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Projeto do Arquivo Público da Bahia usa IA para reconstruir rostos de pessoas escravizadas e libertas

  • Destaque 1-palavras, História e Patrimônio, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2025-07-31
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Fotos de divulgação / FPC

O Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB), equipamento da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBA), segunda instituição arquivística mais importante do país — superada apenas pelo Arquivo Nacional —, anuncia o lançamento do Projeto Fragmentos de Memória, integrado ao programa Resgate Ancestral. Sob a condução do Diretor do APEB, Jorge X e a gerência de Adalton Silva, responsável pela Coordenação de Preservação, a iniciativa propõe humanizar os registros de pessoas escravizadas na Bahia Colonial e Imperiais, transformando descrições burocráticas em retratos póstumos carregados de dignidade.

O trabalho combina três etapas principais. Primeiro, procedemos à digitalização de passaportes de pessoas escravizadas e libertas, cartas de alforria, livros de notas que registram a compra e venda de escravizados e inventários. Em seguida, realizamos a transcrição paleográfica para dar lastro às descrições que serão levantadas e interpretadas.; em seguida, um levantamento iconográfico está sendo realizado, abrangendo desde os dados interpretados, pesquisas acadêmicas e trabalhos visuais como o do Jean Baptiste Debret (1816–1831) e as fotografias de Marc Ferrez (1882–1885), (além de gravuras, álbuns de viajantes e acervos privados), tudo isso visando catalogar trajes, cenários, adereços e marcadores visíveis. Por fim, a criação de comandos (prompts) que integram dados documentais e visuais, alimentando modelos generativos que serão utilizados para a elaboração final dos retratos.

A fim de garantir a qualidade de cada etapa, firmamos parcerias estratégicas com o ateliê Memória & Arte, coordenado pela Dra. Vanilda Salignac de Sousa Mazzoni, que lidera a transcrição paleográfica dos documentos históricos. Destaca-se, ainda, a valiosa colaboração de Geovane Gomes Co, conhecido como “Bombyeck”, guineense de Guiné-Bissau, da linhagem Djagra do povo Pepél, que habita a zona norte até o centro da capital Bissau. Formado em Letras e Literatura Brasileira, bacharel em Ciências Interdisciplinares Humanas e licenciando em Ciências Sociais pela UNILAB, “Bombyeck” atua como coordenador do grupo de extensão cultural de ritmos de dança e música africana “Kabaz Garandi” e é responsável pelo Departamento Cultural do Fórum dos Estudantes Guineenses em São Francisco do Conde. Sua contribuição tem sido essencial na interpretação das heranças culturais e visuais afroatlânticas presentes no projeto.

O projeto encontra-se atualmente na fase de coleta e organização de recursos e dados para serem interpretados: fotografias, gravuras e litografias estão sendo restauradas e utilizadas como referência visual inicial para compor o “combustível” que alimentará a inteligência artificial. As imagens geradas passarão por restauração digital. O projeto prevê parcerias colaborativas com o Arquivo Nacional e com o Arquivo Público do estado de São Paulo. 

Entre julho e setembro de 2025, ampliaremos o banco de referência visual e realizaremos as primeiras rodadas de geração em maior escala. Em outubro, ocorrerão sessões de curadoria colaborativa e ajustes finos nos prompts. O lançamento oficial do resultado de “Fragmentos de Memória” está previsto para ocorrer dentro das comemorações do Novembro Negro deste ano.

“Este projeto transforma documentos frios em rostos cheios de histórias. É um ato de justiça simbólica”, afirma o diretor do APEB, Jorge X.

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