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Estilo de vida provoca alta nos casos de doenças autoimunes

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-05-07
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Estresse, dieta, sedentarismo e poluição aceleram o avanço de doenças autoimunes no Brasil e no mundo

O número de casos de doenças autoimunes vem crescendo de forma alarmante nos últimos anos, afetando milhões de pessoas em todo o mundo. Distúrbios como esclerose múltipla, artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, doença de Crohn, neuromielite óptica, síndrome de Guillain-Barré e encefalite autoimune são alguns que preocupam especialistas.

Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, qualidade do sono, controle do estresse e redução da exposição às toxinas são estratégias essenciais de prevenção. Cuidar da saúde imunológica exige mais do que tratamento: é um compromisso diário com escolhas conscientes que mudam o curso da própria vida.

Uma revisão internacional intitulada “A crescente prevalência de autoimunidade e doenças autoimunes: um apelo urgente à ação para uma melhor compreensão, diagnóstico, tratamento e prevenção” estima que a incidência global de doenças autoimunes tem ocorrido anualmente em 19,1%, com uma prevalência média de 12,5%.

Thiago Junqueira
(neurologista)

“Estudos apontam que fatores como estresse estressante, dietas com alimentos ultraprocessados, sedentarismo e poluição ambiental têm papel fundamental na desregulação do sistema imunológico”, explica o neurologista Thiago Junqueira. Segundo o especialista em neuroimunologia, “o estilo de vida moderno é uma tempestade perfeita para o surgimento de doenças autoimunes”.

Mulheres e doenças autoimunes – Pesquisas indicam que cerca de 80% dos pacientes diagnosticados com doenças autoimunes são mulheres. O estudo “Doenças autoimunes em mulheres: transições endócrinas e risco ao longo da vida” , publicado no Journal of the Endocrine Society , destaca que fases hormonais como puberdade, gravidez e menopausa influenciam significativamente o sistema imunológico feminino. Essas transições impactam a expressão de genes ligados a processos inflamatórios e autorreativos, o que pode contribuir para o desenvolvimento desses distúrbios ao longo da vida.

Ambiente urbano e intensivo crônico – Especialistas também alertaram que ambientes urbanos e poluídos, com maior exposição a partículas tóxicas e estressores ambientais, tendem a ser mais propícios ao desenvolvimento de doenças autoimunes. “O estilo de vida nas grandes cidades favorece a inflamação crônica, que é uma das portas de entrada para esses distúrbios”, observa o Dr. Thiago Junqueira.

Esclerose Múltipla: foco do mês de maio

Com o Dia Mundial da Esclerose Múltipla se aproximando, em 31 de maio, cresce o apelo por mais informação sobre essa doença neurológica crônica e autoimune, que afeta o sistema nervoso central e pode comprometer a mobilidade, a visão e a cognição. “Apesar de ser mais comum entre adultos jovens, apresentamos perfis variados de apresentação, incluindo mulheres com mais de 50 anos. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para preservar a autonomia dos pacientes”, reforça o neurologista.

Estilo de vida também é tratamento – Embora já existam medicamentos de alta eficácia para tratar boa parte das doenças autoimunes, o estilo de vida continua sendo uma peça-chave na remissão dos sintomas. “Precisamos agora ajudar as pessoas a mudar seu estilo de vida de forma firmeza, com foco na remissão e, quem sabe, um dia, na cura”, finaliza Thiago Junqueira.

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