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Saiba quais são as 7 vacinas que os homens negligenciam

  • Destaque 2-vitalidade, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-09-15
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Neste mês, em que campanhas como o Setembro em Flor, voltada à prevenção dos cânceres ginecológicos, e o Setembro Vermelho, dedicado à conscientização sobre as doenças cardiovasculares, colocam a saúde em pauta, especialistas da Dasa – líder em medicina diagnóstica no Brasil – lembram que cuidar de si também é deixar um legado.

Afinal, zelar pela própria vitalidade é a melhor forma de garantir muitos anos ao lado dos filhos, com disposição e energia. “Embora o foco muitas vezes esteja nas crianças, os adultos — em especial os homens — também devem se vacinar, assegurando proteção tanto para si quanto para os entes queridos”, ressalta a dra. Maria Isabel Moraes-Pinto, infectologista e responsável por vacinas na Dasa, líder em medicina diagnóstica no Brasil.

Estar vacinado representa maior resistência a agentes patogênicos, como vírus e bactérias, além de diminuir o perigo de passar determinadas enfermidades aos filhos. Entre os imunizantes fundamentais, estão:

  • Influenza
    Defende contra os agentes causadores da gripe, evitando problemas respiratórios, internações e piora de condições crônicas. “Mais do que resguardar o próprio indivíduo, essa medida reduz a disseminação do vírus entre parentes e pessoas próximas, fortalecendo a barreira imunológica de todo o lar”, explica Ligia Pierrotti, infectologista do Alta Diagnósticos.

Além disso, a vacinação contribui para proteger grupos de risco, como crianças pequenas, idosos e gestantes, que possuem maior vulnerabilidade a complicações da gripe, como pneumonia e insuficiência respiratória. Por ser atualizada anualmente para acompanhar as mutações do vírus Influenza, a vacina se mantém como uma das formas mais eficazes de prevenção, sobretudo durante os períodos de maior circulação viral, como o outono e o inverno.

  • Tríplice bacteriana adulta (difteria, tétano e coqueluche)
    “A tríplice bacteriana atua contra três males severos: difteria (infecção respiratória de alto risco), tétano (condição neurológica crítica) e coqueluche (apesar de ser mais frequente em crianças, com tosses severas, ela também atinge adultos)”, complementa Ligia. A vacinação não só mantém os pais a salvo, mas também impede a transmissão em crianças ainda sem imunização total.
  • Hepatite B
    Protege o fígado de inflamações provocadas pelo vírus da hepatite B, prevenindo quadros crônicos e até câncer no órgão. “A imunização assegura a segurança pessoal e minimiza a chance de contágio no círculo familiar”, esclarece. A transmissão da hepatite B ocorre principalmente através do contato com sangue contaminado, durante relações sexuais sem proteção e no momento da gestação ou parto, quando a mãe infectada pode passar o vírus para o bebê. Embora o vírus da hepatite B (VHB) também esteja presente em outros fluidos corporais, como saliva, lágrimas, leite materno, urina, secreções vaginais e sêmen, a probabilidade de transmissão por meio desses fluidos é consideravelmente menor.

“Vimos o Brasil reduzir a mortalidade pela infecção da hepatite B nos últimos 10 anos por conta da vacinação. Essa é a principal estratégia de saúde pública para combater a doença; a imunização é nossa maior aliada”, afirma Alberto Chebabo, infectologista dos laboratórios Sérgio Franco e Bronstein, no Rio de Janeiro.

  • Pneumocócica
    Oferece defesa contra infecções geradas pela bactéria pneumococo, como pneumonia, meningite e septicemia. Além de evitar condições graves nos adultos, contribui para a proteção de crianças e idosos no ambiente doméstico. A imunização desempenha um papel crucial na promoção da saúde pública, reduzindo o risco de complicações severas e internações hospitalares. Especialmente importante para grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas, idosos e pessoas com condições de saúde específicas, a vacina também ajuda a diminuir a circulação da bactéria na comunidade, beneficiando indiretamente aqueles que convivem com os vacinados. Dessa forma, não só protege individualmente, mas também contribui para a construção de um ambiente mais seguro e saudável para todos.
  • HPV (Papilomavírus humano)
    A vacina contra o HPV é uma das ferramentas mais eficazes da medicina preventiva. Produzida a partir de partículas semelhantes ao vírus, mas sem material genético, ela não causa infecção. sua atuação estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos capazes de bloquear o vírus em caso de exposição futura. Existem diferentes versões do imunizante, que protegem contra os tipos de maior risco — responsáveis por grande parte dos casos de câncer de colo de útero, garganta, ânus e pênis. Além disso, a imunização previne o aparecimento de verrugas genitais.

“Esse imunizante ainda enfrenta baixa adesão entre homens, sendo crucial promover a consciência de que ele é indispensável para a saúde ao longo da vida”, enfatiza a coordenadora de vacinas da Dasa.

  • Febre Amarela
    Garante proteção contra essa enfermidade viral grave, transmitida por mosquitos, que pode levar à falência de múltiplos órgãos. A vacinação não só resguarda o adulto, mas também ajuda a conter a circulação do vírus em áreas de risco, beneficiando toda a rede familiar e comunitária.
  • Herpes-zóster: o imunizante ajuda a suprimir a reativação do vírus varicela-zóster e, como consequência, evita uma inflamação neurológica, um fator de risco importante para o surgimento do quadro de demência.

O dr. Alberto Chebabo explica que o herpes-zóster é causado pelo mesmo vírus da catapora e, quando se desenvolve a doença – geralmente na infância –, o corpo vence a infecção, mas o vírus não é completamente eliminado e fica “adormecido” (latente) no sistema nervoso. “Durante anos, ele pode ficar quietinho, sem causar problemas. Mas em situações nas quais o sistema imunológico enfraquece – como no processo de envelhecimento, assim como diante de altos níveis de estresse, doenças crônicas, uso de imunossupressores ou até após a quimioterapia –, ele pode se reativar e acometer desde as células nervosas até a pele, causando uma inflamação dolorosa e com bolhas”, explica Chebabo.

Estudos recentes, como os realizados no Kaiser Permanente Southern California, rede de saúde norte-americana, apontam que a vacina recombinante oferece uma eficácia de quase 73% contra o Herpes-Zóster oftálmico, uma forma grave que afeta os olhos e pode causar perda visual. Além disso, reduz significativamente riscos cardiovasculares associados, como infarto, em cerca de 28%. Imunizar-se contra essa condição não só preserva a saúde pessoal, mas também evita a exposição de familiares suscetíveis ao vírus1. “Ao receberem essas doses, os pais ganham mais robustez imunológica e criam uma camada de segurança ao redor de seus entes queridos”, conclui a dra. Ligia.

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