir com o debate sobre a violência estrutural e a violência de agentes do Estado no Brasil e o processo de organização e resistência dos familiares (mulheres/mães) de pessoas executadas por esses agentes do Estado (polícia militar). Pelo estudo, identifica-se o cotidiano da luta das mulheres que compõem o movimento Mães de Maio, aquelas que perdem filhos em ocorrências policiais. Há relatos de mulheres que adoeceram depois de enfrentarem essa violência e registros de casos graves, em que a doente não se recuperou e morreu.

O projeto foi financiado pela Bolsa Pesquisa Colaborativa do Centro David Rockefeller de Estudos Latino-americanos da Universidade de Harvard, Centro de Liderança Pública e o Centro Bloomberg de Cidades da Escola de Governo da Universidade de Harvard, além da parceria entre o Movimento Independente Mães de Maio e o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense da Universidade Federal de São Paulo (Caaf-Unifesp).

O levantamento e análise de seus dados partiram da experiência das mulheres/mães de vítimas das articulações dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará. Foi desenvolvida uma pesquisa participante, por meio de rodas de diálogos no intuito de promover, pela memória, a construção de narrativas individuais e coletivas, a troca de experiências e de afetos coletivos, na perspectiva de fortalecer as estratégias sociais e políticas para enfrentar o sofrimento e a doença dele resultante, propondo-se a contribuir na formulação de políticas públicas de reparação capazes de interromper o ciclo de violência, impunidade, e trauma propiciado pelo próprio Estado.

Entre o grupo de pesquisadoras estão as professoras e doutoras Raiane P. S. Assunção (da Unifesp) e Yanilda M. González (da Harvard Kennedy School), as pesquisadoras Débora Maria da Silva (da Unifesp e do Movimento Mães de Maio-SP), Aline Lúcia de Rocco Gomes (da Unifesp), Edna Carla Souza ( do Movimento Mães da Periferia-CE), Nivia do Carmo Raposo (do Movimento de Mães e Familiares de vítimas da violência letal do Estado na Baixada Fluminense-RJ), Rute Silva Santos (do Movimento de Mães-BA), e a professora Maria Valéria Aparecida de Oliveira Silva (pesquisadora do Caaf da Unifesp).

Sobre a Iniciativa Negra Por Uma Nova Política sobre Drogas

A Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas é uma organização da sociedade civil que atua, desde 2015, pela construção de uma agenda de justiça racial e econômica promovendo ações de advocacy em Direitos Humanos e propondo reformas na atual política de combate às drogas.

Sobre Movimento Independente Mães de Maio

É composto por mães e familiares das vítimas que permanecem na luta resistindo ao longo dos últimos 17 anos, buscando manter a memória já que a justiça lhes é negada.

Sobre Centro de Antropologia e Arqueologia Forense da Universidade Federal de São Paulo (Caaf Unifesp)

Instituição multidisciplinar que desenvolve pesquisa e formação em direitos humanos, buscando evidências da violência institucional e fazendo análises com a parceria dos movimentos ou sujeitos em situação de luta social.

SERVIÇO – LOCAIS E DATAS DE APRESENTAÇÃO

São Paulo – Centro

Data: 16 de julho.

Horário: 18h30 às 21h.

Local: DPESP – Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

Endereço: Auditório da Defensoria Pública – Rua Boa Vista, 200 – Centro, São Paulo.

São Paulo – Litoral

Data: 17 de julho.

Horário: 18h30 às 21h.

Local: Núcleo Educafro Valongo (Ordem Francisca Secular do Valongo)

Endereço: Largo Marquês de Monte Alegre, 12 – Valongo, Santos / SP.
 

Rio de Janeiro

Data: 19 de julho.

Horário: 10h às 13h.

Local: DPU – Defensoria Pública da União.

Endereço: Rua Uruguaiana, 174 – Centro, Rio de Janeiro / RJ.

Ceará

Data: 23 de julho.

Horário: 9h às 13h.

Local: ADUFC – Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Ceará.

Endereço: Av. da Universidade, 2346 – Benfica, Fortaleza / CE.

Bahia

Data: 25 de julho.

Horário: 15h às 18h.

Local: CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais UFBA.

Endereço: Praça Gen. Inocêncio Galvão, 42 – Dois de Julho, Salvador.

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