Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

VSR em idosos: o perigo de subestimar os primeiros sintomas

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2026-08-15
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

AMIVI_Dra. Ana Eliza Garcia

Por Dra. Ana Eliza Garcia

Quando se fala em Vírus Sincicial Respiratório (VSR), a maioria das pessoas pensa imediatamente nos bebês. Afinal, ele é um dos principais responsáveis pelos casos de bronquiolite na infância. O que pouca gente sabe é que esse mesmo vírus também representa uma importante ameaça para a saúde dos idosos.

Nessa faixa etária, o VSR pode provocar pneumonia, insuficiência respiratória e levar à internação, principalmente naqueles que convivem com doenças cardiovasculares, pulmonares, diabetes, doença renal, imunossupressão ou outras condições que reduzem a capacidade de resposta do organismo.

Além disso, com o envelhecimento natural do sistema imunológico, a capacidade do organismo de responder a infecções respiratórias pode diminuir, tornando os idosos mais suscetíveis a complicações e a quadros mais graves.

Os primeiros sintomas podem enganar

Nos primeiros dias, o VSR costuma provocar sintomas semelhantes aos de outras infecções respiratórias, como coriza, tosse, febre baixa e mal-estar. Em muitos casos, esses sinais são confundidos com um simples resfriado. O problema é que, entre idosos, a doença pode evoluir rapidamente para pneumonia, dificuldade para respirar e necessidade de internação hospitalar.

É importante salientar que nem toda infecção respiratória ou pneumonia está relacionada à gripe. O VSR também pode provocar infecção pulmonar importante e, por isso, não devemos subestimar sintomas respiratórios em pessoas idosas, principalmente quando existe falta de ar ou piora do estado geral. 

Como o vírus é transmitido

Assim como outros vírus respiratórios, o VSR é transmitido pelas secreções eliminadas ao falar, tossir ou espirrar. O contágio também acontece pelo contato direto com pessoas infectadas ou ao tocar superfícies contaminadas e, em seguida, levar as mãos aos olhos, nariz ou boca.

Essa facilidade de transmissão faz com que o vírus circule rapidamente entre familiares e em ambientes coletivos. Pode acontecer, por exemplo, de uma criança apresentar sintomas respiratórios leves e transmitir o vírus para os avós ou outros familiares idosos. Enquanto a criança costuma se recuperar rapidamente, o idoso pode desenvolver complicações importantes.

Para reduzir esse risco, a vacinação é uma importante estratégia de prevenção, especialmente para os grupos mais vulneráveis. Ela deve ser associada a cuidados como higienizar frequentemente as mãos, manter os ambientes bem ventilados e evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas respiratórios. 

As vacinas atuam de forma complementar

Não existe uma única vacina capaz de prevenir todas as infecções respiratórias graves. Hoje contamos com vacinas que protegem contra a influenza, o pneumococo e o VSR. Cada uma atua contra um agente diferente, mas todas têm um objetivo em comum: reduzir o risco de complicações, internações e mortes, especialmente entre os idosos.

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a vacina VSR é recomendada para pessoas entre 60 a 69 anos que apresentem fatores de risco para a evolução da infecção, conforme avaliação médica. Também é indicada para idosos a partir dos 70 anos, independentemente da presença de comorbidades. O esquema é de dose única e pode ser realizado em qualquer época do ano.

O inverno está acabando. Ainda vale vacinar?

Com a aproximação do fim do inverno, muitas pessoas acreditam que perderam o momento ideal para se proteger, mas essa percepção não corresponde à realidade. O VSR não desaparece quando o inverno termina.

A circulação dos vírus respiratórios pode continuar por várias semanas e varia de acordo com a região do país. Quem ainda não atualizou a vacinação continua tendo a oportunidade de reduzir o risco de complicações. A própria Sociedade Brasileira de Imunizações destaca que surtos de VSR podem ocorrer fora do inverno, especialmente em regiões tropicais como o Brasil.

Ana Eliza Garcia é médica (CRM/SP 205364) e diretora técnica da AMIVI, empresa especializada em vacinação domiciliar.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorEspetáculos ibero-americanos estão na 18ª edição do IC Encontro de Artes
PróximoCérebro permanece ativo durante o sono e realiza processos essenciais para a saúdeNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Planejamento genético antes da gravidez pode reduzir riscos de doenças raras e contribuir para gestação mais segura

15 de agosto de 2026

Má postura pode estar entre as causas da sua dor de cabeça recorrente

15 de agosto de 2026

O esgotamento parental e os “pais perfeitos” da internet: Como a busca por uma criação idealizada afeta a saúde mental da família

15 de agosto de 2026

O Boticário apresenta a “baunilha roxa” como nunca vista no lançamento de Egeo Vanilla Ubesession

15 de agosto de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Planejamento genético antes da gravidez pode reduzir riscos de doenças raras e contribuir para gestação mais segura

Má postura pode estar entre as causas da sua dor de cabeça recorrente

O esgotamento parental e os “pais perfeitos” da internet: Como a busca por uma criação idealizada afeta a saúde mental da família

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui