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Ronco excessivo sem acompanhamento médico aumenta risco de doença cardiovascular

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  • 2025-04-08
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  • 2 minutos de leitura

Otorrinolaringologista do HOPE explica que pausas respiratórios durante o sono inspiram cuidados médicos; a falta de rastreamento profissional pode favorecer a ocorrência de problemas cardíacos, inclusive infarto

Dormir bem é essencial para a saúde. Cada organismo tem necessidades específicas de descanso para manter o equilíbrio interno. Muitas vezes, o sono vem acompanhado de ronco, o que pode ser um problema sério. “O ronco só é considerado aceitável, quando transitório devido a um resfriado, por exemplo. Fora isso, é importante procurar um médico para avaliar se há apneia do sono”, explica a Dra. Raquel Rodrigues, otorrinolaringologista do HOPE – Hospital de Olhos de Pernambuco.

A médica explica que a apneia do sono são as pausas respiratórias que ocorrem durante o sono. Quando dormimos, relaxamos a musculatura da garganta e, naturalmente, há a queda da língua com o deslocamento da mandíbula, provocando uma obstrução da garganta que impede a passagem do ar, conhecida como apneia. “Essa doença pode ser do tipo central, que é quando ocorre uma falha no comando respiratório, e pode ser obstrutiva, sendo a mais comum, na qual ocorrem as pausas respiratórias durante o sono. Mas algumas pessoas podem ter apneia mista, ou seja, essas irão apresentar tanto a central quanto a obstrutiva”, completa a Dra. Raquel.

É necessário um exame médico para diferenciar um ronco comum de uma apneia. “Somente a polissonografia pode afirmar se existe ou não a doença. Esse teste consiste em avaliar o sono, utilizando gravação de áudio e vídeo enquanto o paciente dorme. Além disso, são colocados alguns sensores sobre a pele”, diz a otorrinolaringologista.

Para pessoas com histórico de ronco, o acompanhamento com um otorrinolaringologista é essencial. Segundo a Dra. Raquel, “na maioria dos casos, com o tratamento adequado, é possível melhorar a apneia. No entanto, quando não tratada, a condição pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, elevando significativamente as chances de infarto. Além disso, a apneia pode causar alterações nos níveis de colesterol e impactar o humor. Muitas vezes, o cansaço persistente está diretamente ligado a um quadro de apneia não tratada.”

O tratamento da apneia vai variar de acordo com a gravidade e as repercussões que está causando naquele paciente. “Cada histórico deve ser avaliado individualmente, podendo incluir desde uma fonoterapia para fortalecer a musculatura, uso de aparelho intraoral, cirurgias e, em alguns casos, a utilização do CPAP, que joga o ar com força, mantendo a via aérea aberta e eliminando a apneia.”

Além do tratamento médico, algumas mudanças no estilo de vida podem contribuir para a melhora da apneia do sono. “Manter um peso adequado, evitar o consumo de álcool e sedativos antes de dormir, praticar atividades físicas regularmente e adotar uma posição adequada para o sono são algumas medidas que podem reduzir os episódios de apneia. Além disso, a reeducação respiratória e exercícios para fortalecimento da musculatura da garganta podem ser aliados importantes no combate ao problema. O mais importante é que o paciente busque ajuda especializada o quanto antes, evitando complicações que possam comprometer sua qualidade de vida e bem-estar”, finaliza a Dra. Raquel Rodrigues.

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