Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Ramon Gonçalves lança álbum “E então, nada”, do projeto Aurata, em show especial

  • Destaque 3, Música, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2026-01-14
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Crédito: Natália Matos

O projeto do multiartista Ramon Gonçalves explora, ao longo de mais de 10 anos de trajetória, muitos caminhos que a música em corpo eletrônico pode proporcionar

Quando estamos dormindo, passamos por um estado de consciência intermediário e semiconsciente, entre a vigília e o sono, caracterizado por fenômenos como alucinações visuais e auditivas, sensação de flutuação ou espasmos, fatores que classificam o que se convencionou chamar de Hipnagogia. A partir dessa base conceitual, o projeto baiano AURATA apresenta show de lançamento do álbum “E então, nada”, dias 24 e 25/01, às 19h, no Museu de Arte da Bahia. Ingressos: R$ 20 (meia)/ R$ 40 (inteira), disponíveis através do Sympla (LINK) ou presencialmente na bilheteria do evento. O evento integra o projeto O Vila Ocupa o MAB. O álbum completo está nas principais plataformas de streaming.Link na bio do instagram @aurataexperimental

Nessa experiência sonora, a consciência de que esse estado hipnagógico oscila como pêndulo no espaço. O movimento fluido da imagem, a sobreposição inconsciente do sonho nos intermédios da chamada realidade. É no interior dessas flutuações que o álbum “E então, nada” parece residir. O álbum, entretanto, surge como um capítulo final para uma narrativa do zodíaco e seus respectivos pares sígnicos que engendraram o próprio projeto. 

O fim, a morte, o ciclo. São direções temáticas correspondentes às experiências de quase-morte do artista, à pneumonia e às veredas estranhas que a fumaça percorre em cada cigarro mal fumado. Ciclos intermitentes, misteriosos, como o próprio fazer sonoro e sua natureza acústica exata e incompreensível. Tudo desemboca em um trabalho que utiliza da síntese eletrônica como inquietação artística, e parte muito mais da busca por sentir, muito menos de um sentido.

Assim, ao longo de todo o trabalho sons eletrônicos firmes e sintetizadores inquietos permeiam. Na costura de um tecido frágil é que, não somente a voz de Gonçalvez murmura, como também sua própria música.

Uma mudança na construção sonora de Aurata são suas atmosferas sempre densas, mas que aqui se apresentam clarificadas de sons brilhosos e texturas imanentes. Apropriado ao que diz em ‘Adorna’ – “o recurso do timbre é a obsessão da palavra” -, há investigação de contornos, do limite de processos, o que faz das composições se apresentarem com intenções muito bem definidas, mesmo que a partir de sensos dúbios e complexas emoções.

O caráter de fim ganha ainda mais força no seu vocal em falsete e reverberação induzida, voz que norteia melodias em meio ao instrumental convoluto. Seu delineamento quase faz da sua natureza uma espécie de espectro, eco de angústias que o acometeram, ou do próprio fantasma Aurata, um dos ouros sujos e camisas brancas.

Mesmo apresentando constantes relações em discos anteriores ao Trip-Hop, Glitch, Ambient, Rock Alternativo e IDM, em “E Então, Nada”, Gonçalves difere movimentos muito confortáveis em todas essas direções, mas soa ainda mais agressivo. Talvez, pela euforia de um fim.

A iminência da própria obra de Aurata encontrar encerramentos narrativos traz para o álbum propriedades íntimas, que culminam em descrições de experiências pessoais, no que chama de “violência do sintoma”. Apesar de retratos difíceis de seu próprio processo, Gonçalves não permite somente o silêncio ser sua música.

Algumas histórias de Aurata podem estar mortas nos caminhos sobrepostos do sonho. Mas mesmo se estiverem, continuarão a murmurar sons e palavras como um fantasma de seu próprio tempo. 

É a fertilidade de um corpo, emaranhado em antigos desejos, preparado a continuar a crescer. Florescem desse fim a força do projeto de Gonçalves, que mesmo após 10 anos de trabalho, mantém pronto um lugar de produzir suas novas e próprias histórias.

O VILA OCUPA O MAB: Seguindo o movimento de expansão das atividades, o Teatro Vila Velha ocupa o Museu de Arte da Bahia, através do apoio financeiro do IPAC, a fim de fortalecer mutuamente os espaços culturais da cidade.

O Teatro Vila Velha tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

Para ficar atualizado e bem informado sobre toda a programação, acesse o Instagram @teatrovilvelha e o site www.teatrovilavelha.com.br e acompanhe as novidades.

+ SOBRE O AURATA

Oriundo de experimentos baseados em música minimalista, dispositivos eletrônicos, loops, ruído e sintetizadores, AURATA é um projeto multimídia desenvolvido desde 2014 pelo artista visual, poeta, músico e produtor Ramon Gonçalves. Em sua quase década de atividade, aproximou-se da paisagem sonora enquanto recurso norte, tendo mais de dez registros (entre EPS e álbuns), desdobrando-se também em propostas de composição para audiovisual/teatro os quais propiciaram composições para projetos premiados no Prêmio Braskem de Teatro e Panorama Coisa de Cinema e trilhas sonoras recorrentemente compostas em colaboração com a Companhia Teatro dos Novos e o Teatro Vila Velha, sob a direção de Marcio Meirelles.

AURATA tem seu currículo duas turnês nacionais, entre o centro oeste e sul/sudeste brasileiros. tendo se apresentado também no recôncavo baiano, Ciudad de México (MX) e regularmente em Salvador (BA), aproximando-se de espaços de arte e estruturas não convencionais para apresentação e imersão em suas faixas. BAHIA, seu mais recente registro, teve seu show/espetáculo de lançamento realizado no Cabaré dos Novos, no Teatro Vila velha, contando com participação de artistas de diferentes linguagens como dança, poesia e videomaking.

Na configuração atual para apresentações ao vivo de “Aurata.OSME” em quarteto, conta com Thiago Vinícius (baixo), Candioco (do projeto conquistense cajupitanga nas programações eletrônicas) e Pedro Oliveira (da banda BAGUM nos sintetizadores), colaborador recorrente do projeto. O show propõe mergulho em atmosferas e abstrações que atravessam diversos momentos e canções de AURATA, remodelando-os num campo/eco sensorial com dilatações da palavra, arranjos, improvisos e live sampling.

E ENTÃO, NADA – FICHA TÉCNICA

composto, produzido, mixado e masterizado por: aurata (ramon gonçalves)

baixo de nesse instante por pedro oliveira

coros de hiru por pedro candioco (cajupitanga) & thiago vinicius

letra de im sry  por ramon gonçalves & thiago vinicius

fotografias por natália matos & ramon gonçalves

desenhos, colagens, projeto gráfico, design 

e audiovisual por ramon gonçalves (via estúdio arroyo, 2025)

filme conceito por ramon gonçalves 

com texto adaptado a partir da cena 11 de “por que hécuba”, de matéi vinsiec

fotografia e imagens por natália matos

direção, montagem e cor por ramon gonçalves

trilha sonora a partir das faixas hipnagogia, no fundo o tempo, 

sangra o céu e alrisha, aurata, 2025

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorRiachuelo e Triya unem forças em collab exclusiva para viver o melhor do verão
PróximoNa Cidade da Bahia, todos os caminhos levam à Colina SagradaNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Prevenção ao câncer colorretal: sintomas, exames e como reduzir os riscos

13 de março de 2026

Salvador recebe evento gratuito de bem-estar com meditação guiada

13 de março de 2026

Restaurante Lotti, na Bahia Marina, apresenta novo cardápio inspirado em clássicos da culinária italiana

13 de março de 2026

Corredor da Vitória ganha novo café com gelato artesanal; conheça o Tropicália

13 de março de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Prevenção ao câncer colorretal: sintomas, exames e como reduzir os riscos

Salvador recebe evento gratuito de bem-estar com meditação guiada

Restaurante Lotti, na Bahia Marina, apresenta novo cardápio inspirado em clássicos da culinária italiana

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui