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Suplementação para a menopausa: o que a ciência diz e o que o mercado oferece

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  • 2025-07-15
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

A perimenopausa e a menopausa envolvem uma série de alterações fisiológicas que podem impactar diretamente a saúde física, mental e metabólica das mulheres. Oscilações hormonais podem afetar o sono, o humor, a memória, a composição corporal, o funcionamento intestinal, a saúde óssea e cardiovascular. Diante desse cenário, cresce a busca por estratégias que ajudem a atravessar esse período com mais estabilidade e qualidade de vida.

Segundo a neurologista Mariana Goffi, cofundadora da Floowe, a partir dos 40 anos muitas mulheres relatam sintomas como fadiga, dificuldade para dormir, perda de foco e alterações metabólicas. “Esses sintomas estão ligados a processos naturais do envelhecimento hormonal, mas não precisam ser aceitos como inevitáveis. A combinação entre ajuste de estilo de vida e suporte nutricional direcionado pode fazer diferença na qualidade de vida”, afirma.

Entre os nutrientes com maior respaldo científico estão o cálcio, fundamental para a manutenção da densidade óssea, o magnésio, relacionado à qualidade do sono, relaxamento muscular e equilíbrio do sistema nervoso, o colágeno hidrolisado, com aplicações em saúde articular, pele e tônus muscular, os ácidos graxos ômega-3, com efeitos neuroprotetores e anti-inflamatórios, as proteínas de alto valor biológico, essenciais para o controle da massa magra, e as fibras, que impactam o trânsito intestinal, a saúde metabólica e o eixo intestino-cérebro.

A vitamina D3 também desempenha papel essencial durante a menopausa. Além da função clássica na saúde óssea e muscular, ela está envolvida em processos que influenciam o sistema imunológico, a função cognitiva, a saúde cardiovascular e a absorção de ferro. Sua deficiência é comum nessa fase da vida, especialmente pela menor exposição ao sol e alterações hormonais.

Outro ativo que vem sendo amplamente estudado é a creatina. Conhecida por sua atuação na produção de energia celular e na preservação da massa magra, a creatina também mostra efeitos positivos sobre o funcionamento cerebral, memória e disposição. Esses efeitos são especialmente relevantes para mulheres em transição hormonal que relatam cansaço e queda de desempenho cognitivo.

Ainda que estejam presentes na alimentação, muitos desses compostos nem sempre são consumidos em quantidade suficiente ou com absorção ideal. Por isso, o mercado tem ampliado a oferta de suplementos voltados para a fase da menopausa, com fórmulas combinadas e adaptadas às necessidades dessa população. As soluções incluem opções proteicas enriquecidas com colágeno, misturas de fibras prebióticas, blends com vitaminas e minerais biodisponíveis e suplementos de base alimentar que evitam aditivos artificiais.

“Ao trabalhar com formulação de suplementos na prática clínica e no desenvolvimento da Floowe, temos buscado unir esses elementos de forma coerente com as necessidades da mulher madura. A proteína combinada ao colágeno, por exemplo, pode ajudar na preservação da massa magra, que tende a cair nessa fase. Já as fibras prebióticas podem  impactar positivamente o metabolismo e a saúde intestinal, que muitas vezes se desregula nesse período”, explica Mariana.

Uma das soluções adotadas por mulheres nessa fase é o uso de produtos combinados como o OOn Protein, suplemento matinal que reúne 8,4 g de proteína, colágeno, TCM, cafeína, taurina, canela e vitaminas do complexo B. A proposta é oferecer foco, saciedade e suporte ao metabolismo energético com praticidade e sabor. Já o uso diário de compostos como vitamina D3 e creatina pode apoiar tanto o desempenho físico quanto mental, além de oferecer base para a manutenção da autonomia e do bem-estar a longo prazo.

Além da suplementação, as evidências científicas reforçam a importância de hábitos como a prática regular de exercício físico com estímulo muscular, alimentação rica em fitoestrógenos e antioxidantes, controle do estresse, exposição à luz solar e manutenção de boas relações sociais. O acompanhamento médico e nutricional é fundamental para adequar a estratégia ao perfil de cada mulher, respeitando os diferentes ritmos e necessidades do envelhecimento.

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