Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

VSR avança entre crianças e influenza A cresce entre adultos, alerta especialista

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2026-05-25
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Freepik

Pneumologista do Hospital Santa Catarina – Paulista alerta para hábitos que aumentam a transmissão de vírus respiratórios dentro de casa e orienta quando os sintomas podem indicar quadros mais graves

O Brasil já soma 63.634 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026, segundo novo boletim InfoGripe/Fiocruz. O cenário chama atenção para o avanço simultâneo de diferentes vírus respiratórios no país: enquanto o vírus sincicial respiratório (VSR) mantém maior incidência entre crianças pequenas, a influenza A tem impulsionado o aumento das internações nas demais faixas etárias.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre os casos positivos para vírus respiratórios, 44,5% foram associados ao VSR, 24,5% à influenza A e 24,4% ao rinovírus. Diante desse cenário, especialistas alertam que hábitos aparentemente inofensivos têm favorecido a transmissão dentro das próprias famílias, principalmente entre crianças, pais e avós.

Segundo o pneumologista do Hospital Santa Catarina – Paulista, Dr. Alberto Cukier, o principal erro está em manter convívio próximo com outras pessoas mesmo diante de sintomas gripais. O hábito favorece a transmissão em cadeia entre diferentes faixas etárias e representa um potencial risco para os mais vulneráveis ao contágio, como crianças e idosos.

“É bem comum que crianças levem vírus da escola para casa e, na rotina das famílias, acabem sendo cuidadas pelos avós. Esse contato, embora natural, aumenta a possibilidade de transmissão para pessoas que estão fragilizadas e que podem desenvolver quadros mais graves, assim como amplia o raio de contaminação”, explica.

Outro comportamento frequente é continuar a rotina normalmente mesmo estando doente. “Muitas pessoas continuam trabalhando gripadas ou circulando socialmente, sem proteção, o que aumenta a disseminação. São comportamentos que parecem inofensivos, mas têm impacto direto na alta dos casos nesta época do ano”, completa o pneumologista.

Circulação no ambiente familiar
Com a maior circulação simultânea de vírus respiratórios, o ambiente familiar se torna um dos principais locais de transmissão. Crianças em idade escolar costumam ser mais expostas aos vírus e podem transmitir a infecção para adultos e idosos, que apresentam maior risco de complicações. Além disso, ambientes fechados, pouca ventilação e o contato próximo favorecem ainda mais a disseminação de gripe e vírus.

Quando é mais que uma gripe?

Embora a maioria dos quadros seja leve e autolimitada, é fundamental estar atento à evolução dos sintomas. O especialista do Hospital Santa Catarina – Paulista explica que, em geral, manifestações como dor de garganta, coriza, febre baixa e mal-estar tendem a melhorar em um ou dois dias com medidas simples, como repouso, hidratação e uso de antitérmicos.

“Alguns sinais, no entanto, indicam a necessidade de avaliação médica. Quando o paciente apresenta falta de ar, chiado no peito, febre persistente ou piora progressiva após os primeiros dias, é recomendado procurar atendimento. Esses podem ser indícios de complicações, como pneumonia, que exigem investigação e, em alguns casos, até internação”, alerta o médico.

Quem faz parte do grupo de maior risco, como idosos e pessoas com doenças respiratórias prévias (asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica – DPOC, por exemplo) devem redobrar a atenção. “Pessoas que já têm dificuldades respiratórias, tendência a ter falta de ar, desconforto ao fazer atividades, podem piorar se forem acometidas por qualquer um desses fenômenos infecciosos”, lembra.

Alerta para o uso inadequado de antibióticos

O uso indiscriminado de medicamentos, especialmente antibióticos, é um ponto de atenção. “A maioria das infecções respiratórias nessa época é causada por vírus, e antibióticos não têm resultado nesses casos. O uso inadequado, além de não trazer benefício, pode causar efeitos colaterais e contribuir para a resistência bacteriana, um problema crescente de saúde pública”, destaca o Dr. Alberto Cukier.

“Preciso comprar remédio, fazer uso de alguma medicação forte? A resposta é não. Em situações como dor de garganta, nariz escorrendo ou desconforto, a adoção de medidas caseiras, como lavagem nasal ou uso de antitérmico, já é suficiente. Fora isso, ficar em repouso e se manter hidratado e alimentado, seja com chá, canja, o que for natural. Medicação em excesso piora a situação e ajuda a mascarar sintomas”, pontua.

O que de fato ajuda a prevenir

Disponibilizada pelo SUS, a vacina contra a gripe é uma aliada nesta época. Ela contribui para a redução de casos e, principalmente, de formas graves da doença. “A população toda deveria se vacinar contra influenza. Mesmo que não impeça 100% a infecção, a vacina diminui a circulação do vírus e reduz significativamente o risco de complicações. Assim, conseguimos diminuir os quadros gripais”.

O especialista recomenda aproveitar as campanhas anuais para manter a vacinação em dia e reforçar a proteção. Para além disso, intensificar medidas simples e já incorporadas durante a pandemia, como lavar ou higienizar as mãos com frequência, usar máscaras e, ao tossir ou espirrar, evitar que essas gotículas fiquem pelo ar e contaminem outras pessoas. Confira as orientações:

  • Manter a vacinação contra influenza em dia
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes
  • Higienizar as mãos com frequência
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
  • Utilizar máscara em caso de sintomas
  • Manter ambientes ventilados

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorConverse, Los Angeles Dodgers e UNDEFEATED apresentam edição especial do Chuck 70
PróximoCorrer faz mal para o joelho? Ciência esclarece os impactos da corrida na saúde ortopédicaNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Teatro Castro Alves abre inscrições para cursos gratuitos de música sinfônica

25 de maio de 2026

Pernambucano se torna primeiro brasileiro a vencer tradicional concurso de composição nos EUA

25 de maio de 2026

Correr faz mal para o joelho? Ciência esclarece os impactos da corrida na saúde ortopédica

25 de maio de 2026

VSR avança entre crianças e influenza A cresce entre adultos, alerta especialista

25 de maio de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Correr faz mal para o joelho? Ciência esclarece os impactos da corrida na saúde ortopédica

VSR avança entre crianças e influenza A cresce entre adultos, alerta especialista

Converse, Los Angeles Dodgers e UNDEFEATED apresentam edição especial do Chuck 70

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui