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Vencedor do Urso de Prata em Berlim, “O Último Azul”, recebe prêmios no Festival de Guadalajara e abre Festival de Gramado

  • Audiovisual, Destaque 1-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-06-20
  • Sem comentários
  • 8 minutos de leitura

Denise Weinberg como a protagonista Tereza no filme

Longa esteve entre os 10 filmes que competiram no Sydney Film Festival e será exibido no Shanghai International Film Festival 

Com direção de Gabriel Mascaro  (“Boi Neon” e “Divino Amor”), o premiado “O Último Azul” acaba de ser anunciado como o filme de abertura da 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que vai ocorrer de 13 a 23 de agosto de 2025, no Palácio dos Festivais, em Gramado, no Rio Grande do Sul. Protagonizado por Denise Weinberg, com Rodrigo Santoro, Adanilo e a atriz cubana Miriam Socarrás no elenco, o longa terá na Serra Gaúcha a première do filme no Brasil, cuja estreia comercial, nas salas de cinemas, está marcada para 28 de agosto deste ano, com distribuição da Vitrine Filmes.  

“Quando fazemos filme brasileiro, o que mais queremos é mostrá-lo para o Brasil. E finalmente, depois de uma linda trajetória em festivais, a gente vai poder estrear no Brasil no Festival de Gramado, e logo em seguida entrar em cartaz”, declara Gabriel Mascaro, que ressalta ainda as diversas representatividades que tornam o filme uma história brasileira que vem gerando identificação em todo o mundo. “Tem sido muito bonito ver um personagem que, de maneira muito universal, fala tanto sobre várias culturas – uma personagem idosa em busca do seu sonho, encontrando o seu desejo. É muito lindo ver um longa filmado na Amazônia, no Brasil, encontrar ressonância com tantas culturas diferentes.” 

Na última semana, o longa recebeu dois prêmios no Festival de Guadalajara, no México: Melhor Filme Ibero-Americano de Ficção e o Prêmio Maguey de Melhor Interpretação para Denise Weinberg. “O Último Azul” também esteve entre os dez seletos filmes que participaram do Sydney Film Festival, na Austrália, ao lado de outro longa brasileiro, “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. O diretor Gabriel Mascaro esteve no Festival australiano acompanhando a exibição do filme (fotos no link). Esta semana, o longa participa do Shanghai International Film Festival, também com a presença do diretor. 

Premiado com o Urso de Prata, do Grande Prêmio do Júri, na 75ª edição do Festival de Berlim, além de ter conquistado o Prêmio do Júri Ecumênico e o Prêmio do Júri de Leitores do Berliner Morgenpost — premiação dos júris paralelos à competição principal da Berlinale—, “O Último Azul” continua participando de diversos festivais de cinema ao redor do mundo.  

O longa já passou pelo Festival de Cartagena de Las Índias, na Colômbia; Festival de Buenos Aires (BAFICI), na Argentina; Festival de Cinema de Istambul (IKSV), na Turquia; e IndieLisboa, em Portugal, e está selecionado para mais de 10 festivais pelo mundo até o meio do ano (Argentina, Austrália, China, Colômbia, República Tcheca, Islândia, México, Polônia, Portugal, Taiwan, Turquia, Reino Unido e Uruguai). 

A trama é situada na Amazônia, em um Brasil quase distópico, onde o governo transfere idosos para uma colônia habitacional em que vão “desfrutar” seus últimos anos de vida. Antes de seu exílio compulsório, Tereza (Denise), uma mulher de 77 anos, embarca em uma jornada para realizar seu último desejo. Uma aventura sobre resistência e amadurecimento ao longo dos rios da Amazônia, o filme foi extremamente aplaudido durante a estreia mundial na Berlinale, no dia 16 de fevereiro deste ano.  

“O Último Azul” marca mais um capítulo na parceria entre Gabriel Mascaro e a produtora Rachel Daisy Ellis na produção de longas-metragens, sendo a quinta colaboração da dupla nessa categoria. A Cinevinay (México) também assina a produção do filme, que tem coprodução da Globo Filmes (Brasil), Quijote Films (Chile), Viking Film (Países Baixos), e distribuição da Vitrine Filmes no Brasil. O longa foi produzido por Rachel Daisy Ellis (“Boi Neon”, “Rojo”) e Sandino Saravia Vinay, produtor associado de “Roma”, de Alfonso Cuarón, e coprodutor dos filmes anteriores de Gabriel Mascaro. 

Distribuição Internacional

“O Último Azul” já tem distribuição garantida em mais de 15 mercados internacionais. São eles: Alemanha (Alamode), França (Paname), Benelux (Imagine), Espanha (Karma), Suíça (Xenix), Portugal (Nitrato), México (Pimienta), Suécia (Triart), Dinamarca (Camera), Noruega (Arthaus), Países Bálticos (A-One), Polônia (Aurora), República Tcheca e Eslováquia (Film Europe), Ex-Iugoslávia (MCF Megacom), Bulgária (Beta), Hungria (Mozinet), Israel (Lev), Austrália e Nova Zelândia (Palace), Indonésia (Falcon). 

Crítica internacional

Na crítica internacional, o longa de Mascaro também foi destaque por sua qualidade de produção, atuação e por sua sensibilidade e poder de provocar uma reflexão profunda sobre nossa sociedade. 

O Screen Daily destaca a atuação de Denise Weinberg: “Performance vencedora da veterana dos palcos e telas brasileiras, Denise Weinberg”.  

Para o The Hollywood Reporter, é “um deslumbrante filme de estrada aquático que transforma a Amazônia em uma fuga mágica do exílio para a liberdade”.  

A Variety ressalta: “Situado entre a ficção científica e a fábula, ‘O Último Azul’, do diretor Gabriel Mascaro, encontra um farol de otimismo dentro de sua própria visão distópica do futuro”.   

O Deadline diz que “(…) em ‘O Último Azul’, o diretor [Gabriel Mascaro] mergulha mais profundamente nos personagens, explorando especificamente o brilho do que significa conseguir se desprender de uma suposta ideia de utilidade e viver o momento”.   

Para o Cineuropa, “Denise Weinberg faz um trabalho incrível ao dar vida a todas as nuances de Tereza, uma personagem absolutamente adorável, cercada por personagens coadjuvantes muito bem escritos, no qual cada um deles poderia facilmente ter seu próprio filme.” 

SINOPSE 

Tereza tem 77 anos, reside em uma cidade industrializada na Amazônia e recebe um chamado oficial do governo para residir numa colônia habitacional compulsória onde idosos devem “desfrutar” de seus últimos anos, permitindo que a juventude produza sem se preocupar com os mais velhos. Antes do exílio forçado, Tereza embarca numa jornada pelos rios e afluentes para realizar um último desejo que pode mudar seu rumo para sempre.    

ELENCO PRINCIPAL

Denise Weinberg (Tereza), Rodrigo Santoro (Cadu), Miriam Socarrás (Roberta) e Adanilo (Ludemir)  

DEMAIS INTEGRANTES DO ELENCO

Rosa Malagueta (Esmeraldina), Clarissa Pinheiro (Joana), Dimas Mendonça (Ivan), Daniel Ferrat (Bruno), Heitor Lóris (Daniel), Rafael Cesar (Dalson), Isabela Catão (Vanessa), Daniela Reis (Junia), Diego Bauer (Genivaldo), Aldenor Santos (Marinheiro da porta clandestina), Tony Ferreira (Arlindo), Karol Medeiros (Michely), Erismar Fernandes (Orla), Júlia Kahane (Karoline), Robson Ney (Eliseu), Luana Brandão (Natalia), Ítalo Rui (Paula), Amanda Costa (Nina), Ítalo Bruce (Pedro), Matheus Sabbá (Pastor TV), Paulo Queiroz (Felix), Wallace Abreu (Marcos), Jôce Mendes (Leila), Rhuann Gabriel (Romario), Arthur Gabriel (Jansen), Maria Alice (Cleide), Ana Oliveira (Patricia), Maurício Santtos (Crupiê), Klindson Cruz (André), Isadora Gibson (Massagista)  

FICHA TÉCNICA 

PRODUÇÃO: Desvia (Brasil), Cinevinay (México)    

COPRODUÇÃO: Globo Filmes (Brasil), Quijote Films (Chile), Viking Film (Países Baixos)    

PRODUTORES: Rachel Daisy Ellis, Sandino Saravia Vinay 

COPRODUTORES: Giancarlo Nasi, Marleen Slot 

DIRETOR: Gabriel Mascaro 

ROTEIRISTAS: Gabriel Mascaro, Tibério Azul 

CINEMATOGRAFIA: Guillermo Garza AMC 

EDIÇÃO: Sebastían Sepúlveda, Omar Guzmán 

MÚSICA: Memo Guerra 

FINANCIAMENTO: Ancine FSA, BRDE, SUAT, Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco, Banco do Brasil, EFICINE, Actinver, Focine/Foprocine, Fondo de Fomento Audiovisual, Ibermedia, Hubert Bals/ Netherlands Film Fund/ Fundo de coprodução Brasil-México 

MARKETS/PITCHING: Cinemart, IFC 

DISTRIBUIÇÃO: Vitrine Filmes  

GABRIEL MASCARO | Diretor 

Gabriel Mascaro (1983) é diretor e roteirista brasileiro baseado em Recife, Brasil, mais conhecido por seus filmes “Boi Neon” (Veneza, 2015), “Divino Amor” (Sundance, 2019) e “Ventos de Agosto” (Locarno, 2014). Seus longas receberam mais de 50 prêmios internacionais e “Boi Neon” foi destacado no Top 10 Melhores Filmes de 2016 pelo The New York Times. No mesmo ano, Mascaro teve uma retrospectiva no Lincoln Center em Nova York. “O Último Azul” é seu filme mais recente, selecionado para a Competição na Berlinale 2025.    

DENISE WEINBERG | Tereza 

Premiada atriz brasileira, Denise Weinberg recebeu, em 2016, o Prêmio APCA de Melhor Atriz de Teatro com a peça “Testamento de Maria”. Em 2006, ganhou o prêmio Shell de melhor atriz pela peça teatral “Oração Para um Pé de Chinelo” e, também, o prêmio APCA pela mesma montagem. No cinema, a atriz ganhou três prêmios pelos filmes “BMW Vermelho” (2001) de Eduardo Ramos, “Quase Nada” (2000) de Sergio Resende e “Em Nome do Pai” (2000), curta-metragem de Julio Pessoa.    

Algumas peças que atuou no teatro foram “Os Imortais”, “As Criadas”, “A Dança final”, “Da possibilidade da alegria no mundo”, “Álbum de Família”, “Outono, Inverno”, “Anna Weiss”, “Oração para um pé de chinelo”, “Arsênico e alfazema”, “As lágrimas amargas de petra Von Kant”, “O Acidente”, “A serpente”, “Navalha na carne”, entre outras. Na TV, estreou na série “Alice” do canal HBO. Atuou ainda nas séries “Maysa – Quando Fala o Coração”, “Dalva e Erivelto – Uma Canção de Amor” da Rede Globo. Participou também na terceira temporada da série ‘Psi’, da HBO, pela qual foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz no Emmy Internacional 2018.    

Atuou na telenovela “ Amor eterno amor”, na série “A Teia” e, mais recentemente, na novela “Éramos Seis”, todas da Rede Globo. Últimos papéis no cinema foram nos filmes “Greta”, “Meu Amigo Hindu”, “De Pernas Pro Ar 2 e 3”, “Super Nada”, “De Pernas Pro Ar”, “Salve Geral”, “Linha de Passe”, “Onde Anda Você?”, “My Father – Rua Alguém, 5555”, “Lost Zweig”, “Lara”, “Em Nome do Pai (curta-metragem)”, “Quase nada”, “Mauá – O Imperador e o Rei”, “Guerra de Canudos”.    

RODRIGO SANTORO | Cadu 

Nascido em 1975, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, Rodrigo Santoro é ator e dublador. Com mais de 30 anos de carreira, esteve em cerca de setenta projetos audiovisuais, sendo mais da metade produções internacionais. Sua atuação em longas como “Bicho de Sete Cabeças” (2000), de Laís Bodanzky, “Abril Despedaçado” (2001), de Walter Salles, e “Carandiru” (2003), de Hector Babenco, lhe rendeu diversas premiações em festivais pelo mundo e abriu espaço para estrelar projetos fora do país. Em 2004, foi laureado com o prêmio Trophée Chopard do Festival Cannes.     

Depois de participar de filmes como “As Panteras, Detonando” (2003) e “Simplesmente Amor” (2003), passou a dividir sua carreira entre projetos nacionais e internacionais, como as séries de televisão “Lost” (2006 a 2007), a superprodução “300” (2006) e “300: A Ascensão do Império” (2014), “Westworld” (2016 a 2020 na HBO), “O Tradutor” (2018),  entre dezenas de outros. Em 2008, Rodrigo chegou a competir com dois filmes diferentes ao mesmo tempo pela Palma de Ouro no Festival de Cannes: “Che, O Argentino” e “Leonera”.     

Seus trabalhos recentes no audiovisual nacional foram a série sucesso de público “Bom Dia, Verônica” (2024 na Netflix), os longas “7 Prisoneiros” (2021), de Alexandre Moratto, que teve sua estreia mundial no Festival de Veneza; “Turma da Mônica – Laços” (2019), de Daniel Rezende e a animação “Arca de Noé” (2025), maior projeto de animação do Brasil e inspirado na canção de Vinicius de Moraes e Tom Jobim.     

Depois de 8 anos, Rodrigo volta ao Festival de Berlim como parte do elenco de “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, selecionado para a Mostra Competitiva do evento. Entre os próximos projetos estão os longas “Corrida dos Bichos”, de Fernando Meirelles e Ernesto Solis, e “O Filho de Mil Homens”, de Daniel Rezende, adaptação do livro homônimo do escritor português Walter Hugo Mãe.    

ADANILO | Ludemir 

O ator indígena Adanilo é um fenômeno. Com apenas 33 anos, está vivendo uma ótima fase de trabalhos seguidos na TV e no cinema em sua carreira. À espera do lançamento do filme argentino “Eureka”, do diretor Lisandro Alonso, o ator já participou do início da novela Renascer, da TV Globo, em que interpretou o personagem Deocleciano na juventude. Além disso, integrou o elenco do longa Noites Alienígenas, lançado em 2022, dirigido por Sérgio de Carvalho e multipremiado no Festival de Gramado daquele ano. Em 2024, ele volta ao centro dos holofotes no novo folhetim das 19h da TV Globo, na novela “Volta por Cima” interpretando o sagaz Sidney, um motorista de busão, pagodeiro, bate-bola e cheio de xaveco!    

DESVIA | Produtora 

Desvia é uma produtora Brasileira independente fundada em 2010 pelo diretor Gabriel Mascaro e pela produtora e diretora Rachel Daisy Ellis. O foco da empresa é a produção de conteúdo para o cinema que pesquisa narrativas inovadoras. A produtora tem uma ampla experiência em coprodução internacional e seus filmes têm sido lançados nos mais importantes festivais do mundo (Cannes, Veneza, Locarno, Toronto, San Sebastian, IDFA, Roterdã, Berlim) e distribuídos internacionalmente.    

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