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Alerta sarampo: sensibilidade à luz é o principal sintoma

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2026-08-11
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  • 2 minutos de leitura

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O sarampo é uma doença viral transmitida pelo contato próximo através de gotículas. Pode parecer uma condição simples, mas pode evoluir para complicações graves. Embora atinja principalmente o trato respiratório superior, a infecção também afeta o trato inferior, incluindo os pulmões. O Brasil chegou a ser considerado livre do sarampo em 2016, porém perdeu essa certificação em 2019, após um número expressivo de cerca de 18 mil casos registrados. Grupos como crianças, idosos, gestantes e imunodeprimidos têm maior risco de apresentar quadros graves, caso sejam contagiados. 

Os sintomas do sarampo frequentemente se assemelham aos de outras infecções respiratórias virais, como influenza e COVID-19. No entanto, a doença costuma ser mais persistente, apresentando febre alta, muita coriza, tosse e conjuntivite. Os olhos vermelhos acompanhados de fotofobia (dificuldade em permanecer em ambientes iluminados devido ao comprometimento ocular) são marcas características da condição. Para o diagnóstico preciso, realizam-se pesquisas de sorologias para anticorpos ou testes moleculares diretos em secreções de nasofaringe. 

“Por ser uma doença viral, não existe uma medicação específica contra o sarampo, de forma que o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas. Além disso, a infecção causa uma queda na imunidade que facilita o surgimento de infecções bacterianas secundárias, como sinusites, otites, laringites, traqueobronquites e pneumonias, sendo necessário o uso de antibióticos nesses cenários”, explica o Dr. Guilherme Furtado, infectologista do Hcor. 

Como o vírus é facilmente transmitido, aqueles com suspeita ou confirmação da doença precisam ser isolados para conter a propagação. O recurso mais importante para prevenir o contágio é a vacinação. No Brasil, a vacina tríplice viral – que também protege contra caxumba e rubéola – é oferecida pelo SUS e em clínicas privadas. O esquema de imunização prevê a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses de idade; em adolescentes e adultos de até 30 anos são indicadas duas doses, enquanto para a faixa de 30 a 59 anos recomenda-se uma dose.

Sobre o Hcor

O Hcor atua em mais de 50 especialidades médicas, entre elas Cardiologia, Oncologia, Neurologia e Ortopedia, além de oferecer um centro próprio de Medicina Diagnóstica. Possui Acreditação pela Joint Commission International (JCI) e diversas certificações nacionais e internacionais. Em 2025, foi reconhecido como um dos melhores hospitais do mundo pelo ranking da Revista Newsweek, ficando em 5º lugar no Brasil.

Desde 2008, é parceiro do Ministério da Saúde no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), o que proporciona que seu impacto em saúde esteja presente em todas as regiões do país.

Instituição filantrópica, o Hcor iniciou suas atividades em 1976, tendo como mantenedora a centenária Associação Beneficente Síria, que também conduz projetos gratuitos de saúde para população em situação de vulnerabilidade. Além do escopo médico-assistencial, o hospital conta com um Instituto de Pesquisa, reconhecido internacionalmente, que coordena estudos clínicos multicêntricos com publicações nos mais conceituados periódicos científicos. Conjuntamente, capacita milhares de profissionais anualmente por meio do Hcor Academy com seus cursos de pós-graduação, cursos de atualização e programas de residência e aprimoramento médico. Hcor Consultoria e Gestão oferece soluções personalizadas, com diagnóstico e metodologia focada em alta performance, para negócios em saúde.

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