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Espetáculo “Dembwa” traz ao Teatro Gregório de Mattos uma celebração do corpo, do tempo e da ancestralidade

  • Destaque 2-ribalta, Música, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2025-11-12
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Crédito: Alice Rodrigues

Entre 21 e 30 de novembro, o Teatro Gregório de Mattos recebe a temporada do espetáculo “Dembwa”, obra coreográfica criada e interpretada pelos artistas e coreógrafos Marcos Ferreira e Ruan Wills, dentro do projeto “Dembwa – Mapear o Movimento: tempo, memória e ancestralidade”. As apresentações acontecem sextas, às 19h, e sábados e domingos, às 16h, compondo um ciclo de ações que une criação, partilha e formação por meio de uma residência artística realizada em concomitância à temporada.

Nascido do encontro entre duas trajetórias que se cruzam nas danças das religiões de matriz africana, no pagode baiano, no funk e nas manifestações populares, “Dembwa” parte das memórias biográficas de Marcos e Ruan — homens pretos, periféricos, afeminados e filhos de terreiro — para construir uma coreografia que evoca o corpo como documento, território e encruzilhada. A obra propõe uma investigação sobre o movimento enquanto gesto de cura, resistência e afirmação, atravessando tempo e ancestralidade com força poética e política.

Concebido como um espetáculo sankofa, “Dembwa” retorna ao passado para reexistir no presente. É dança que busca o chão das lavadeiras e ganhadeiras, o canto das yabás e o vento das encruzilhadas. Em cena, o duo mistura elementos da dança contemporânea com gestos oriundos das ruas periféricas de Salvador e do Rio de Janeiro, mapeando rotas de memória que se corporificam em ritmo, em canto e em transe. O figurino, feito em patchwork de tecidos e restos de roupas, também se inscreve como metáfora do retorno e da recomposição — um corpo de retalhos que afirma sua beleza e sua força no presente.

“Dançamos nossos quintais, nossas dores e nossas alegrias como forma de resistência. Cada passo é um gesto de reconhecimento e de saudação aos nossos. É corpo que lembra, que resiste, que transforma. Corpo que, ao dançar, se torna memória viva”, afirma Ruan Wills. Para Marcos Ferreira, “retornar ao chão é compreender o que nos foi tomado. É dançar nossas raízes para reescrever o agora”.

Residência artística e partilha de processos

Paralelamente à temporada, o projeto realiza a Residência Artística “Dembwa – Mapear o Movimento: tempo, memória e ancestralidade”, guiada pelos próprios criadores no Centro Cultural Ensaio (bairro do Garcia), em Salvador. Voltada a jovens artistas pretos/as e LGBTQIAPN+ a partir dos 16 anos, a residência propõe um espaço de criação compartilhada e de pesquisa sobre o corpo como território, documento e arquivo de memórias. 

Serão dez participantes selecionades, cada um com bolsa de R$ 1.000,00, e encontros presenciais entre os dias 20 e 29 de novembro, contando com intérpretes de Libras e ações voltadas à acessibilidade e à escuta coletiva. Com essa estrutura, o projeto expande o gesto da cena para o campo formativo, reafirmando a arte como espaço de afeto, ancestralidade e invenção. 

“Convidamos bailarines, performers e artistas do corpo a mergulharem em uma pesquisa sensível sobre o gesto como linguagem de cura e afirmação. Buscamos criar um espaço de escuta e invenção onde o corpo possa dançar o que lembra — e o que quer lembrar”, explica Marcos Ferreira, ao acrescentar que as inscrições vão até 07 de novembro, através de formulário virtual disponível no perfil do instagram do projeto @dembwa_. 

“Dembwa – Mapear o Movimento: tempo, memória e ancestralidade” foi contemplado pelo edital Territórios Criativos – Ano II, com recursos da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Serviço

O quê: temporada do espetáculo “Dembwa”  

Quando: 21 a 30 de novembro – sextas, às 19h; sábados e domingos, às 16h  

Onde: Teatro Gregório de Mattos (Praça Castro Alves, Centro, Salvador)  

Projeto: “Dembwa – Mapear o Movimento: tempo, memória e ancestralidade”  

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