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Premiado artista plástico pernambucano, Aislan Pankararu, expõe em Salvador

  • Artes Visuais, Destaque 1-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-02-06
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Crédito: Ricardo Prado

Com curadoria de Brás Moreau Antunes, mostra solo inédita ocupa Casa Rosa e tem seção paralela com obras de Alberto Pitta e Carlinhos Brown

Artista premiado no XV Prêmio PIPA de Arte Contemporânea em 2024, com obras expostas no Inhotim e bem recebidas em mostras solos e coletivas em grandes cidades como São Paulo, Londres e Nova Iorque, Aislan Pankararu, originário do povo indígena Pankararu, é um nome que vem ecoando com reconhecimento no circuito das artes visuais. Salvador terá pela primeira vez a oportunidade de conferir um conjunto de sua obra: em “Caatinga Fractal e o encontro terra seca, água doce, água salgada”, com curadoria de Brás Moreau Antunes, seu trabalho mais recente compõe uma exposição inédita, que inclui também um diálogo com obras dos soteropolitanos Alberto Pitta e Carlinhos Brown. A Casa Rosa abre a mostra em evento público nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, às 19h, tendo visitação gratuita até 16 de março, de terça a domingo, das 13h às 19h.

Aislan Pankararu nasceu em 1990 em Petrolândia, interior do estado de Pernambuco. É pintor, escultor, artista visual e médico, formado pela Universidade de Brasília. Agora, está vivendo seu retorno ao Nordeste, depois de morar em diferentes lugares do Brasil, e se estabelece na capital baiana.

“As obras da exposição foram criadas em 2024, numa linha de trabalho que durante um tempo me privei de fazer: o trabalho com cores. No retorno ao Nordeste, em contato com Salvador e a Baía de Todos os Santos, voltei a me sentir confortável com o colorido intenso, que expressa tudo que essa região representa para mim”, conta Aislan Pankararu. “Então existe um conforto, uma celebração desse lugar, da minha origem, do bioma que é cenário de minha vida: a caatinga, que está em meu DNA. Também tem a bagagem da medicina, e não só a medicina da academia, mas também aquela resguardada em minha ancestralidade, ligada a um outro universo. É a beleza de juntar tudo isso, é uma experiência intuitiva e regenerativa. É preciso renordestinizar!”, completa ele.

A exposição representa as boas-vindas a Salvador, celebrando a criação livre e solar de Aislan Pankararu. Na Galeria da Casa Rosa, no térreo, estará “A Redescoberta”, pintura sobre tecido de 6,10 por 3,80 metros, que foi exposta no Paço Imperial do Rio de Janeiro, na mostra Prêmio PIPA 2024. Diante dela, trabalhos visuais de Alberto Pitta e Carlinhos Brown apresentam uma conexão estética pelo uso de cores vibrantes e da fluidez entre o figurativo e o abstrato, mas também conjugam a dimensão afetiva: dos encontros e das trocas férteis. No 1º andar, 10 obras inéditas, produzidas na Bahia, todas com 60 por 90 centímetros, enchem de cores uma rota em espiral, com títulos como “Força da caatinga”, “Inflamação sertaneja”, “Cura pela água salgada”, “O poder do semiárido” e “Voltei, Nordeste, meu amor”.

Caatinga Fractal e o Encontro da Terra Seca, Água Doce e Água Salgada

Exposição de Aislan Pankararu

Curadoria: Brás Moreau Antunes

Abertura: 6 de fevereiro de 2025 (quinta-feira), 19h

Visitação: 7 de fevereiro a 16 de março, terça a domingo, 13h às 19h

Onde: Galeria da Casa Rosa

Praça Colombo, 106 – Rio Vermelho – Salvador, Bahia

Quanto: Entrada franca

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